sábado, 17 de janeiro de 2026

2026 não é um ano comum

                                                    Imagem gerada por IA GPT

by Deise Brandão

Não é virada. Não é promessa. Não é “recomeço” no sentido ingênuo da palavra.

2026 é tribunal.

Um acerto antes do próximo ciclo. Um ajuste de contas silencioso.
Para alguns, é alinhamento. Para muitos, é fim da linha.

Não porque alguém será punido por fora —mas porque já não há como sustentar o que está torto por dentro.

2026 cobra coerência. Cobra verdade praticada, não discurso. Cobra escolhas feitas quando ninguém estava olhando. Cobra o que foi empurrado para debaixo do tapete em nome da conveniência, do medo ou da vantagem.

Não adianta correr. Não adianta performar. Não adianta explicar demais.

O que não tem base, cai.
O que foi construído na mentira, cansa.
O que depende de normose, implode.

Para alguns, 2026 será um acerto finomenos barulho, mais precisão, menos gente, mais verdade. Para outros, será a interrupção inevitável de um modo de viver que já morreu, mas seguia em piloto automático.

Não é castigo. É consequência.

E não tem a ver com fé, ideologia ou sorte.Tem a ver com estrutura.

Quem passou os últimos anos fazendo força contra si mesmo vai sentir. Quem viveu de aparência vai sentir. Quem confundiu normalidade com saúde vai sentir. E quem atravessou o caos, silenciou, decantou, parou de explicar e só ficou com o que é seu…vai entender.

2026 não pede pressa.Pede posição.

Porque não é um ano para começar qualquer coisa. É um ano para ver o que fica de pé quando o resto cai.

E isso — gostem ou não — já está em andamento.

Nenhum comentário:

Em Alta

2026 não é um ano comum

                                                                 Imagem gerada por IA GPT by Deise Brandão Não é virada.  Não é promessa.  N...

Mais Lidas