26/06/2012

Celebração dos 128 anos do Hospital Psiquiátrico São Pedro começa amanhã em Porto Alegre com diversas atrações


Governo do Rio Grande do Sul

Apresentações teatrais, exposições, palestras e festas marcam a agenda de celebração dos 128 anos do Hospital Psiquiátrico São Pedro (HPSP) nesta quarta-feira (27), a partir das 9 horas. A programação começa com a peça "A Caravana da Ilusão", como grupo Povo da Rua, que será apresentada no pátio da instituição com participação da comunidade.

Na quinta-feira (28), às 10h, acontece a palestra sobre Saúde da Mulher. no anfiteatro do Hospital, e na sexta-feira (29) encerram-se as comemorações com a celebração de missa na capela do Hospital e, após as 10h, um arraial junino marca a data de fundação da instituição.

Um pouco da história do HPSP

O Hospital Psiquiátrico São Pedro, nomeado Hospício São Pedro em homenagem ao padroeiro da Província, primeira instituição psiquiátrica de Porto Alegre e da Província de São Pedro, foi fundado em 13 de maio de 1874 e inaugurado somente dez anos após, em 29 de junho, data consagrada a São Pedro. Foi o sexto asilo/hospício de alienados durante o Segundo Reinado no Brasil (1841-1889). Designado como Hospício São Pedro até 1925, passou a ser chamado de Hospital São Pedro. Em 1961 assumiu a atual identidade de Hospital Psiquiátrico São Pedro. Atualmente, a instituição, que passa por transformações em consequência da Reforma Psiquiátrica, desempenha a missão de cuidar dos doentes mentais e formar recursos humanos para esta finalidade, sendo referência para 88 municípios da região metropolitana de Porto Alegre.

As futricas da CPMI do Cachoeira. Agora investigam o decorador da casa de Cacheira


A CPMI do Cachoeira volta para patinar em erros ao vivo. Foca em depoimentos, na politicagem de convocações de cunho político/partidário, e deixa de averiguar as provas documentais que já tem em mãos.

Entendo, deve ser muito chato ficar lendo relatórios e escutando conversas alheias, mas há uma legião de assessores bem pagos que podem executar essa função. Mas claro, isso não dá para ser transmitido ao vivo e pode de fato descobrir ou elucidar as ligações da quadrilha do Cachoeira com o poder público. Isso é tudo que a CPMI não quer.

Portanto, quem quiser perder tempo, acompanhe a CPMI do Cachoeira. Neste momento, por exemplo, os digníssimos parlamentares estão escutando o depoimento do decorador da casa do Cachoeira. Choquei, coração!

Gente, vocês não vão acreditar! Neste momento o relator está perguntando onde o papel de parede foi comprado! No depoimento da mulher de Cachoeira ele vai perguntar sobre vestidos ou apetrechos de sua sex shop?

Dr Rosinha (PT), autor da convocação do decorador de Cachoeira, não está presente na sessão da CPMI, porque está ocupado tentando derrubar a Constituição do Paraguai. Ô raça!

by Prosa e Politica

Cassação: advogados de Cido Sério confrontam sentença





Os advogados Hélio Freitas de Carvalho da Silveira e Ademar Aparecido Costa Filho, que fazem a defesa do prefeito Cido Sério (PT) no processo que determinou sua cassação, rebateram decisão da Vara da Fazenda Pública. Em nota à imprensa, os defensores elencam quatro pontos da decisão que, no entendimento de cada um, destoam da jurisprudência firmada pelos tribunais para casos semelhantes, no caso STF (Supremo Tribunal Federal) e STJ (Superior Tribunal de Justiça).

Na nota, os advogados dizem que a Vara da Fazenda Pública deixou de levar em conta que prefeitos respondem diretamente ao TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) ou à Câmara, em processos por improbidade. E afirmam que o prefeito foi condenado "sem comprovação de dolo ou culpa em sua atuação". 

Os advogados ainda alegam que o juiz responsável pela sentença "assume a existência de lesão aos cofres públicos, ainda que tenham sido entregues todos os produtos, com preços compatíveis com os praticados no mercado", e aplica todas as penas previstas, em seu grau máximo, o que não seria permitido por jurisprudência. Após analisarem a sentença, os advogados informam que ingressarão com recurso perante a própria Vara da Fazenda Pública e, caso não obtenham êxito, recorrerão ao TJ-SP.

A ação por improbidade contra o prefeito Cido Sério foi proposta, após análise do Ministério Público a informações sobre licitação executada pela Prefeitura em 2009contidas em representação do ex-vereador Marcelo Andorfato (sem partido), adversário político do atual chefe do Executivo.
A Promotoria Cível levou em consideração, para concluir que a Prefeitura pagou além do que devia pelos materiais, levantamento de preços feito pelo próprio MP, proposta apresentada por uma empresa desclassificada da licitação pelo fato de não apresentar amostra de produtos na abertura dos envelopes das fornecedoras concorrentes e auditoria feita no ano da compra dos kits pela assessoria técnica do Tribunal de Contas do Estado.

No entendimento da Promotoria, a Prefeitura comprou kits escolares com diferença51,30% superior ao ofertado pela empresa que acabou desclassificada. À SS Silveira & Silveira, o município pagou pelos materiais adquiridos R$ 2.623.077,83. Essa quantia é, segundo o MP, R$ 1.345.821,61 maior que a proposta de R$ 1.277.256,22feita pela empresa Acolari Indústria e Comércio de Vestuário, sacada da licitação. Ao calcular o percentual de majoração pago pela Prefeitura na compra dos kits, o MP entendeu que os 51,30% correspondem à diferença do que foi paga e a proposta desclassificada.

by Sérgio Guzzi, na Folha da Região:

Em Alta

Anatomia de uma Versão: Como a sociedade é manipulada sem perceber

by Deise Brandão Existe uma diferença brutal entre informação e reprodução de roteiro . No jornalismo investigativo e na perícia forense, a...

Mais Lidas