terça-feira, 13 de dezembro de 2011

QUATRO IMUNDOS INSULTADORES DE JESUS


by Fernando Jorge


Jesus Cristo continua a ser ultrajado. Já mostrei aqui, num dos meus bate-papos, os disparates da “teóloga” Marcella Althaus – Reid, professora de Ética Cristã e Teologia Prática na Universidade de Edimburgo. Obcecada por sexo, essa mulher de cara obscena, assustadora, cara que é um verdadeiro breviário contra a luxúria, defecou a seguinte blasfêmia, numa entrevista concedida à repórter Eliane Brum, da revista “Época”:
“Que sabemos da sexualidade de Jesus? Nada. O que dizem os Evangelhos? Dizem que foi circuncidado... Então por que não assumir que Jesus teria outra sexualidade? E qual teria sido? Busco elaborar um Bi-Cristo.”
Como é nojenta essa criatura! Marcella causa-me ânsia de vômito. O diabo já deve ter reservado uma sala especial para ela, lá no Inferno, onde ele a espera com um comprido ferro em brasa na mão, a fim de espetá-lo naquela sua murcha parte traseira, chamada vulgarmente de bumbum...
Bem antes da imunda Marcella, dois imundos escritores insultaram Cristo. Refiro-me a Richard Leigh e Michael Raigent. Ambos, no livro “Holy Blood, Holy Grail”, publicado em 1982, descrevem Jesus como um revolucionário inescrupuloso, que forjou a “lenda” da sua crucificação e fugiu com Maria Madalena para o sul da França.
Eu acredito, juro: Richard e Michael também estão sendo aguardados lá no Inferno, pelo impaciente rabudo. Este vai enfiar longuíssimos ferros em brasa no bumbum dos dois. Ferros que sairão nas suas cabeças, enquanto uma negra e sufocante fumaça se evolará dos seus corpos assados como churrasco...
A última canalhice infligida a Jesus Cristo se acha no livro “O Código Da Vinci”, do espertalhão norte-americano Dan Brown. Lançada em março de 2003, mais de 15 milhões de exemplares dessa obra já foram vendidos. Sem apresentar nenhum documento idôneo, o vigarista Dan Brown quer provar que a Igreja Católica foi fundada sobre uma mentira, em relação à vida de Jesus, porque o filho de Deus se casou com Maria Madalena, fugiu da Palestina e teve filhos!
O sucesso do livro “O Código Da Vinci” me convenceu de uma coisa: a humanidade não presta. Qualquer escritor que consiga inventar uma história falsa e engenhosa sobre Cristo, poderá lançar um livro capaz de lhe render milhões de dólares. E aos que negam a existência histórica de Jesus, eu afirmo: a “Bíblia” é por si mesma um autêntico documento histórico da existência do Salvador. Os Evangelhos são coincidentes. Respondam-me, ateus: o Cristianismo surgiu do nada? Existe o efeito sem causa?
Antes que me esqueça: o Pé-de-Gancho, lá do Inferno, também já preparou outro ferro em brasa, para o enfiar na fofa ou dura região glútea do blasfemo Dan Brown, autor do conto-do-vigário “O Código Da Vinci”.

ESCÂNDALO: a chantagem do TCE para conseguir aumentos

by Cangablog
Pressionar, mobilizar e chantagear para arrancar mais dinheiro dos cofres públicos parece ser uma das coisas que o Tribunal de Contas/SC mais sabe fazer. Auditorias in loco? Nem pensar!
Depois que o deputado Dirceu Dresh (PT) excluiu, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o projeto de reenquadramento de carreira com aumento do vale-alimentação (de R$ 364 para R$ 1 mil ) retroativo a junho e a incorporação de adicional de insalubridade – que beneficiaria 10 funcionários, o pessoal do TCE voltou à carga.

Amanhã, 13, mais uma vez, o projeto será analisado na CCJ.
Chantagem estratégica?
O deputado Gilmar Knaezel, provavelmente o cidadão com a maior quantidade de processos dentro do Tribunal de Contas - autor de um festival de distribuição de dinheiro dos fundos público "por toda Santa Catarina" - foi estratégicamente escolhido para sair em defesa dos seus, possíveis, algozes.
Na mesma segunda-feira que o projeto foi excluido a pedido de Dresh, servidores e sindicalistas do TCE, cerca de 30, estiveram na Alesc pressionando os deputados para que o projeto fosse novamente apresentado. Procuraram deputados da Comissão de Finanças. A pressão deu resultado e, na manhã de quarta-feira, o deputado Gilmar Knaesel (PSDB) apresentou parecer pela concessão do aumento no vale-alimentação, mas sem acrescentar a retroatividade e a incorporação de insalubridade, tiraram o bode da sala. A proposta foi aprovada, com voto contrário apenas de Luciane Carminatti (PT) - o cumpanheiro Neodi Saretta votou a favor.

    Para Knaesel o parecer foi resultado de “exaustivas negociações” e que os servidores do TCE trouxeram esclarecimentos sobre o reajuste. Ah tá!
O argumento utilizado na CCJ para negar o aumento era de que uma lei aprovada no final de 2009 já havia incorporado o antigo auxílio-alimentação dos funcionários do TCE, de cerca de R$ 1 mil, aos salários.
Contas de LHS
Nessa novela que envolve ameaças, chantagem e pressão de todos os lados, um fato parece ser de crucial importância na hora da decisão sobre o aumento que o TCE quer: as contas do último ano (2010) do governo Luiz Henrique da Silveira.
Essa é uma das "cartas na manga" que o Tribunal de Contas tem para usar no momento oportuno. Julgadas em abril de 2011, com 19 ressalvas e 21 recomendações, as contas até hoje não chegaram ao conhecimento do contribuinte.
Por que?
Esse resultado provavelmente está sendo usado como peça de troca. É assim que funciona. Nada justifica contas julgadas em abril e mantidas até hoje sob sigilo, ainda mais que já se sabe a quantidade de "ressalvas" e "recomendações".
Isso é escandaloso! É uma vergonha!!!!!!
Nós, contribuintes, queremos saber dos rolos que o governador Luiz Henrique da Silveira fez com o nosso dinheiro!
Chantagem
Fora todas as pressões, expedientes usados por auditores e fiscais do TCE, deixam bem claro o nivel da brigaçada que acontece nos bastidores desses órgãos que nós, reles mortais, nem imaginamos. É uma briga de foice no escuro, tudo em benefício próprio.
Um órgão que é encarregado de fiscalizar para onde vai o nosso dinheiro, acaba usando as informações que detém para um jogo de toma lá dá cá nada republicano.
E-mails recebidos por deputados e pelo presidente da Alesc, Gelson Merísio, oriundos de fiscais e auditores do TCE, comprovam o nível de chantagem usado por funcionários públicos em benefício próprio.
Leiam abaixo os e-mails ameaçadores e chantagistas:




"www.quandoaestupidezvestefarda.com.br". by Deise


by Acerto de Contas

 

General Newton Cruz:
 o “nosso Mussolini”

 


O episódio do vídeo acima aconteceu no dia 17 de dezembro de 1983. O militar que concede a entrevista é o general Newton Cruz, que já foi chefe do SNI e, à época do vídeo acima, era comandante militar do Planalto. O jornalista agredido se chama Honório Dantas, da Rádio Planalto. Na cena pitoresca fica bem explicito o conceito refinadíssimo de “democracia” que o gal. possui, além de deixar exposta toda a sua “respeitabilidade” para com um profissional da comunicação.
Pesquisando na internet, achei um texto de Nelson Cadena, que explica melhor o que aconteceu.
 O gal. Newton Cruz foi aquele a que o ex-presidente João Figueiredo chamava cinicarinhosamente de “nosso Mussolini”.

Pelo comercial anunciando a entrevista que irá ao ar, percebemos que o gal. Cruz continua ostantando toda sua robustez.







“O General que engravatou o jornalista”

Artigo de Nelson Cadena,
publicado originalmente no Portal Imprensa em 09/06/2008
No Natal de1983 (17/12) o todo poderoso general Newton Cruz, então comandante militar do Planalto, o “nosso Mussolini” na cínica observação do presidente João Figuereido, convocou uma entrevista coletiva com o objetivo de prestar contas à nação sobre as medidas de emergência em vigor desde 19/10 do referido ano. Já fazia dois meses que o Presidente da República, através do decreto Nº 88.8888, estabelecera medidas de emergência em Brasília a pretexto de preservar a ordem pública, mas com o objetivo explícito de sufocar o movimento das “Diretas Já” que tomava conta do país.
A Invasão da sede da OAB, então presidida por Mauricio Corrêa, em 24/10, era a mais contundente expressão do regime, naquele momento político de incertezas, o fim de um longo ciclo de autoritarismo que teimava em desafiar o processo de abertura em curso. O certo é que o truculento General Cruz, ex-chefe do SNI, envolvido com o seqüestro e morte do jornalista Alexandre Von Baumgarten em 1982 (inocentado mais tarde pela justiça por falta de provas) e no ano anterior com o fracassado atentado do Riocentro (o general fora informado uma hora antes que militares pretendiam explodir uma bomba no local), convocava a entrevista para dar a sua versão sobre as medidas de emergência.


Começou acusando à imprensa de má fé, questionou o teor das noticias que os correspondentes em Brasília enviavam para os jornais, insistia nessa linha de confronto com os repórteres quando, de repente, se aborreceu com uma observação do radialista Honório Dantas, da Rádio Planalto.

Gravata e chave de braço

O radialista aproximava o gravador aos lábios do entrevistado quando foi surpreendido por um empurrão. O General, então, afastava o gravador e aos berros constrangia o jornalista: “Cale a boca, deixa eu falar e desligue essa droga”. Dantas afastou-se alguns passos e provocou, gravando: “De minha parte, depois de ser empurrado pelo general Newton Cruz, me sinto muito honrado”.
De costas, não percebeu a vulcánica reação do militar; descontrolado, livrou-se dos assessores que tentavam segurar o seu impulso, segurou o repórter pelo pescoço, em seguida aplicou-lhe uma chave de braço e na frente dos cinegrafistas ordenou:”Peça desculpas, moleque”. Dantas obedeceu: “desculpas”. Newton Cruz, ainda possesso, não se deu por satisfeito: “Não é assim. Diga eu peço desculpas”. O radialista repetiu a frase que a rede Globo exibiria à noite, durante o “Jornal Nacional”, revelando ao Brasil o destempero e truculência do comandante militar do Planalto.
(algo parecido aconteceu recentemente com o Senador Requiao... diferença de hoje para ontem.
A repercurssão nao foi abafada pelo espirito Natalino. Mas sim pela capacidade absurda da imprensa de FORMA GERAL
ter se portado como
Cinderelas Assustadas).
A repercussão do episódio foi sufocada pelo espírito de Natal, mas mesmo assim as entidades de classe reagiram emitindo comunicados de protesto; a Folha de São Paulo publicou um artigo assinado por Paulo Sérgio Pinheiro que destacou: “o abuso de autoridade e a agressão do general refletem a concepção que várias autoridades do regime fazem da imprensa e dos meios de comunicação”, observando:” sua excelência nada entende do funcionamento da moderna imprensa…apesar de sua larguíssima experiência no Serviço Nacional de Informações”.

O episódio inspirou, ainda, o título do livro de Fernando Jorge, Editora Vozes, sobre a violência contra a imprensa (Cale a Boca, Jornalista!) lançado em 1987.

A publicidade também se manifestou, através de uma pequena agência de Feira de Santana (VMA), interior da Bahia, que no dia seguinte publicou um anúncio sobre o episódio com o título: “Peça desculpas Sr General”. A 6º Região Militar pediu explicações à agência e ao jornal e o Prêmio Colunistas (premiação que destaca os melhores trabalhos publicitários) de 1984 conferia medalha de ouro à peça no formato de ¼ de página, mais pela coragem do que pelo layout.

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