Imagem gerada por IA GPT
by Deise Brandão
Não é virada. Não é promessa. Não é “recomeço” no sentido ingênuo da palavra.
2026 é tribunal.
Um acerto antes do próximo ciclo. Um ajuste de contas silencioso.
Para alguns, é alinhamento. Para muitos, é fim da linha.
Não porque alguém será punido por fora —mas porque já não há como sustentar o que está torto por dentro.
2026 cobra coerência. Cobra verdade praticada, não discurso. Cobra escolhas feitas quando ninguém estava olhando. Cobra o que foi empurrado para debaixo do tapete em nome da conveniência, do medo ou da vantagem.
Não adianta correr. Não adianta performar. Não adianta explicar demais.
O que não tem base, cai.
O que foi construído na mentira, cansa.
O que depende de normose, implode.
Para alguns, 2026 será um acerto fino —menos barulho, mais precisão, menos gente, mais verdade. Para outros, será a interrupção inevitável de um modo de viver que já morreu, mas seguia em piloto automático.
Não é castigo. É consequência.
E não tem a ver com fé, ideologia ou sorte.Tem a ver com estrutura.
Quem passou os últimos anos fazendo força contra si mesmo vai sentir. Quem viveu de aparência vai sentir. Quem confundiu normalidade com saúde vai sentir. E quem atravessou o caos, silenciou, decantou, parou de explicar e só ficou com o que é seu…vai entender.
2026 não pede pressa.Pede posição.
Porque não é um ano para começar qualquer coisa. É um ano para ver o que fica de pé quando o resto cai.
E isso — gostem ou não — já está em andamento.

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