domingo, 29 de setembro de 2013

350 TONELADAS DE LIXO TÓXICO VINDO DOS EUA SÃO APREENDIDOS EM SANTA CATARINA

13/09/2013



Fiscais da Receita Federal e do Ibama apreenderam lixo tóxico no porto de Navegantes (SC)
Fiscais da Receita Federal e do Ibama apreenderam no porto de Navegantes (a 111 km de Florianópolis), nessa terça-feira (10), 353 toneladas de lixo tóxico, importado dos Estados Unidos em 15 contêineres. Exames feitos na carga indicaram contaminação por chumbo, um metal pesado altamente poluente.
Faça um rápida pesquisa sobre outros espisódios de lixo tóxico enviado ao Brasil
O importador declarou "cacos, fragmentos e resíduos de vidro" para burlar a vigilância. De fato, eram cacos de vidro, mas de tubos de raios catódicos (usado em tubos de imagem de televisores antigos), que têm um teor de chumbo de 11%. A Receita não divulgou o nome do importador.



O material era destinado ao processamento em indústrias. Segundo a Receita, o valor da mercadoria era baixo, quase o mesmo do frete. De acordo com o Ibama, a importação de material contaminado é vedada pelo acordo internacional da Convenção da Basileia. O país exportador (no caso os Estados Unidos) é obrigado a receber de volta o material exportado, no prazo de cinco dias. Os procedimentos para a devolução já foram tomados pela Receita.

Fonte: UOL





quarta-feira, 25 de setembro de 2013

É Proibido Morrer (vou me mudar para lá, caso a lei ainda esteja em vigor)

09.12.2005 



E os infratores responderão por seus atos. 
Como, eu não sei...
É PROIBIDO MORRER EM BIRITIBA MIRIM

O prefeito Roberto Pereira da Silva (PSDB) enviou a Câmara Municipal um projeto de lei dispondo sobre a proibição de morrer no Município de Biritiba Mirim.

O projeto de lei trata-se na verdade de um protesto com o objetivo de chamar a atenção da opinião pública para o problema da superlotação do Cemitério Municipal e a proibição da construção de um novo local para sepultamentos.

Na mensagem enviada a Câmara Municipal o prefeito explica que não é sua intenção desmerecer a ação do Legislativo e dos vereadores ao enviar o projeto de lei.

“Pode parecer um absurdo o envio deste Projeto de Lei a esta Nobre Casa de Leis, no entanto, absurdo maior é a Resolução 335/03, do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) que nos proíbe de construir um novo cemitério no Município, alegando prejudicar o meio ambiente”, informou o prefeito num dos trechos da mensagem.

O Cemitério Municipal está superlotado. Enquanto as autoridades estaduais e federais não agem oferecendo a solução para a construção de um novo cemitério municipal, o povo biritibano deverá cuidar da saúde para não falecer.

Devido a Lei de Proteção aos Mananciais a Prefeitura Municipal está proibida de tomar as providências para a construção de um novo cemitério municipal.

O prefeito Roberto Pereira da Silva (PSDB) disse que já dirigiu vários pedidos ao governador Geraldo Alckmin (do mesmo partido) e fez apelos até a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, todos sem resposta.

“Trata-se de uma situação calamitosa, as famílias do Município já não tem onde enterrar seus parentes, todos os artifícios possíveis foram aplicados: desocupação de covas abandonadas, abertura de novas nos corredores de passagem, ampliações utilizando terrenos vazios; entretanto, tudo isso não surtiu efeito”, volta a afirmar o Chefe do Executivo na mensagem enviada a Câmara Municipal.

Pelo projeto de lei fica proibido morrer em Biritiba Mirim. Os infratores responderão pelos seus atos. A medida vigorará até a construção de um novo cemitério municipal. E, finalmente, pelo projeto: “Os munícipes deverão cuidar da saúde para não falecer”.
O texto reproduzido acima é cópia integral do que está no site oficial da Prefeitura de Biritiba Mirim.

Fico pensando o que o prefeito de sucupira, Odorico Paraguassu, diria sobre o caso. A realidade supera a obra do Dias Gomes...
Por Paulo Bicarato,

ANO 117 Nº 170 - PORTO ALEGRE, DOMINGO, 18 DE MARÇO DE 2012

Cidade proíbe moradores de morrer

<br /><b>Crédito: </b>  reprodução / wikicommons / cp

Crédito: reprodução / wikicommons / cp















Roma - Na cidade italiana de Falciano Del Massico (4 mil habitantes), os moradores
 estão proibidos de morrer, porque o cemitério está lotado. O prefeito Giulio CesareFava 
decretou que "os cidadãos não poderão cruzar as fronteiras da vida terrestre e adentrar o 
além". Ele não disse como será a punição. Dois idosos já morreram desde então. 
O cemitério da cidade vizinha, Carinola (foto), também está cheio.


by Correio do Povo

Os países ricos cobiçam a Amazônia




Sou cem  por cento nacionalista, até a última gota do meu sangue. Quero que o Brasil seja
 integralmente nosso, e não da China, ou da Rússia, ou da Alemanha, ou dos Estados Unidos, de qualquer nação desse mundo atrapalhado. E me preocupo deveras com a Amazônia. Fiquei estarrecido quando a Funai, na década de 1990, ousou propor a demarcação de uma imensa área de terras contínuas em Roraima, a fim de beneficiar poucas centenas de índios.

Hoje, a possível entrega de tais glebas aos silvícolas, na reserva Raposa Serra do Sol daquela região, é sem dúvida uma ameaça à integridade territorial do nosso país. Um perigo bem assustador, porque a ONU acaba de aprovar, inclusive com o voto cego da pátria de Lula, a Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas, composta de quarenta e seis artigos. Reza o artigo quarto do documento:

“Os povos indígenas, no exercício do seu direito de livre determinação, têm direito à autonomia ou ao auto-governo...”

Coisa absurda, pois se os índios ianomâmis declararem que a sua reserva se tornou independente do Brasil, ela formará outra nação e nós seremos obrigados a reconhecê-la!

Leia, amigo leitor, o artigo nono do documento aprovado pela ONU, com o total apoio do Brasil:

“Os povos indígenas têm direito a pertencer a uma comunidade ou nação indígena.”

Nestas palavras não há a menor obscuridade. Se dezenas de índios, lá na Amazônia, proclamarem que as suas terras se separaram do Brasil e se transformaram num novo país, a ONU os apoiará e jamais poderemos impedir que este crime de lesa-pátria não aconteça.

Revoltado diante de tão monumental estupidez, eu afirmo:

A delegação do Brasil na Assembleia das Nações Unidas, ao endossar estes artigos, mostrou uma completa fraqueza mental.

Devido a essa declaração sobre os direitos dos povos indígenas, insensatamente aprovada em Nova York pelos nossos representantes, começaram a surgir novas tentativas de internacionalizar a região amazônica, sob o pretexto de defender os índios e de preservar a floresta. Dois jornais, o The Independent, de Londres, e o The New York Times, voltaram a dizer que o patrimônio da Amazônia é maior para a humanidade de que o das nações que possuem o seu território.

Há muito tempo os países ricos já se manifestaram a favor da internacionalização dessa extensa parte da América do Sul, como os Estados Unidos, pela voz de Al Gore; como a Inglaterra, pela voz de Margaret Tatcher; como a França, pela voz de Françoís Mitterrand; como a Espanha, pela voz de Felipe Gonzales; como a falecida União Soviética, pela voz de Mikhail Gorbachev.

Milhares de ONGS suspeitas estimulam, de certa forma, as reservas dos índios a se libertarem do controle do governo federal. E a demarcação de terras contínuas, junto às fronteiras com o Peru, a Colômbia e a Venezuela, só contribuirá para acelerar as futuras proclamações de independência dessas reservas. Fácil profetizar isto, embora eu não me considere um Nostradamus.

Vou citar aqui os nomes dos generais do nosso exército que sempre nos advertiram sobre esta ameaça feita à integridade do Brasil: Santa Rosa, Zenildo Lucena, Augusto Heleno, Cláudio Figueiredo, José Maria de Andrada Serpa.

Cometeu um ato impatriótico o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao assinar o decreto que homologou a reserva Raposa Serra do Sol, de terras contínuas. E agiu de modo correto o governo de Roraima, por ter solicitado, do Supremo Tribunal Federal, a revisão do nefasto decreto.



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