terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Reconstruindo & (ainda) Aprendendo. by Deise

Hoje tirei o dia de folga, nao exatamente por opção. Cai na asneira de alugar minha casa no Ano Novo. Bem, terei que reformar a casa, pois desde os armarios e estantes quebraram. Nao limparam, os tapetes estavam podres dentro do tanque, sujaram paredes, quebraram botoes de ventilador de teto, nao me pergunte como quase explodiram meu fogão e a parede e o fogao estao completamente pretos. eu tive um PITTI. Na verdade passei rapidamente da cor natural para rosa chiclé, terminando em azul avatar. Contam pessoas que conheço,  que na cadeia pessoas porcas e relaxadas são chamadas de "Muca", e pessoas assim vão para o seguro, porque apanham se nao respeitarem o espaço alheio. E na cadeia feminina, mulheres porcas são analisadas pelas atitudes e comparadas com sua "pomba". Faço ideia do fedor das pombas, das mulheres que vieram para minha casa. Para controle de voces, eram no minimo 5. Foi realmente um pesadelo. E nunca mais alugo minha casa, sem  que antes me mostrem fotos da sua propria. Para que eu possa decidir se alugo a casa ou o canil. Pois meus animais jamais chegam perto, mantenho-os livres como deve ser. E dá pra comer no chão do canil deles. meus leitores hoje que chegam a 550 dia,  infelizmente hoje ficarão na mao. Por que não sou "Muca" e nao consigo sobreviver à bagunça. sujeira e estrago.  MUITO MAIS CUIDADO TENHO, com as coisas alheias. Este é o principio básico da educação e civilidade.


segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Partindo da premissa que a carta é verdadeira, o policial existe e ele faz muito bem e decentemente seu trabalho, mantendo]se dentro da linha de trabalho que induz o leitor a crer, fico com uma pergunta que nao quer calar... Se no Pará os Delegados de Policia tem esta conduta ética e mantem os padroes sem abusar, será que é isso que esta incomodando a ponto de quererem dividi-lo em tres????? by Deise

by MM
 
 
BRASIL: OS PERSEGUIDOS PELA BURGUESIA.
 
 
CARTA DE UM POLICIAL PARA UM BANDIDO

Senhor Bandido.
Esse termo de senhor que estou usando é para evitar que macule sua imagem ao lhe chamar de bandido, marginal, delinquente ou outro atributo que possa ferir sua dignidade, conforme orientações de entidades de defesa dos Direitos Humanos.
Durante vinte e quatro anos de atividade policial, tenho acompanhado suas "conquistas" quanto à preservação de seus direitos, pois os cidadãos, e especialmente nós policiais, estamos atrelados às suas vitórias, ou seja, quanto mais direito você adquire, maior é nossa obrigação de lhe dar segurança e de lhe encaminhar para um julgamento justo, apesar de muitas vezes você não dar esse direito às suas vítimas.
Todavia, não cabe a mim contrariar a lei, pois me ensinaram que o Direito Penal é a ciência que protege o criminoso, assim como o Direito do Trabalho protege o trabalhador, e assim por diante.

Questiono que hoje em dia você tem mais atenção do que muitos cidadãos e policiais. Antigamente você se escondia quando avistava um carro da polícia; hoje, você atira, porque sabe que numa troca de tiros o policial sempre será irresponsável em revidar. Não existe bala perdida, pois a mesma sempre é encontrada na arma de um policial ou pelo menos a arma dele é a primeira a ser suspeita.
Sei que você é um pobre coitado. Quando encarcerado, reclama que não possuímos dependências dignas para você se ressocializar. Porém, quero que saiba que construímos mais penitenciárias do que escolas ou espaço social, ou seja, gastamos mais dinheiro para você voltar ao seio da sociedade de forma digna do que com a segurança pública para que a sociedade possa viver com dignidade.
Quando você mantém um refém, são tantas suas exigências que deixam qualquer grevista envergonhado.

Presença de advogados, imprensa, colete à prova de balas, parentes, até juízes e promotores você consegue que saiam de seus gabinetes para protegê-los. Mas se isso é seu direito, vamos respeitá-lo.
Enfim, espero que seus direitos de marginal não se ampliem, pois nossa obrigação também aumentará.
Precisamos nos proteger. Ter nossos direitos, não de lhe matar, mas sim de viver sem medo de ser um policial.
Dois colegas de vocês morreram, assim como dois de nossos policiais sucumbiram devido ao excesso de proteção aos seus direitos. Rogo para que o inquérito policial instaurado, o qual certamente será acompanhado por um membro do Ministério Público e outro da Ordem dos Advogados do Brasil, não seja encerrado com a conclusão de que houve execução, ou melhor, violação aos Direitos Humanos, afinal, vocês morreram em pleno exercício de seus direitos.

Autor:Wilson Ronaldo Monteiro
Delegado da Polícia Civil do Pará



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Que coisa... by Deise

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