terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Surrupiado de Marisa Bonfada. E naõ é bem assim???? Bem, por enquanto mantenho, mesmo que deficientes, meu corpo como veio ao mundo. Odeio a ideia de quqlquer coisa que nao seja minha habitando meu corpo. Realmente, se eu tivesse que ganhar a vida usando a vaidade, morreria de fome, e na sargeta. Detesto vaidade. É sem dúvida, para mim, o maior pecado capital. Ele acaba levando a todos os outros. by Deise


Duas amigas ao telefone:
 - Oi, me conta como foi o encontro de ontem a noite?
- Horrível, não sei o que aconteceu...
- Mas por que? Não te deu nem um beijo?
- Sim... beijar, me beijou. Mas me beijou tão forte que meu dente postiço da frente caiu e as lentes de contato verdes saltaram dos meus olhos...
- Não me diga que terminou por aí.
- Não, claro. Depois pegou o meu rosto entre suas mãos, até qu...e tive que pedir que não o fizesse mais, porque estava achatando o botox e me mordia os lábios como se fossem de plástico... Ia explodir o meu implante de colágeno e quase sai o mega hair!!!!
- E... não tentou mais nada ?
- Sim, começou a acariciar minhas pernas e eu o detive, porque lembrei que não tive tempo para me depilar. E além do mais, me arrebatou com uma luxúria e estava me abraçando tão forte que quase ficou com minhas próteses da bunda nas suas mãos e estourou meu silicone do peito...
- E depois, que aconteceu ?
- Aí então, começou a tomar champagne no meu sapato... - Ai, que romântico... !!!
- Romântico o cac*te ! Ele quase morreu!!!
- E por quê? - Engoliu meu corretor de joanete com a palmilha do salto...
- Nossa, que ele fez ? - Você acredita que ele broxou e foi embora? Acho que ele é viado.
- Só pode!
 

Isso só pode ser um deboche. O problema é se não for. E a sra. Presidente realmente acreditar nisso.Eis o modelo do Brasil, em Educação, Solidariedade, seriedade e igualdade. Va se danar sra. Presidente. De preferencia juntamente com seus agregados. by Deise







Estadão

 

Na 'Economist', Dilma diz que

 'modelo brasileiro' é solução para crise

    SÃO PAULO - A presidente Dilma Rousseff defendeu o controle da economia pelo Estado e os programas de transferência de renda no País - características de um modelo de combate à crise financeira mundial apresentados em um artigo publicado na revista britânica The Economist. Dilma afirma que os governos devem agir para evitar a instabilidade econômica e a desigualdade de renda provocadas por mercados sem regulação.
O artigo integra a revista 'The world in 2012', a mais recente edição de um projeto anual da The Economist com previsões e comentários sobre a economia e a política mundiais.
No texto, a presidente afirma que os países desenvolvidos podem tomar como lição o 'modelo brasileiro' de crescimento, apoiado em políticas salariais sólidas e o combate às desigualdades sociais.
'O acúmulo de dívidas não substitui o aumento de salários, e a autorregulação do mercado não substitui a regulação governamental', escreveu. 'O mundo rico agora busca um modelo econômico mais equilibrado e existem algumas políticas comuns que todos deveríamos perseguir em 2012 para construir democracias sustentáveis e inclusivas.'
Sem citar especificamente o nome de programas como o Bolsa Família, Dilma avalia que a transferência de renda para os mais pobres ajudou a expandir o consumo no Brasil e criou novas oportunidades de investimento. 'Hoje, o mercado consumidor crescente do Brasil sustenta o desenvolvimento econômico não só do Brasil, mas de toda a sua região', afirma.
Para a presidente brasileira, o mundo precisa elevar salários ao aumentar a produção para beneficiar a classe média. 'O mercado, por si só, não melhora a distribuição de renda. É necessária a ação dos governos.'
No artigo da The Economist, Dilma critica a guerra cambial e o protecionismo nas disputas comerciais entre os países.
Após destacar uma transformação na balança de distribuição de riquezas no mundo e a
emergência de países como o Brasil, Dilma defende também a reforma de instituições internacionais - como a ONU, o FMI e o Banco Mundial. 'Os países em desenvolvimento precisam ser ouvidos, e suas preocupações e contribuições devem ser levadas em consideração', afirma.


IBGE registra PIB estável no terceiro trimestre
=
( *Economia brasileira tem crescimento zero no terceiro trimestre)

*grifo meu

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil ficou estável no terceiro trimestre contra o segundo trimestre deste ano, divulgou há pouco o IBGE. O resultado ficou dentro do intervalo das estimativas dos analistas consultados pelo AE Projeções, que iam de queda de 0,30% a uma expansão de 0,60% para o PIB nessa base de comparação, e em linha com a mediana projetada, de zero.

Na comparação com o terceiro trimestre de 2010, o PIB apresentou alta de 2,1% no trimestre passado, situando-se também dentro das estimativas ouvidas pelo AE Projeções, que variavam de altas de 1,80% a 2,90%, mas abaixo da mediana, de 2,40%.

Ainda segundo o instituto, o PIB brasileiro acumula altas de 3,2% no ano e de 3,7% nos últimos 12 meses, até setembro. Apenas no terceiro trimestre de 2011, o PIB em valores correntes somou R$ 1.046,7 bilhões.

No período o PIB da indústria apresentou retração de 0,9% contra o trimestre imediatamente anterior, mas expansão de 1% na comparação com o terceiro trimestre de 2010. Já o PIB da agropecuária subiu 3,2% em relação ao segundo trimestre e 6,9% na comparação com igual período do ano anterior. O PIB de serviços, por sua vez, mostrou queda de 0,3% contra o segundo trimestre do ano e alta de 2% ante igual período do ano anterior.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

O INGLÊS QUE ODIAVA O SEU NARIZ

by Fernando Jorge


Sei que várias pessoas não acham quase nenhuma utilidade no nariz. Monteiro Lobato, por exemplo, disse uma ocasião:
-Ora, ele só presta para servir de cavalo aos óculos!
Mas isto não é verdade, porque o nariz do homem tem a grande capacidade de destruir os micróbios quê por ele passam. É um fato científico.
O norte-americano Henry Lewis obteve estrondosas vitórias jogando bilhar com a ponta do nariz...
Gogol tem um personagem, chamado Kovaliev, que perde o nariz e após muitas peripécias o encontra. Diversos discípulos de Freud vêem na novela “O nariz” mais do que uma sátira. Descobrem nessa obra o reflexo caricaturesco da frustração sexual do autor de "Taras Bulba”.
Gregório de Matos cantou um

“Nariz de embono,
Com tal sacada,
Que entra na escada,
Duas horas primeiro que seu dono.”

Bernardo Guimarães divulgou no Rio de Janeiro, em 1858, o seu poema “O nariz perante os poetas", no qual faz esta pergunta:

“Se bem me lembro, a Bíblia em qualquer parte
Certo nariz ao Líbano compara;
Se tal era o nariz,
De que tamanho seria a cara?!...”

Alf Smith foi um inglês que sentiu pelo seu nariz uma repulsa sem limites. A sua tragédia iniciou-se em 1950, quando ele tomou parte numa briga, saindo dela com o nariz quebrado e rasgado por uma navalha. Smith adquiriu um aspecto tão grotesco que chegava a ter vergonha de sair de casa. Ficou obcecado pelo seu nariz em pandarecos. Certo dia resolveu procurar um especialista em cirurgia plástica. Submeteu-se a uma operação e ganhou novo nariz. Mas Smith não se sentiu satisfeito. O segundo nariz lhe desagradava enormemente. Voltou ao cirurgião e pediu-lhe outro, que estivesse mais de acordo com os traços do seu rosto. Foi feita uma segunda intervenção cirúrgica, que também surtiu o mesmo efeito negativo. Enraivecido, negou-se a pagar a operação...
Smith viveu torturado, num desolador estado de abatimento moral. Decidiu então consultar o melhor especialista britânico na matéria. Este, por setenta mil dólares, confeccionou-lhe um nariz invejável, digno de um deus grego. Smith, no entanto, ainda ficou aborrecido. Puxou uma pistola e apontando-a para o cirurgião, berrou:
-Quero outro nariz ou o mato!
A polícia prendeu-o e foi condenado a dez anos de prisão, dos quais cumpriu apenas um.
Conheço narizes de todos os tipos e condições sociais: petulantes, humildes, orgulhosos, plebeus, aristocratas.
O nariz possui tal força sugestiva que associamos seu aspecto aos sentimentos do dono. Um nariz pálido, não sei porquê, parece exprimir azedume, inveja. O arrebitado fornece impressão de jovialidade. O esguio, sugere um intelecto brilhante, inclinado à ironia.
Diversas caras estão com o nariz errado. Um narigudo tímido, medroso, em vez de ter um órgão nasal alongado, agressivo, devia ganhar um outro que fosse bem menor. Não se harmoniza ainda menos o nariz purpúreo, sanguíneo, nas feições impassíveis de uma pessoa fria, apática, carecida de entusiasmos.
 

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