quinta-feira, 5 de julho de 2012


Nota à Imprensa

O Comando Militar do Sudeste informa que na madrugada do dia 1º de julho de 2012, o paiol do 13º Regimento de Cavalaria Mecanizado, localizado em Pirassununga, foi invadido e munições de diversos calibres foram subtraídas. Foi aberto um Inquérito Policial Militar para averiguar o ocorrido e todas as providências estão sendo tomadas para a recuperação das munições.

Mais informações serão disponibilizadas oportunamente.

Mulher com 5 filhos é ‘despejada’ na rua


Ao chegar em casa anteontem à noite no conjunto Nova Esperança, com cinco filhos entre 6 meses e 10 anos de idade, a faxineira Josiane Pereira dos Santos encontrou os móveis na rua e as fechaduras das portas trocadas. Ela voltava do hospital, onde tinha levado o bebê, com sintomas de virose.

A casa onde Josiane e os filhos moravam foi “ocupada” de surpresa por outra mulher, Joice Carolina da Silva, 22, grávida e com uma filha de 2 anos, proprietária oficial do imóvel. entregue em agosto do ano passado por meio do Minha Casa, Minha Vida. Desesperada, a faxineira se viu sem ter para onde ir com as cinco crianças. Pior ainda: descobriu que parte dos seus móveis, em especial os eletrodomésticos, tinham sido roubados enquanto ficaram na rua antes de ela chegar.

A faxineira conta que há seis meses mora na casa, que teria sido “comprada” por R$ 3 mil. “O pai do meu filho comprou essa casa em janeiro de uma mulher chamada Joice, mas agora ela se arrependeu do negócio e quer voltar pra cá.” A beneficiária do imóvel afirma que nunca vendeu a casa para ninguém e que Josiane teria invadido o local.

“Eu não vendi nada para ela. Quando eu fui entrar no imóvel, a casa estava invadida por ela (Josiane). Tanto é verdade que, em abril, eu fiz um boletim de ocorrência registrando a invasão, porém estava aguardando o oficial de Justiça fazer o despejo que até hoje não aconteceu.”

Joice diz ainda que perdeu a paciência e resolveu despejar à força a mulher, pois não aguentava mais esperar. “Eu também preciso morar. Antes de tomar essa atitude, eu tentei conversar, mas ela não tomava providência. Sei que o que eu fiz foi errado, não deveria ter despejado, mas eu estava precisando muito da casa.”

Ela diz que o local onde morava também era alugado. “E eu já entreguei a casa”, conta.
O diretor da Empresa Municipal de Construções Populares (Emcop), José Antonio Basílio, confirmou que Joice é a beneficiária do imóvel e que o caso já está sendo analisado pela Caixa Econômica Federal. “A venda não foi comprovada, mas a beneficiária pode perder a casa, pois perdeu o prazo para entrar no imóvel (30 dias após assinatura do contrato). Por isso, ela está desesperada para entrar na casa. Ela já foi notificada sobre o risco”, explica.

Basílio disse que contra a suposta invasora não pode tomar nenhuma providência a não ser o despejo. Josiane e os filhos acabaram acolhidos por uma amiga, onde passaram a noite. Ontem, ela conseguiu voltar para a casa até que o caso seja resolvido por meio legal.

Caixa apura 90 supostas irregularidades

Desde sua inauguração, em agosto de 2011, o Parque Nova Esperança é marcado por uma série de problemas em relação à ocupação dos imóveis. De acordo com o diretor da Emcop, José Antonio Basílio, pelo menos 250 irregularidades foram registradas e 90 estão sendo apuradas pela Caixa, que é o órgão responsável pela fiscalização e que pode rescindir o contrato com os moradores.

Os beneficiários do programa Minha Casa, Minha Vida, do qual faz parte o Parque Nova Esperança, que estiverem em situação irregular, além de perder o imóvel terão que arcar com o valor comercial da residência, avaliada em R$ 43,7 mil. Todos os casos de irregularidades são investigados com apoio da Polícia Federal. Segundo Basílio, dependendo do que for comprovado os beneficiários podem responder por crime de falsidade ideológica ou documental.

Fonte: caderno Cidades - Diário da Região.

Dilma é protagonista do episódio mais vergonhoso da política externa brasileira em quase 10 anos de governo petista: incitamento a um golpe militar! Ou: Venezuela de Chávez no Mercosul traz o narcotráfico para o bloco


Eládio Aponte: era juiz da Corte de Jutiça da Venezuela e confessa: protegia o narcotráfico a mando de Chávez e de militares venezuelanos


Eládio Aponte era presidente do Tribunal Superior de Justiça da Venezuela e confessa: protegia o narcotráfico a mando de Chávez e de militares venezuelanos
Na política externa, Dilma Rousseff chegou a emitir alguns sinais benignos na relação com o Irã. Chegou-se a imaginar que o país pudesse ter se reconciliado com a racionalidade e com os fundamentos universais da democracia. Que nada! Oito anos do megalonaniquismo de Celso Amorim no Itamaraty não levaram o país a um papel tão vergonhoso quanto o desempenhado na crise paraguaia.
Sim, senhores! Dona Dilma Rousseff, aquela que deu posse à Comissão da Verdade, aquela que não perde a chance de exaltar seus “camaradas” de luta — todos eles, como ela própria, empenhados então em instalar no Brasil uma ditadura comunista, aquela que tentou punir militares da reserva porque expressaram um descontentamento (e o fizeram dentro da lei), esta mesma Dilma Rousseff pôs as suas digitais no que foi nada mais, nada menos do que o incitamento a um golpe militar no Paraguai. A safra de esquerdistas latino-americanos no poder não descarta, então, apelar às forças uniformizadas, não é? Desde que os tanques estejam a favor da “boa causa”: a deles!
As revelações feitas agora pela cúpula do governo uruguaio não deixam a menor dúvida: Dilma não foi apenas uma das articuladoras da suspensão do Paraguai do Mercosul. Ela também foi a principal artífice do golpe — este na esfera diplomática — que aprovou o ingresso da Venezuela no grupo. A presidente brasileira atuou para acolher um governo que, dias antes, havia se reunido com a cúpula militar paraguaia para incitar uma quartelada.
Se os generais do Paraguai tivessem feito o que lhes recomendou Chávez, a Constituição do país teria sido rasgada. Fernando Lugo teria sido mantido no poder pelos tanques, e a nossa presidenta certamente estaria chamando a solução, agora, de “democrática”. VEJA Online havia revelado em primeira mão a tentativa de quartelada chavista. Os filmes que vieram a público não deixam a menor dúvida.
O Apedeuta e seu Megalonanico tentaram desestabilizar Honduras também. Naquele caso, no entanto, tentou-se criar um levante popular em favor de Manuel Zelaya. Ocorre que o povo hondurenho não queria o malucão de volta, como o paraguaio não quer o retorno do bispo “pegador”. Desta feita, a coisa chega a ser mais asquerosa porque se tentou uma solução que já foi, digamos assim, um clássico na América Latina: a quartelada!
NarcotráficoA cúpula do governo de Hugo Chávez está infiltrada pelo narcotráfico, e muitos de seus generais são parceiros da Farc. Não se esqueçam de que armamento pesado das forças venezuelanas já foram encontrados com os narcoguerrilheiros. No dia 5 de maio, José Casado informava no Globo:
Desde a última quarta-feira, o nome do venezuelano Eladio Ramón Aponte Aponte reluz na lista “vermelha” da Interpol, a pedido do governo de seu país.
(…)
A vida de Aponte, de 63 anos, mudou seis semanas atrás. Era um homem da lei. Virou foragido da Justiça. Era um dos pilares do governo Hugo Chávez. Tornou-se o “inimigo número um” caçado pelos chavistas. Era presidente do Tribunal Superior de Justiça - a Suprema Corte venezuelana. Agora é um delator da DEA, a agência antidrogas dos Estados Unidos.
Ele confessou cumplicidade com uma rede sul-americana de narcotráfico. E admitiu ter manipulado processos judiciais para favorecer traficantes cujos negócios — contou — eram partilhados com alguns dos mais graduados funcionários civis e militares do governo Chávez.
Citou especificamente: o ministro da Defesa, general de brigada Henry de Jesús Rangel Silva; o presidente da Assembleia Nacional, deputado Diosdado Cabello; o vice-ministro de Segurança Interna e diretor do Escritório Nacional Antidrogas, Néstor Luis Reverol; o comandante da IVa Divisão Blindada do Exército, Clíver Alcalá; e o ex-diretor da seção de Inteligência Militar, Hugo Carvajal.
O juiz Aponte Aponte conheceu a desgraça em março, quando seu nome foi descoberto na folha de pagamentos de um narcotraficante civil, Walid Makled. Convocado para uma audiência na Assembleia Nacional, desconfiou. Na tarde de 2 de abril, ajeitou papéis em uma caixa, deixou o tribunal e entrou em um táxi. Rodou 500 quilômetros até um aeroporto do interior, alugou um avião e aterrissou na Costa Rica. Ali, pediu para entrar no sistema de proteção que a agência antidrogas dos EUA oferece aos delatores considerados importantes.
Três semanas atrás, o juiz-delator reapareceu em uma entrevista ao canal Soi TV, da Costa Rica, contando em detalhes como é feita a manipulação de processos judiciais para livrar da prisão traficantes vinculados a personalidades do governo.
Deu como exemplo um caso no qual está envolvido um ex-adido militar venezuelano no Brasil, o tenente-coronel Pedro José Maggino Belicchi. Segundo o juiz-delator, Maggino Belicchi integra a rede militar que há anos utiliza quartéis da IVª Divisão Blindada do Exército da Venezuela como bases logísticas para transporte de pasta-base e de cocaína exportadas por facções da Farc, a narcoguerrilha colombiana. O tenente-coronel foi preso em flagrante no dia 16 de novembro de 2005, com outros militares, transportando 2,2 toneladas de cocaína em um caminhão do Exército (placa EJ-746).
Na presidência da Suprema Corte, Aponte Aponte diz ter recebido e atendido aos apelos da Presidência da República, do Ministério da Defesa e do organismo venezuelano de repressão a drogas para liberar Magino Belicchi e os demais militares envolvidos. Faz parte da rotina judicial venezuelana, ele contou na entrevista à televisão da Costa Rica.
O general Henry de Jesus Rangel Silva, citado pelo juiz-delator, comandou a Quarta Divisão Blindada, uma das unidades mais importantes do Exército venezuelano. Desde 2008, ele figura na lista oficial de narcotraficantes vinculados às Farc colombianas e cujos bens e contas bancárias estão interditados pelo governo dos Estados Unidos. Em janeiro, o presidente Hugo Chávez decidiu condecorá-lo em público e promovê-lo ao cargo de ministro da Defesa. “Rangel Silva é atacado”, justificou Chávez em discurso.
(…)
EncerroÉ essa gente que Dilma Rousseff e Cristina Kirchner estão levando para o Mercosul.

Por Reinaldo Azevedo

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