18/03/2013

Como sair da adicção ativa = Entrar em Recuperação






"Adicção: a incapacidade de parar um sentimento, ação, hábito ou                                    
                                                       comportamento auto destrutívo"
                                                                                                                                             
                                                                                         (M.D.A.)


_______________O dependente químico em recuperação é a pessoa que tem uma doença incurável, por isso o dependente está em recuperação pela vida toda, é como se fosse um diabético, não tem cura.

Na doença da dependência química não existe culpado, somente responsável, a culpa termina nela própria, e a responsabilidade começa nela própria. Não sou culpado pela doença , mas sou responsável pelo tratamento e o estar em recuperação.

O primeiro passo para estar em recuperação é parar de usar, não podemos esperar que algo funcione para nós se as nossas mentes e corpos ainda estiverem intoxicados pelo álcool e outras drogas.

O tratamento que só visa a libertação física, o deixar usar as drogas, corre o risco de que nas adversidades, recorrer à 'mesma solução' que é usar drogas, pois não ocorreram as mudanças interiores, ou seja o dependente disponha a buscar ajuda no seu interior, para descobrir um novo caminho que igual a um projeto de vida para resgatar-se como ser-ao-mundo. Em um projeto de vida é fundamental que seja em direção ao outro, ou seja que o outro esteja presente. Tratamento é pensar na vida a fim de resgatar de forma autêntica a experiência do EU e do NÓS. No fundo tratar é o dependente recomeçar a gostar de si mesmo, é valorizar a vida. Mudando a si, ao mesmo tempo muda seu posicionamento no social.


O psicólogo Carl Rogers demonstra que em todo organismo, em qualquer nível, existe um movimento em direção ao crescimento. Esse processo é denominado de tendência de realização. Esta tendência de realização pode ser impedida, mas não destruída, a não ser que se destrua o organismo. Por isso afirmamos categoricamente que a drogadição não é uma condição sem esperança, e que existe o tratamento e o estar em recuperação.

O dependente químico em recuperação, quando para de usar apresenta a síndrome de abstinência . Sendo aguda e aparece em horas ou dias, sendo demorada e aparece após meses ou anos.

Síndrome de abstinência psicológica ocorre na mudança da emoção, os sinais e sintomas são:

emocionais- ansiedade [o DQ é o dobro ansioso que a média da população], alteração do humor [mudança brusca de comportamento], agressividade, angústia, irritabilidade, tensão, desorientação no tempo e no espaço, convulsões, paranóia [medo, perseguição, pânico], depressão primária [o DQ gera problemas iguais ao depressivo]. memória - confusão mental, concentração, raciocínio, lapsos de memória, crise de identidade.

sono-sono alterado [insônia ou sono pesado], sonhos aumentados [onde as angústias são resolvidas, a fabricação de coisas boas e a esperança de acontecer], pesadelo [ geralmente com a drogadição ].

Síndrome de abstinência física ocorre as mudanças físicas, os sinais e sintomas são -
alucinações e delírios, dor de cabeça, cãibras, sudorese, dores musculares, tremores, fadiga, oscilação pressão arterial, taquicardia, febre, náuseas, vómitos, diarréia ou intestino preso, falta de apetite.

O dependente após período de tratamento e ao estar em recuperação, começar a construir a sua auto estima através dos seguintes itens:



A minha recuperação não é para as pessoas e sim para eu ter equilíbrio na minha vida - sincero e honesto - não utilizar a manipulação - vá com calma, mas vá - estabelecer e cumprir as metas - ser assertivo - quando do ressentimento se perdoar - evitar amigos da ativa, hábitos, lugares, idéias e diversões - trabalhar o bom humor - evitar o isolamento - ame-se, seja seu melhor amigo - escolher a felicidade - identificar as suas forças - ter um sistema de valores racionais - referir-se a si mesmo com nomes positivos - colocar limite para as críticas destrutivas - melhorar-se, tentar coisas novas - decidir qual o meu valor - respeitar seu corpo com alimentos nutritivos e exercícios - meditar, orar, relaxar, tirar tempo para si mesmo.

O dependente em recuperação, na condição de pessoa tem inúmeros direitos pessoais, destaco o seguinte - dependendo da maneira que trato as pessoas, tenho o direto de exigir coisas dessas pessoas como por exemplo - RESPEITO

A recuperação começa com aplicação dos princípios espirituais contidos nos DOZE PASSOS dos grupos de mútua ajuda [ AA - ALCÓOLICOS ANÔNIMOS , NA - NARCÓTICOS ANÔNIMOS ], em todas as áreas da vida.

Ir as reuniões de recuperação dos grupos de mútua ajuda, aprendemos o valor de conversar com outros dependentes que compartilham dos nossos problemas, esperanças, metas, e reconhecemos que um dependente pode compreender e ajudar melhor outro dependente.

Na recuperação o dependente além de freqüentar as reuniões dos grupos de mútua ajuda, deve fazer terapia com psicólogos, porque a psicoterapia visa ajudá-lo a se conhecer melhor, e ajudar no combate ao hábito obsesivo e compulsivo da doença.


Na recuperação serão apresentados princípios espirituais, como a rendição que é a aceitação da nossa doença e começamos a acreditar, a um nível mais profundo,que também nós podemos nos recuperar e ficamos abertos à mudança , verdadeiramente ocorre a rendição. A rendição significa que não temos mais que lutar. Estamos dispostos a fazer o que for necessário para ficarmos limpos e abstinentes, a tentar um novo modo de vida e até a fazer do que não gostamos.


Quando a vida do dependente parece estar a cair aos pedaços, ele concentra-se nas bases do programa dos DOZE PASSOS, e em ver que a rendição é que a vitória, está em admitirmos a derrota perante a drogadição. O vazio deixado pela drogadição é preenchido através da prática e da vivência dos DOZE PASSOS.




Quando o dependente admite a sua impotência perante as drogas e que tinha perdido o domínio da sua vida, o dependente abre a porta para que um Deus maior que nós nos ajude. Não é onde estávamos que conta, mas para onde estamos indo que importa. Colocamos a vida espiritual em primeiro lugar e aprendemos a usar esses princípios espirituas como a paciência, tolerância, humildade, mente aberta, honestidade e boa vontade nas nossas vidas diárias. São atitudes novas que nos ajudam a admitir os nossos erros e pedir ajuda.


Em recuperação os fracassos são apenas contrariedades temporárias, as crises são, assim, oportunidades para fazer crescer a bagagem de vida, de se ficar mais sábio e para aumentar o crescimento espiritual. Aprendemos que os conflitos são parte da realidade, e aprendemos novas maneiras de resolvê-los, em vez de fugir deles. Aprendemos que, se uma solução não for prática, ela não é espiritual.


No passado, transformávamos as situações em problemas; fazíamos uma tempestade de um copo d'água. Foram as nossas grandes idéias que nos trouxeram aqui. Em recuperação, aprendemos a depender de um Deus maior do que nós. Não temos todas as respostas ou soluções, mas podemos aprender a viver sem drogas e um novo modo de vida. Podemos nos manter limpos e apre ciar a vida como ela é, se nos lembramos de viver SÓ POR HOJE.





Não somos responsáveis pela nossa doença, apenas pela nossa recuperação. À medida que começamos a aplicar o que aprendemos,nossas vidas começam a mudar para melhor.Descobrimos que nos tornamos capazes de receber assim como de dar. Passamos a conhecer a felicidade, alegria e liberdade. Não existe um modelo de dependente químico em recuperação. Mas sonhos perdidos despertam e surgem novas possibilidades.

A recuperação torna-se um processo de aproximação, perdemos o medo de tocar e de sermos tocados. Apren- demos que um simples abraço amigo pode fazer toda a diferença do mundo, quando nos sentimos sozinhos. Experimentamos o verdadeiro amor e a verdadeira amizade.


Como dependente em recuperação, temos dificuldades com a aceitação, que é essencial à nossa recuperação. Quando nos recusamos a praticar a aceitação, ainda estamos, de fato, negando a nossa fé num Deus maior que nós. Essa preocupação demonstra que é falta de fé. A rendição da nossa vontade por drogas põe-nos em contato com Deus, que preenche o vazio dentro de nós, que nada podia preencher. Aprendemos a confiar na ajuda de Deus diariamente. Viver SÓ POR HOJE alivia a carga do passado e o medo do futuro. Aprendemos a tomar as atitudes necessárias, e a deixar os resultados nas mãos de um Deus maior do que nós.


Gradualmente, à medida que nos centramos mais em Deus, do que em nós mesmos, o nosso desespero se transforma em esperança. A mudança também envolve essa grande fonte de medo, o desconhecido. O nosso Deus é a fonte de coragem que precisamos para encarar este medo.





Tudo o que conhecemos está sujeito a revisão, especialmente o que sabemos sobre a verdade. Reavaliamos as nossas velhas idéias, a fim conhecermos as novas idéias que levam a uma nova maneira de viver. Reconhecemos que somos humanos com uma doença física, mental e espiritual. Quando aceitamos que a nossa drogadição causou o nosso próprio inferno e que existe um Deus disponível para nos ajudar, começamos a fazer progressos na solução dos nossos problemas.


Na oração da serenidade, vemos que temos algumas coisas temos que aceitar, outras podemos modificar, e a sabedoria para perceber a diferença entre aceitar e modificar, vem com o crescimento espiritual. Se mantivermos diariamente a nossa condição espiritual, será mais fácil lidarmos com a dor e a confusão. Esta é a estabilidade emocional de que tanto precisamos.




Qualquer dependente limpo é um milagre.Mantemos o milagre vivo em contínua recuperação através de atitudes positivas. Se, após algum tempo, sentirmos dificuldades com a nossa recuperação, é porque, provavelmente, paramos de fazer alguma das coisas que nos ajudaram nas fases iniciais da recuperação.


by crackeblog (texto)
MM (fotos)

A comida azul não nos atrai, preferimos os alimentos e as bebidas de cor vermelha, laranja e amarela



A comida azul não nos atrai, preferimos os alimentos e as bebidas de cor
 vermelha, laranja e amarela. Naturalmente recusamos as cores sintéticas que
não são encontradas de forma natural. De fato, osalimentos com cores azuladas
 e roxas geram verdadeira rejeição, incluídas as gelatinas, balas, bebidas
 e licores que são coloridas artificialmente com esta tonalidade.
 Eu, por exemplo, tenho verdadeira aversão àquelas balinhas de goma da cor azul, 
só não sei se é pela cor ou pelo gosto de aniz,argh... eca! 

Os especialistas sugerem que um dos principais motivos da rejeição ao azul tem
 origem evolutiva, já que nos alimentos naturais podem ser indicadores de que um
 alimento, por exemplo a carne, se  encontra em péssimo estado de conservação,
 é tóxico ou tem fungos, o que implica que não cairá bem no estômago.

 Mas, ainda que conheçamos poucos, existem alguns alimentos naturalmente de
 cor azulada, quer ver?

Alimentos de cor azulada

Batatas Vitelottecasaca preta e azuladas por dentro. Conhecida como
 Vitelotte noire ou batatatrufa esta antiga variedade é originária do Peru e
 Bolívia. Seu sabor é agradável e geralmente tem um ligeiro toque de avelã.
 Dizem que era a favorita do escritor Alexandre Dumas.

Alimentos de cor azulada
Lactarius indigocogumelo comestível muito comercializado nos mercados
 rurais do México, Guatemala e China. Sua espetacular cor azul é devido ao
 pigmento químico chamado azuleno.
Alimentos de cor azulada
Os tomates azuis foram criados seletivamente para produzir altos níveis de
 antocianinas, um pigmento responsável pela cor azul de várias frutas e ao
 qual atribuem propriedades antioxidantes.
Alimentos de cor azulada
Oxicoco azul. Arbusto silvestre cujas bagas comestíveis redondas de doce
 sabor são utilizadas para elaborar geléias, compotas, vinhos, bolos e diversas 
sobremesas.
Alimentos de cor azulada
Ainda que as mais conhecida sejam as uvas tintas que tem uma
 cor azul, existem uvas negras, roxas, amarelas, douradas, púrpuras,
rosadas, marrons, alaranjadas ou brancas, ainda que estas últimas
 são realmente verdes e evolutivamente procedem das uvas vermelhas 
com a mutação de dois genes.
Alimentos de cor azulada
morango azul é só o apelido de uma planta geneticamente modificada 
para suportar temperaturas abaixo de zero. O resultado de um experimento 
de unir genes do linguado do Ártico com um pé de morangos. 
Não existem portanto morangos naturais desta cor, ainda.
Alimentos de cor azulada
queijo azul é uma classificação geral dos queijos que têm veias de
 fungos do tipo Penicillium, o que lhes fornece a característico cor azul
 e um delicioso sabor. Todos têm um cheiro e sabor fortes tendendo a 
ser picante e, às vezes, salgado.
Alimentos de cor azulada
Milho azul da variedade chama assim pela cor de seus grãos. Tem menos
 amido e menos índice glicêmico que as variedades de consumo mais
 frequente, propriedades estas descobertas em 2007.
Alimentos de cor azulada
As couves-flor arco-íris, como são chamadas, são da mesma variedade
 e sabor da couve-flor comum, a branca. Estas plantas são o resultado de 
décadas de cruzamentos genéticos tradicionais entre espécies.
A questão da cor na nossa alimentação diária, além das inerentes
 características evolutivas, tem um forte fator psicológico associado a 
própria cor e se você por acaso pensa que deveríamos pensar duas vezes
 antes de comer uma planta que foi resultado de sucessivos cruzamentos
 genéticos como a o morango ou a couve-flor azuis apresentados neste tópico, 
deveria se desesperar, porque fazemos isto desde a mais tenra idade. 
O maior exemplo podemos encontrar na cenoura em sua cor natural: branca
Sim as cenouras são alaranjadas por causa da seleção de uma mutação, e
 portanto transgênicas, descoberta na Holanda no século XVI, por puro patriotismo.







SPC deve R$ 300 mil em aluguel, condomínio e IPTU



SPC se transferiu para duas salas na Avenida Treze de Maio, no Centro
SPC se transferiu para duas salas na Avenida Treze de Maio, no Centro Foto: Djalma Oliveira
Djalma Oliveira

Quem já deixou de pagar parcelas de produtos ou serviços comprados a prazo sabe bem o que acontece: o nome vai parar no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). Mas, e se o órgão encarregado de informar ao mercado quem está inadimplente não honrar seus próprios compromissos? É por essa situação, no mínimo inusitada, que a Câmara de Dirigentes Lojistas do Rio de Janeiro, detentora da marca SPC na cidade do Rio, está passando. Em valores atualizados, a entidade deve R$ 306.403,12, relativos a aluguel, condomínio e Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) atrasados.
A cobrança do débito vem sendo discutida na Justiça desde novembro de 2005. A quantia refere-se ao uso de salas comerciais num edifício localizado na Rua da Carioca 32, no Centro do Rio, onde eram feitas consultas ao cadastro do SPC. O primeiro contrato entre a Câmara de Dirigentes Lojistas e a Beneficência Portuguesa, dona do prédio, foi assinado em 1 de junho de 2004.
Naquela época, o custo de locação de quatro salas foi fixado em R$ 450 por mês. O acordo valia até 31 de maio do ano seguinte, mas a Câmara pagou apenas um mês de aluguel naquele período.
— Foi proposta uma ação de despejo. Mas, como as salas precisavam de obras, que a Câmara fez, houve um acordo segundo o qual se descontariam os aluguéis vencidos, em troca das despesas com os reparos, e sobraria um crédito para aluguéis futuros — disse o advogado da Beneficência Portuguesa, José Roberto Ramos Paulo.
A Câmara de Dirigentes Lojistas, porém, acabou não cumprindo o acordo e voltou a atrasar aluguel, condomínio e IPTU. O novo débito deu origem a outra ação judicial, que resultou, em 2012, no despejo do SPC do prédio da Rua da Carioca.
Câmara em silêncio
Procurados, representantes da Câmara de Dirigentes Lojistas não quiseram se pronunciar sobre a dívida das salas do SPC. O advogado da entidade, Oscarino Arantes, afirmou que não comentaria ações judiciais em andamento. O presidente da Câmara, Carlos Monjardim, foi procurado, mas não respondeu aos contatos feitos pelo EXTRA. Na última sexta-feira, foram deixados quatro recados para ele na nova sede da entidade. Por telefone, as funcionárias disseram que Monjardim estava numa reunião.
O advogado da Beneficência Portuguesa, José Roberto $Paulo, afirmou ter pedido ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) o sequestro dos bens da Câmara para garantir o dinheiro para quitar a dívida, mas o órgão alega não ter esses bens, já que é uma entidade sem fins lucrativos. “É muita cara de pau”, afirma o representante da Beneficência Portuguesa, num dos trechos da ação de cobrança.
Há cerca de um ano, o SPC se mudou para duas salas de um prédio da Avenida Treze de Maio, no Centro. Segundo a administração do edifício, pelo menos o condomínio está em dia até agora.
Promessa
De acordo com o processo, em fevereiro de 2007, o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas do Rio, Carlos Monjardim, enviou um e-mail à Beneficência Portuguesa, sugerindo pagar o aluguel daquele mês, “para não mais atrasar”, e acertar posteriormente a dívida.
Crédito
O crédito ganho pela Câmara, na época do acordo pelas obras realizadas, valia apenas para os aluguéis.
Sem disputa
Aldo Carlos de Moura Gonçalves, presidente do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro, outra entidade que representa o comércio e nada tem a ver com essa dívida de aluguel, esclareceu que não existe uma disputa judicial pela marca SPC: “A sigla era nossa até a década de 70, mas o registro não foi renovado e nós criamos, em 2011, o Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC)”.
Outros estados
O SCPC, com representantes do comércio de outros três estados (São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul), tem cerca de 1,5 milhão de consultas por mês.

 by extra.globo.com

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