11/11/2013

Ativista que se acorrentou a portão do Instituto Royal é encontrada morta

11/11/2013 às 11h30 (Atualizado em 11/11/2013 às 14h46)
Polícia investiga o caso e evita adiantar hipóteses, mas há a suspeita de suicídio


Ativista Julia Colle se acorrentou ao portão do Instituto Royal dias antes da invasão do local, no mês passadoMontagem/Reprodução Facebook

Uma 
ativista que esteve acorrentada a portão do Instituto Royal dias antes da invasão do local, ocorrida no dia 18 de outubro, foi encontrada morta neste domingo (10) em São Roque, no interior de São Paulo. Julia Colle era conhecida pelo seu ativismo em favor dos animais e, segundo a polícia, a principal suspeita é de suicídio.
Com base no boletim de ocorrência, ao qual a reportagem do R7 teve acesso, Julia, o namorado e uma amiga passaram a noite de sábado (9) em uma festa em Cotia, da qual retornaram na manhã de domingo. Já em São Roque, teriam feito “uso de bebidas alcóolicas e drogas”. Ainda de acordo com a polícia, as testemunhas foram dormir em seguida e Julia teria ficado acordada.
Horas mais tarde, por volta das 16h, o namorado da ativista recebeu uma mensagem pelo celular, na qual Julia dizia que faria uma besteira. O rapaz então seguiu para a casa, onde estava a ativista e uma amiga. Ambos foram ao quarto de Julia, onde estava o corpo dela. O boletim de ocorrência aponta que a ativista “estava enforcada com uma gravata presa à janela”.
O corpo foi enviado para exames em Sorocaba e deve ser velado ainda hoje em São Roque ou Mairinque. A localização ainda aguarda definição da família da ativista. Nas redes sociais, amigos de Julia e a própria mãe da jovem suspeitam da tese de suicídio.
A reportagem do R7 procurou o delegado Marcelo Sampaio Pontes, responsável pelas investigações, mas ele preferiu não falar em linhas de investigação neste momento. O namorado e a amiga que estava com Julia na casa já foram ouvidos e outras testemunhas devem ser convocadas a depor sobre o caso.
by R7

10/11/2013

Joaquim foi assassinado antes de ser jogado em rio, diz promotor


10/11/2013 - 17:19

Jornal A Cidade 

F.L.Piton / A Cidade


                                                                                                 O menino Joaquim estava desaparecido desde a última terça-feira (Foto: F.L.Piton / A Cidade




O menino Joaquim Marques Ponte, de 3 anos, foi assassinado antes de ser jogado no rio. A informação foi divulgada neste domingo (10) pelo promotor Marcus Túlio Nicolino, que acompanha as investigações.
Segundo ele, os médicos legistas não encontraram água nos pulmões do menino, o que descarta a possibilidade de ele ter morrido por afogamento.
O corpo do menino foi encontrado por um rancheiro, neste domingo, no rio Pardo, em Barretos.
Mais informações a qualquer momento e a cobertura completa na edição impressa do A Cidade desta segunda-feira
Mariana Lucera / A Cidade

Corpo estava enroscado em barranco próximo de um rancho; clique para abir galeria (Foto: Mariana Lucera / A Cidade)



Brasil fica em quinto lugar no Miss Universo 2013

Miss Brasil na Rússia (Foto: Darren Decker/Miss Universe Organization/AFP)Miss Brasil na Rússia (Foto: Darren Decker/Miss
Universe Organization/AFP)
A família de Jakelyne Oliveira, brasileira que ficou em quinto lugar no Miss Universo, acompanhou a disputa e diz estar feliz com o resultado. A competição foi realizada neste sábado (9) em Moscou, na Rússia e teve como vencedora a representante da Venezuela, Gabriela Isler. Das 86 concorrentes, apenas 15 disputaram a final.
A mato-grossense, de 20 anos, nasceu emRondonópolis, a 218 km de Cuiabá, foi eleita Miss Brasil em setembro e desde o dia 22 de outubro estava na capital russa se preparando para a disputa mundial.  Da cidade mato-grossense, a mãe de Jakelyne, Silvia de Oliveira, disse que ainda não conseguiu falar com a filha após o resultado.
A família e os vizinhos se reuniram na casa da mãe da Miss Brasil. O quinto lugar foi comemorado com fogos de artifício. “Estamos felizes com a colocação e tenho a certeza que ela também está. Eu ainda acreditava que ela levaria o terceiro ou segundo lugar, até quem sabe o primeiro. Mas foi uma participação muito boa, a família está feliz", contou ao G1.
Silvia avalia como positivo o desempenho de Jakelyne, que ainda deve permanecer na Rússia por mais alguns dias. "Muita gente disse: 'a brasileira merecia ganhar'. Mas nem sempre o primeiro lugar é o melhor para a pessoa. E ela não tinha a obrigação de ficar em primeiro. Ela fez bonito, teve uma ótima colocação e vai brilhar muito no Brasil", completou Silvia.
Na véspera da competição, Jakelyne disse que estava tranquila e otimista em relação ao Miss Universo. “Estou me sentindo muito bem, bastante confiante e muito feliz por estar tendo um bom desempenho aqui no Miss Universo e estar representando o meu país, o meu estado, a minha cidade, que para mim é uma honra muito grande”, afirmou Jakelyne em entrevista ao G1.
Miss Universo
Em segundo lugar ficou a espanhola Patricia Rodriguez, em terceiro, a equatoriana Constanza Baez, e em quarto, a filipina Ariella Arida. As candidatas foram julgadas em três categorias: traje de banho, traje de noite e entrevista.

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