“O BRASIL NÃO TEM POVO, TEM PÚBLICO.” Para começo de conversa é bom saber que de janeiro ao fim de novembro de 2011, os brasileiros pagaram mais de R$ 1 trilhão em impostos, de acordo com a Associação Comercial de São Paulo. O valor é suficiente para pagar um salário mínimo para 2,5 bilhões de pessoas ou comprar 17 milhões de ambulâncias. No entanto, parte desses tributos, ou 0,6%, foi direcionada para os gastos com o poder legislativo. Nesse período, as duas casas legislativas federais custaram aos cofres públicos – e, consequentemente, ao bolso da população – mais de R$ 6,2 bilhões. E VOCÊ VAI FICAR AÍ PARADO? Quem elege os Senadores e Deputados Federais? Você! Sim você mesmo que agora fica indignado com os incontáveis escândalos, bombas e "cachoeiras" estampadas nas manchetes dos jornais! Parece que as notícias apenas criam um estado de clamor geral, um muro de lamentações, e só isso nada mais. Uma espécie de mal-estar coletivo que cria uma visão de senso comum acerca da honestidade e da índole dos brasileiros. Não é por menos que vários indicadores apontam o Brasil como um país onde a desconfiança impera. É notória, a letargia do povo brasileiro quando o assunto é corrupção. O conceito de corrupção é assistido pelo povo como “velho jeitinho brasileiro de ser”. O modo como o conceito de corrupção foi construído no Brasil afetou diretamente o comportamento e práticas da população e, afetou também sua moral e ética. Sem falar em atitude, patriotismo e honra. É muito fácil falar da corrupção como uma herança histórica, que teria impedido o povo de discernir e racionalizar a diferença entre o que é público e o que é privado, dentro de uma moral e uma ética cívica. O que nos parece difícil é a mobilização. E mais uma vez estamos obrigados a concordar com o axioma do saudosíssimo Lima Barreto: “O Brasil não tem povo, tem público”. ACORDA BRASIL. ACORDEM FILHAS DA ...PÁTRIA! Condensado e modificado texto original de Douglas Barraqui: http:// Indicadores: http://noticias.r7.com/ |
05/05/2012
Discussoes salutares pelo face. by Deise
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