domingo, 25 de setembro de 2016

2O DORES CORPORAIS E A RELAÇÃO DELAS COM OS SENTIMENTOS – SUA DOR PODE SER EMOCIONAL!



A dor fala mais do que estamos vivendo do que se imagina.
Se você está sofrendo com algum tipo de dor, este post pode ajudar a encontrar a causa. Não se assuste se essa causa não for uma inflamação ou lesão, mas um problema emocional.
Preparamos esta matéria com muito carinho. Pois temos certeza de que ela vai ajudar muitas pessoas, que poderão se livrar de sua dor física a partir do instante que se curarem da dor interior.
Aprenda a decodificar a mensagem do seu corpo e seja mais feliz:

1. Dores musculares: revela que a pessoa está com dificuldades em aceitar mudanças.
A pouca flexibilidade na vida pode ser prejudicial, procure se adaptar às novas situações.

2. Dor de cabeça: você tem uma decisão a tomar?
Então se posicione!
A tensão provoca estresse. Procure relaxar e deixar a mente mais leve.

3. Dor de garganta: esta é uma dor bem comum e pode ser o indicador de que você está com problemas de perdoar, seja os outros ou até a si mesmo(a).
Reflita sobre o amor e a compaixão.

4. Dor nas gengivas: talvez seja a dificuldade de tolerar ou de tomar decisões.
A indecisão e o desconforto causado por ela são muito perigosos! Cuidado!

5. Dor nos ombros: pode indicar uma sobrecarga emocional. Não carregue tanto peso sozinho(a), distribua. Além disso, não acumule problemas, resolva-os.

6. Dor de estômago: parece engraçado, mas é real.
Se você não “digeriu” bem alguma situação ruim, pode ter dores no estômago.

7. Dores na parte superior das costas: procure alguém para compartilhar os problemas e alegrias.
Este pode ser o indício de que você precisa de apoio emocional.

8. Dor na região lombar: pode ser sinal de falta de dinheiro ou de apoio emocional.
Seja otimista e reaja.

9. Dores no sacro e cóccix: há situações que precisam ser resolvidas e você está ignorando?
Pense bem.

10. Dor de cotovelo: outra parte do corpo que está bem relacionada à resistência a mudanças.
Ouse! Se não for possível, pelo menos trabalhe sua mente para se ver livre do que está pressionando.

11. Dor nos braços: é pesado carregar algo ou alguém com muita carga emocional.
Veja se é necessário mesmo fazer isso. Reflita sobre o assunto.

12. Dor nas mãos: mostra falta de conexão com as pessoas ao seu redor.
Procure fazer novos amigos e estreitar os laços de amizade com os mais antigos.

13. Dor nos quadris: se você anda com medo de agir, isso pode resultar em dor nos quadris. Está pensando em novas ideias?
Posicione-se! Isso vai lhe dar grande alivio.

14. Dor nas articulações: músculos e articulações são flexíveis.
Seja como eles: procure novas experiências na vida – com responsabilidade.

15. Dor nos joelhos: provavelmente seja o orgulho. O que acha de ser humilde e aceitar as diferenças e circunstâncias?
Sabemos que não é fácil. No entanto, é necessário. Você é mortal, como todos os outros – não perca tempo e viva em amor.

16. Dor de dente: pense positivo. Se estiver em situações difíceis, tenha fé que tudo será resolvido.
Esta dor simboliza um fato que não está agradando a você.

17. Dor no tornozelo: seja mais tolerante com si mesmo(a).
Permita-se ser feliz e não cobre tanto. O que acha que dar um toque especial na vida amorosa?

18. Dor que causa fadiga: viva novas experiências.
Livre-se do tédio!

19. Dor nos pés: um novo passatempo ou um animalzinho de estimação pode pôr fim à vida deprimida de qualquer pessoa. Não permita pensamentos negativos, e os positivos farão você “voar”.

20. Dores em várias partes do corpo: nosso corpo é formado por energia.
Se você estiver uma pessoa muito negativa, vai sofrer dores e ter uma queda na imunidade.
Cuidado!
__________
Fonte: Cura Pela Natureza

“Sem a PEC do teto de gastos, viveremos colapso fiscal”



Deputado Darcísio Perondi, relator da PEC 241, afirma que Dilma deveria ser presa por crime fiscal

Márcio Juliboni

O deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS) não tem dúvidas sobre a urgência de se aprovar a PEC 241, que cria um teto de gastos públicos. Sem esse freio, ele prevê insolvência da União, volta da hiperinflação e corrida aos bancos.

Relator da matéria na Câmara, o parlamentar afirma que o consenso sobre o assunto na base aliada é cada vez maior, o que o leva a confiar na sua aprovação. Olhando em retrospectiva, ele culpa Dilma e sua equipe pelo estado de penúria em que o país se encontra: “Deveriam estar presos”, afirma. Leia, a seguir, os principais trechos da conversa:

O Financista: O mercado teme que, para aprovar a PEC, o governo faça tantas concessões que a proposta não sirva mais a seus propósitos originais. Há esse risco?

Darcísio Perondi:
 A PEC será aprovada, porque o povo já está sofrendo. A crise é verdadeira e é sentida em todo o país. Então, há essa consciência na base aliada de que é preciso afastar o colapso fiscal.

O Financista: É possível, realmente, aprovar a PEC de gastos neste ano?

Perondi: Sim. A cada dia, cresce o apoio dos partidos da base aliada. É cada vez maior a consciência de que ou se implanta um novo regime fiscal no país ou viveremos um colapso das contas públicas.

O Financista: Qual é, efetivamente, o peso da PEC para o ajuste?

Perondi: As contas públicas são um paciente em estado grave e que permanecerá muito tempo na UTI. É por isso que a PEC prevê um longo período de vigência do teto. Em quatro ou cinco anos, é possível gerar algum superávit primário. Mas a dívida bruta é tão explosiva que continuará crescendo por mais tempo. Talvez, ela se estabilize e comece a cair a partir do oitavo ano. Agora, depois da PEC, são necessárias outras medidas. A PEC 241 não sobrevive sem a reforma da Previdência. Sem isso, há um sério risco de cairmos na insolvência, hiperinflação e corrida aos bancos.

O Financista: Como conciliar o teto de gastos com despesas obrigatórias, como saúde e educação?

Perondi: Só um governo corajoso apresenta um projeto desses. É preciso lembrar que os gastos com a educação têm um piso constitucional. Estamos estudando o assunto. É preciso lembrar, também, que a desvinculação de receitas está assegurada. Tudo isso vai estimular os parlamentares a trabalhar com um orçamento real. O Congresso sairá mais empoderado com a PEC 241.

O Financista: Como o senhor definiria a gestão petista, no campo fiscal?

Perondi: O PT é o responsável pela atual penúria. Nos últimos sete anos, os gastos subiram 50%, bem acima da arrecadação. O crime fiscal foi muito pior que a corrupção praticada pelo governo anterior. Barbosa, Dilma, Mantega, Augustin, todos deveriam estar presos pelo que fizeram com as contas nacionais. Não estou falando nem de corrupção.

Gratidão é dívida que não prescreve. "Amar é faculdade, cuidar é dever".#Abandono_afetivo


Alguns dos familiares visitam seus parentes, mas a
maioria dos idosos espera anos e anos por uma
simples chamada, que nunca chega… Atualmente
as pessoas estão ocupadas com o seu dia a dia,  e 
não se lembram, ou não querem lembrar, de visitar 
quem os criou.E assim, tristes e depressivos,  
morte chega para os mais velhos, depois de anos de
solidão. 






“O que é que vocês veem, enfermeiras? 
O que é que vocês veem?
O que é que vocês pensam quando me olham?
Uma velha rabugenta, não muito inteligente.
Com hábitos estranhos e olhar distante.
Aquela que a comida cai dos cantos dos lábios e
 nunca responde.
Aquela a quem dizem alto: ‘Pelo menos você
 poderia tentar’.
A que parece não ter consciência das coisas que 
vocês fazem.
E que sempre perde alguma coisa. A meia ou o sapato?
Aquela que, sem resistir ou não, deixa que vocês 
façam o que quiserem.
Que passa grande parte de seus dias no banheiro
 ou a comer.
É isso que vocês acham? É isso que vocês veem?
Pois então, enfermeiras, abram seus olhos, você 
não me veem.
Vou vos dizer quem eu sou, agora que estou sentada
, fazendo o que
 vocês me dizem e comendo o que vocês pedem:
Eu sou uma garota de 10 anos, com pai e mãe,
irmãos e irmãs, que se amam.
Uma menina de 16 anos com asas nos pés,
que sonha em breve encontrar o amor.
Uma noiva de 20 anos, com o coração aos saltos,
Recordando os votos que prometeu cumprir.
Com 25 anos já tem seus próprios filhos,
que vai orientar e a quem vai fornecer um lar seguro.
Uma mulher de 30 anos, cujos filhos crescem rápido,
Unidos com laços que devem durar.
Aos 40, meus filhos jovens cresceram e se foram.
Mas meu marido está comigo para que eu não fique
 triste.
Aos 50, voltam a jogar bebês novamente no meu colo.
Eu e o meu amor voltámos a conhecer crianças.
Dias negros se aproximam, meu marido está morto.
Olho para o futuro e estremeço.
Meus filhos têm os seus próprios filhos.
E penso nos anos e no amor que conheci.
Agora sou uma mulher velha. A natureza é terrível.
Eu rio da minha idade como uma idiota.
Meu corpo está frágil. A graça e a força se despedem.
Agora só existe uma pedra onde batia o coração.
Mas dentro dessa velha carcaça ainda vive uma 
jovem mulher.
E o meu coração maltratado incha.
Lembro-me das alegrias, lembro-me das tristezas.
E eu vivo e amo todos os dias.
Penso nos anos, tão poucos e que foram tão rápido.
Eu aceito o fato de que nada é para sempre.
Então abram seus olhos. Abram e vejam.
Nada de velhas resmungonas.
Olhem mais de perto. Vejam-se"!




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