domingo, 4 de abril de 2021

Bolsonaro rompe o silêncio e detona general Santos Cruz: “Vice do Lula”


3 de abril de 2021 Brasil




O presidente Jair Bolsonaro, durante sua última transmissão ao vivo realizada em sua página oficial no Facebook, quebrou o silêncio e rebateu indiretamente as declarações do General Santos Cruz, seu ex-ministro que tem dado entrevista à grande imprensa para tentar atrapalhar o governo federal.

“Tem três ou quatro generais da reserva, lamentavelmente, já trabalharam comigo, são as pessoas que a imprensa dá espaço em especial para tecer comentários. Quando essas pessoas lá atrás foram alçadas a cargos importantes, pessoas do PT, do PCdoB, do PDT, ou ministérios, não falavam nada”, disse.

Bolsonaro continuou: “Agora, no meu governo, vem um ‘cara de mau’, um deles, inclusive, já foi cogitado por Lula para ser vice dele. Quando a imprensa mostra três ou quatro generais falando isso, deixa transparecer, para quem não tem conhecimento das coisas, como se eles representassem, que tem uma associação de generais, de militares, isso não existe. É uma opinião pessoal deles”.

Jair mostrou a hipocrisia de militares que aceitavam calados serem comandados por comunistas e agora reclamam: “O que é lamentável? Quando estava sendo aparelhado por gente do PT, do PCdoB, não falavam nada. Agora que coloco generais de conduta ilibada… o Aldo Rebello, inclusive, colocou a Perpétua Almeida na secretaria de produtos de defesa e ninguém falou nada”.

Boslonaro afirmo que até ex-guerrilhos do Araguaia, como José Genoino, foram promovidos a importantes cargos no Ministério da Defesa durante os governos petistas: “O José Genoino, do Araguaia, foi assessor especial do ministro Jobim. Não falaram nada! Esses três ou quatro não falaram nada a respeito disso! O Celso Amorim, que foi filiado ao PT. Inclusive, teve um fato tenebroso do Celso Amorim na Venezuela, um problema gravíssimo lá, vindo de Cuba”

Bolsonaro alertou sobre os planos do PT: “Vejam a análise da conjuntura do PT em 2014, fizeram uma reunião e colocaram no papel. Vejam o que aconteceu com Dilma Rousseff em 2014 em Quito, no Equador, as medidas propostas por ela juntamente com o Foro de São Paulo. Lá na Bahia, ‘Onde Erramos’. Colocaram que erraram em não modificar o currículo das escolas militares”.

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sábado, 3 de abril de 2021

TRF-4 rejeita embargos de declaração com fato novo no caso do sítio de Atibaia. Lula foi condenado a 17 anos de prisão pelo TRF-4 pelo episódio do sítio de Atibaia


Por Danilo Vital
Revista Conjur

Por unanimidade, a 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região rejeitou os segundos embargos de declaração interpostos pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva relativos à condenação pelo caso do sítio de Atibaia (SP).




O julgamento foi realizado nesta quarta-feira (22/7) e terminou com o não-conhecimento do trecho que pedia conversão do feito em diligência, e pela rejeição dos demais pedidos (expostos em petição de quase 70 páginas).

Relator, o desembargador João Pedro Gebran Neto destacou que não há omissão a ser sanada. No caso, Lula foi condenado a 17 anos, 1 mês e 10 dias de prisão, por decisão em segundo grau em novembro de 2019.

"Já encerramos a jurisdição ordinária. Temos aqui o mero suprimento de eventuais omissões, contrariedades e descuidados do voto. São os segundos embargos de declaração. Na parte que estou conhecendo, não há omissão ser sanada. O que já é inconformismo da parte, que deverá buscar as vias recursais que entender adequadas", disse.

Na sessão por julgamento, a 8ª Turma do TRF-4 não entrou em pormenores da defesa de Lula, que interpôs os embargos baseada em documentos e planilhas apresentados em 17 de maio pela própria Odebecht à Justiça de São Paulo. A tese é de que houve ausência de voluntariedade nos acordos de delação premiados celebrados pela empresa, e que incriminaram o ex-presidente.

A defesa, que é feita pelos advogados Cristiano Zanin, Valeska Teixeira Martins, Maria de Lourdes Lopes e Eliakin dos Santos, vai aguardar a publicação do acórdão para recorrer.

Pedido
Os documentos citados pela defesa de Lula foram apresentados pela construtora em processos contra Marcelo Odebrecht. Entre eles, está uma planilha segundo a qual ex-executivos e colaboradores da Odebrecht receberiam por até nove anos valores da empresa sem qualquer tipo de prestação de serviço após a celebração dos acordos de delação premiada.

Conforme a defesa do petista, os documentos provam que a empreiteira pagou pelas "delações premiadas e pelo conteúdo que elas veicularam para tentar incriminar o ex-presidente Lula". Da planilha apresentada constam apenas beneficiários que fecharam acordos de colaboração com auxílio da empresa.

Por isso, a defesa de Lula pedia que TRF-4 autorize a realização e diligências para averiguar como foi organizado e comandado o processo de delação premiada da Odebrecht e quem apresentou a proposta de remuneração para executivos, colaboradores e terceiros para viabilizar os acordos.

Danilo Vital é correspondente da revista Consultor Jurídico em Brasília.

Jornalista faz a cronologia dos fatos que culminariam num suposto "golpe" para derrubar Bolsonaro


03/04/2021 às 11:10


Fotomontagem: Jair Bolsonaro e Regina Villela - Marcos Corrêa/PR; Reprodução
Nesta sexta-feira (2), a Jornalista Regina Villela denunciou toda a trama que estava por traz da exoneração do Ministro da Defesa, o General Fernando Azevedo e Silva.


Na segunda-feira (29/03), o Brasil inteiro ficou surpreso com as mudanças que ocorreram em seis Ministérios. Sendo certo mais emblemática aconteceu no Ministério da Defesa.

Inesperada, a extrema imprensa ficou sem entender o que estava acontecendo e pior ainda, fazendo ilações sem nenhuma fundamentação.

No entanto, uma pessoa acompanhava tudo que estava acontecendo e estava juntando as peças do quebra-cabeça: Regina Villela.
A Jornalista independente, concedeu entrevista exclusiva nesta sexta-feira (2) para denunciar o golpe que culminaria com a destituição de Bolsonaro da Presidência da República


                               Vamos à cronologia dos fatos:

1) No dia 6 de setembro de 2018, Bolsonaro sofre um atentado e no dia seguinte, o alto-comando do Exército se reúne para tomar alguma providência. Pressionado pelos demais generais, o General Villas Boas, então Comandante do Exército, teria resolvido impor ao Presidente do STF, Dias Toffoli, a nomeação do General Fernando Azevedo e Silva como seu assessor direto, de modo a “acompanhar” de perto as movimentações de bastidores do STF.
A oposição já sabia que Bolsonaro venceria as eleições e o atentado foi a última tentativa para evitar sua vitória nas urnas;

2) Bolsonaro é eleito e nomeia o General Fernando Azevedo e Silva como seu Ministro da Defesa, por indicação do General Heleno, homem de sua total confiança;

3) Ao longo dos primeiros dois anos de seu Governo, Bolsonaro rompeu com “tradições” políticas que desagradaram ao establishment e com isso, no início de 2020, um primeiro golpe foi tramado contra ele, capitaneado por Rodrigo Maia e o STF, conforme denúncia de Roberto Jefferson em entrevista ao Jornalista Oswaldo Eustáquio, concedida em março de 2020;

4) Com Maia fora do “jogo”, o STF assumiu o protagonismo da “oposição”, tendo agora como “peças do jogo de xadrez” alguns deputados amargurados com Bolsonaro, como Joice Hasselmann. Antes, no entanto, o STF precisava “testar” o sistema, vendo como se dariam reações às suas ações. Primeiro, já havia revogado prisão em segunda instância, o que deixou Lula solto. Segundo, precisava calar e por medo à sociedade, exigindo que às críticas populares ao próprio STF minimizassem. Fez isso por meio de dois famigerados Inquéritos, o das “Fake News” e o dos “Atos Anti-Democráticos”;

5) Sem nenhuma reação mais forte do Estado (Poder Executivo / Forças Armadas), o STF foi além, e neste ano de 2021, anulou condenações de Lula na Lava-Jato, tornando-o elegível, e ainda, deixou o Juiz Sergio Moro suspeito no julgamento de Lula no processo do “Triplex”, algo com possíveis consequências terríveis em vários aspectos;

6) Neste cenário de avanços, o STF recebia constantes sinais do Ministro da Defesa de que as Forças Armadas não fariam nada;

7) Com sinal positivo para avançar, a Câmara dos Deputados (Deputada Joice Hasselmann) entraria em ação, propondo um Projeto de Lei para afastar o Presidente da República por insanidade mental;
8) Em seus desdobramentos finais, Bolsonaro seria julgado incapaz pelo STF pela forma com que gerenciou a pandemia do “quanto pior, melhor”;

9) Por meio do trabalho da inteligência do GSI, o General Heleno descobriu que o Ministro da Defesa consentia o avanço do STF, ao “lavar as mãos”, trocando mensagens com o Presidente do STF de que as Forças Armadas se manteriam sempre neutras entre quaisquer divergências entre os Poderes;

10)
Antes do golpe avançar até um desfecho final, Bolsonaro chamou o Ministro da Defesa e o exonerou, acabando com a trama diabólica que se desenhava.


Em uma live de duas horas, Regina Villela narra com detalhes todo o contexto da trajetória de fatos que culminariam com o impedimento do Presidente da República.



by Jornal da Cidade On Line

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