segunda-feira, 25 de março de 2013

FHC afirma: “Eles tinham duas grandes metas, uma ligada ao socialismo e outra ligada à ética. De socialismo nunca mais ninguém falou. E de ética? Meu Deus, não sou eu quem vai falar a respeito do que está acontecendo”.

26 de fevereiro de 2013


Prosélitos de São Serapião,

Nosso Pharol e Genial Guia, incorporado mediunicamente e materializado em sessão solene num terreiro tucano em Béulzonte, com o ectoplasma de fórmula química orgânica F-H-C, pronunciou umalerta à nação quanto a usurpação que tantas e tantas vezes foi denunciada nesse sítio de bons homens de bens e benzs.
Sempre em boa companhia nosso Pharol destila sabedoria

      O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso chamou ontem de “ingrata” a presidente petista Dilma Rousseff, disse que ela “cospe no prato que comeu” e acusou o PT de ter “usurpado” propostas tucanas após chegar ao poder em 2003.  Exclamou F-H-C: “O que é que a gente pode fazer quando a pessoa é ingrata? Nada. Cospe no prato que comeu. Meu Deus”.     
    “Quem não tem projeto é quem está no governo, porque eles pegaram o nosso. O que aconteceu no Brasil foi uma usurpaçãode projeto.”  
   “Eles tinham duas grandes metas, uma ligada ao socialismo e outra ligada à ética.  De socialismo nunca mais ninguém falou. E de ética? Meu Deus, não sou eu quem vai falar a respeito do que está acontecendo”
Com seu partido campeão da ética e da honestidade, F-H-C sabe o que diz
AQUI mais exemplos da irreprochável conducta thucana.

F-H-C sabe do que se trata, uma simples comparação entre os desempenhos do excelente governo dos bons, honestos e competentes demothucanos e os desgovernos lamentáveis do apedeuta e da búlgara, prósperos em corrupção e sem resulthados a apresenctar, é desastroso para os petralhas, que hoje se apresentam como meio pophulistas, meio comunistas, meio bolivarianos, enganar a gentalha ignorante e tentar se perpetuar no phoder a qualquer custo é o que importa a eles.

Uma comparação que demonstra a clara e acachapante superioridade thucana
Que certamente se refletiu na maior aprovação – de longe – do governo demothucano

Os poucos resultados obtidos pelos desgovernos petralhas foram de programas e ações usurpadas do PSDB, como bem afirmou o phantasma grande filho da pátria e intelectual PhD.  Todas as variáveis e resultados comparativos demonstram a superioridade de quem é superior, de quem voa alto, dos bons pássaros de rica e cheirosa plumagem sobre a rataiada suja e fétida e suas infestações marxistas leninistas, é só uma questão de comparar resultados.  F-H-C só não menciona tais números,  inphormações e dados porque é modestho, porque isto é coisa de criança.




by Hariovaldo Almeida Prado

domingo, 24 de março de 2013

Novo procurador quer banir todo conteúdo que, em sua avaliação, represente calúnia, injúria ou difamação a colegas. No 1º semestre de 2012, órgãos públicos tentaram remoção de 2.310 conteúdos nas plataformas do Google


Câmara dos Deputados flerta com a censura na web

Laryssa Borges e Renata Honorato

Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil
Câmara dos Deputados (Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil)
Recém-empossado no cargo de procurador da Câmara dos Deputados, o deputado Cláudio Cajado (DEM-BA) flerta com a censura na web. Ele pretende banir da internet todo conteúdo que, em sua avaliação, represente calúnia, injúria ou difamação a congressistas. Sob o argumento de ser “responsável pela defesa da honra e da imagem da instituição e de seus parlamentares”, o parlamentar quer fechar um acordo com o Google para facilitar a retirada de vídeos do YouTube e textos do Blogger, ambas plataformas da empresa, sem necessidade de notificação judicial.
A ideia do deputado é tornar sistemáticas iniciativas ocorridas nas eleições de 2012, quando candidatos a prefeito e vereador pleitearam a retirada do ar de conteúdos que não lhes eram simpáticos, sendo em muitos casos atendidos pela Justiça Eleitoral. Na época, a Polícia Federal chegou a deter o diretor-geral do Google no Brasil, Fábio Coelho, porque a empresa, que ainda recorria de uma decisão judicial, não havia banido vídeos desfavoráveis a Alcides Bernal (PP), um dos candidatos a prefeito de Campo Grande (MS).
Segundo relatório do Google, entre janeiro e junho de 2012, órgãos das diferentes esferas do poder público (federal, estadual e municipal) solicitaram a remoção de 2.310 conteúdos publicados em suas plataformas — Picasa, YouTube, Orkut e Blogger, além do próprio serviço de buscas. Metade dos pedidos (1.231, ou 53%) alegava que o material não passava de pura difamação. A Procuradoria da Câmara trabalha para aumentar as estatísticas. Atualmente, o órgão tenta negociar com a companhia dois casos de remoção de conteúdo considerado impróprio pelos deputados envolvidos e também pelo procurador Cajado.
O levantamento do Google não filtra as solicitações vindas a partir dos deputados federais, mas a empresa garante que o volume de pedidos a cada semestre é de pouco mais de uma centena. "Nos períodos eleitorais, esse número dobra ou triplica", explica Felix Ximenes, diretor de comunicação do Google Brasil. A companhia reitera ainda ainda que sua posição é de defesa do direito de acesso à informação e da liberdade de expressão. "Informação geralmente significa mais escolhas, mais poder, melhores oportunidades econômicas e mais liberdade para as pessoas", disse publicamente o presidente da companhia, Fábio Coelho, na ocasião de suadetenção, no ano passado.
Cajado é contra esse "excesso de liberdade" na internet e não se acanha ao expor a intenção de facilitar a remoção de conteúdo envolvendo congressistas. "Temos que estabelecer essa discussão sobre as ofensas em vídeos e textos independentemente da Justiça, pelo bom senso das pessoas", justificou o deputado ao site de VEJA. Logo após assumir o posto de procurador da Câmara, ele procurou o Google. Argumentou que a retirada imediata de vídeos considerados ofensivos seria uma reposta à uma "violação ao espírito democrático que deve prevalecer nas relações entre Poder Legislativo e meios de comunicação".
Saulo Cruz/Agência Câmara
Veja

O Pesadelo de Hitler: Hitler era descendente de negros e judeus, diz teste de DNA



23 de agosto de 2010  15h40 
 atualizado em 27 de agosto de 2010 
Adolf Hitler é visto ao lado de um carro após ser solto da prisão de Landsberg, em 1924. Foto: AFP

Exames de DNA realizados com parentes do ex-líder nazista Adolf Hitler revelaram que ele era descendente de pelo menos dois "grupos" que desprezava: judeus e negros. Segundo a revista belgaKnack, o jornalista Jean-Paul Mulders pegou um guardanapo usado por um sobrinho-neto de Hitler que vive em Long Island, nos Estados Unidos, e mandou o material para testes. As informações são do jornalDaily Mail.

A análise da amostra levou Mulders até a Áustria, onde ele descobriu que um agricultor identificado como Norbert H. era primo do ditador. O jornalista, junto com o historiador Marc Vermeeren, encontrou também outros 39 parentes distantes de Hitler no país. Norbert H. concordou em fornecer material genético para os exames.

Utilizando as duas amostras, especialistas chegaram à forma particular do DNA, Haplopgroup E1b1b - que é rara na Alemanha e em toda a Europa Ocidental. "É mais comumente encontrado no Marrocos, na Argélia, Líbia e Tunísia", disse Jean-Paul Mulders. Especialistas suspeitam que o grupo genético seja o mesmo ao qual pertencem uma das maiores linhagens de famílias judaicas. "Pode-se dizer, a partir desta premissa, que Hitler era parente de pessoas que ele desprezava", afirmou o jornalista na revista

by Uol

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