quarta-feira, 25 de abril de 2012

Petistas já admitem derrota no Código Florestal

by Revista Época
Os deputados do PT já admitem que o governo será derrotado na votação do Código Florestal marcada para esta tarde. Os governistas de outros partidos não formam um grupo suficiente para impedir a proposta dos ruralistas. O texto final foi apresentado pelo relator Paulo Piau (PMDB-MG) e permite que as plantações já consolidadas às margens dos rios, consideradas Áreas de Proteção Ambiental, sejam mantidas e as multas aplicadas aos produtores canceladas. Na votação de hoje será analisado o texto definido pelos senadores, que não permite a ocupação das APPs, mas com as emendas apresentadas pela bancada ruralista.
by Leonel Rocha

Delta anuncia auditoria em todas as suas operações
A construtora Delta contratará uma auditoria externa para analisar todos os seus contratos e todas as suas operações. A decisão está sendo anunciada neste momento junto com a substituição de Fernando Cavendish por Carlos Alberto Verdini no conselho de administração da empreiteira e de Carlos Pacheco por Ediano Bittencourt na diretoria executiva. Acusada de envolvimento com o bicheiro Carlinhos Cachoeira, a Delta já havia antecipado a intenção de investigar seus contratos firmados em Goiás. Agora, ao estender a auditoria para todas as suas operações, a Delta se adianta a um movimento que poderia vir a ser feito pela CPI do Cachoeira, instalada ontem pelo Congresso. É uma tentativa de mostrar que os desvios, se comprovados, ficaram circunscritos às operações no Centro-Oeste e não contaminaram o conjunto da construtora.

Fernando Cavendish deixa comando da Delta

O empresário Fernando Cavendish renunciou ainda há pouco ao comando da construtora Delta. Ele deixa a presidência do conselho de administração da empresa, cargo que passará a ser ocupado pelo engenheiro Carlos Alberto Verdini, que, aos 65 anos, já pertenceu aos quadros da Camargo Corrêa e da Queiroz Galvão. Além de Cavendish, será substituído também o diretor-executivo da empreiteira, Carlos Pacheco. Até agora o principal executivo da Delta, Pacheco será sucedido por Ediano Bittencourt. As mudanças são uma reação da empresa às denúncias de seu envolvimento com o bicheiro Carlinhos Cachoeira. Foram anunciadas ao mercado há poucos minutos e serão comunicadas ao comando da CPI do Cachoeira ainda nesta tarde.
Felipe Patury (Foto: Julio Bittencourt/Valor/Ag. O Globo)

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Ex-diretor da Delta é preso em Brasília.

by Prosa e Politica

Correio Braziliense: nova operação da PF em Brasília. Um dos presos é o ex-diretor da Delta para o Centro-Oeste Cláudio Abreu. Operação da PF se chama Saint Michel, seria continuação da Monte Carlo. ( As atualizações serão feitas conforme as informações forem chegando).

ATUALIZAÇÃO: trata-se de uma ação do Núcleo de Combate às Organizações Criminosas (NCOC) do Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT) em parceria com a Polícia Civil do DF, e o Ministério Público de Goiás, não da PF como afirmado acima. A polícia está no Alphaville Ipês (onde o Cachoeira foi preso) e onde mora um irmão dele, cumprindo mandados de busca e apreensão e de prisão. Um dos presos é o ex-diretor da Delta para o Centro-Oeste Cláudio Abreu.

ATUALIZAÇÃO: Entre os presos na Operação Saint Michel, além do ex-diretor da Delta Construções no Centro-Oeste Cláudio Abreu, está o vereador Wesley Clayton da Silva (PMDB), de Anápolis (GO) e o servidor do Governo do Distrito Federal Valdir Reis.

Arrependido, Fagundes assina a CPI do Cachoeira


 


Acusado por Luiz Pagot (ex-PR e ex-Dnit) de ser lobista da Delta dentro do Dnit, o deputado federal Wellington Fagundes (PR) informou agora, via twitter, que assinou ontem a CPMI do Cachoeira.
A mesa da Câmara dos Deputados resolveu reabrir as assinaturas atendendo a pedidos de alguns deputados que não assinaram na semana passada e provavelmente sentiram o peso da opinião pública.
De Mato Grosso dois deputados não assinaram: Pedro Henry (PP – réu no mensalão) – que alegou não ter recebido convite pra assinar -, e Eliene Lima (PSD), sob alegação de que a lista de assinatura não chegou até ele. Simples assim. Agora se fosse a liberação de uma emenda para uma obrinha no interior ou para comprar ambulância, se a lista não chegasse até ele, certamente ele iria atrás dela.

Só a cabecinha

Sei. É aquela velha história do ‘só a cabecinha’.

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