sábado, 26 de janeiro de 2013

De onde o raio do "jornalista" tirou as informaçoes ADICIONAIS que coloca? Com certeza ELE ACHOU que tem o DIREITO de ACHAR ALGO. Não defendo a advogada. Se fez que pague, e mais caro que os outros por ser uma profissional do Direito. No entanto, não posso desprezar a leviandade daquele que escreveu tal texto. A informação NAO É VERDADEIRA e com isso se pode manipular a verdade, que a mim é tudo que interessa. Escreva uma mentira tres vezes na mídia, e passou a ser verdade. Agir com leviandade neste caso é manipular os fatos, demonstrando pretensão do profissional de intervir no resultado. É possivel que seja isso mesmo, embora o históricomo como advogad anem exista. Talvez ai esteja o nao redondo. Tres processinhos não dá now how ou serve de padrão. Mais parece uma tola. Mas não sei porque, tenho a impressão de um Dejavú. by Deise

Ontem, 25/01/2013, 
Advogada poderá ser excluída da OAB
RAFAEL ANDRADE
policia@diariodosul.com.br

A morte da agente penitenciária Deise Fernanda Melo Pereira Alves, de 30 anos, em outubro do ano passado, em São José, colocou Tubarão mais uma vez na mídia estadual e nacional. O assassinato da servidora pública ocorreu na Grande Florianópolis, mas, segundo o Ministério Público (MP), uma advogada da Cidade Azul é uma das principais envolvidas no crime. Ela pode, inclusive, ter o seu registro excluído da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Atuando há pouco mais de quatro anos como advogada, principalmente em casos criminalísticos, Fernanda Fleck Freitas, de 28 anos, é apontada pelo MP como uma mensageira do crime. (...)

by http://www.diariodosul.com.br/?pag=noticias&cod=10834


Estes são os processos de Tubarão que a advogada presa por estar ligada ao PCC atua:


075.10.013113-6 (0013113-98.2010.8.24.0075)
 Ação Penal - Sumário
Advogado(a): Fernanda Fleck Freitas
Recebido em: 24/11/2010 - Juizado Especial Criminal e de Violência Doméstica
075.11.000380-7 (0000380-66.2011.8.24.0075)
 Nunciação de Obra Nova
Advogado(a): Fernanda Fleck Freitas
Recebido em: 13/01/2011 - Vara da F. Púb. E. Fisc. A. do Trab. e Reg. Púb.
075.10.011988-8 (0011988-95.2010.8.24.0075)
 Procedimento do Juizado Especial Cível 
Advogado(a): Fernanda Fleck Freitas
Recebido em: 26/10/2010 - Juizado Especial Cível


Na Capital nada consta de processo em que a adv atue, assim como nao consta em Joiville, blumenau, sao José, Palhoça, Jaraguá, Brusque. O nome da referida, igualmente nao aparece em nada, além deste episódio.

Das duas uma: Ou parece tudo muito inteligente ou muito estranho.




Como a polícia e o Ministério Público derrubaram álibi da advogada presa



A advogada Fernanda Fleck Freitas, 28 anos, presa na sexta-feira em Tubarão, Sul do Estado, não conseguiu explicar à polícia os motivos de ter visitado na cadeia os líderes da facção criminosa Primeiro Grupo Catarinense (PGC), responsáveis pela morte da agente penitenciária Deise Alves, 30 anos, executada há exatos três meses.
Na decisão do juiz Otávio Minatto, sobre a prisão preventiva da advogada, que o Diário Catarinense teve acesso, Fernanda afirma ter sido contratada por uma mulher com iniciais H. para levar atualização processual, entregar peças de vestuário e arranjar visita íntima a presos.
Ouvida pela polícia, H. relatou que procurou a advogada apenas para serviços de defesa de multas de trânsito e para tratar de assuntos relativos ao seu marido, que está preso. A mulher negou ter contratado Fernanda para ela que visitasse outros detentos.
Num vídeo gravado por policiais da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic), no seu primeiro depoimento após ser presa, ainda em Tubarão, a advogada também contou a mesma história, mas o álibi acabou sendo derrubado pela investigação policial, a partir do depoimento de H.
Fernanda é acusada pelo Ministério Público de participar da morte da agente Deise, ocorrida em 26 de outubro do ano passado, em São José, na Grande Florianópolis. Ela foi presa de manhã, em sua casa, no Bairro Santo Antônio de Pádua.
— Eu não fiz nada, não sou bandida, sou inocente. Nunca ia passar esse recado. Fui contratada por uma mulher que conheci em 2012. Não sabia de nada disso — declarou Fernanda.
Ela negou ter sido mensageira de presos que ordenaram o assassinato do então diretor da Penitenciária de São Pedro de Alcântara, Carlos Alves. Os executores erraram o alvo e Deise acabou morta por engano no lugar do marido.
O delegado Rodrigo Green, da Deic, afirma que Fernanda foi presa porque visitou líderes do PGC na penitenciária, no mesmo dia da morte da agente.
— O que temos contra ela é um relatório de visitas naquele dia a esses presos, sendo que ela não atua na área criminal — afirmou o delegado.
Fernanda foi levada para a Deic, em Florianópolis, onde prestou novo depoimento. Na chegada, cobriu o rosto com uma toalha preta e não quis responder as perguntas de jornalistas. Depois, foi encaminhada para o Presídio de Tijucas.

A polícia diz que ela formou-se em Direito em 2007, leva vida simples, atua na área cível e considera um enigma o motivo de seu suposto envolvimento com presos líderes do PGC.
Para o promotor Geovani Tramontin, a advogada se associou à quadrilha para intermediar informações entre os detentos e criminosos que estão nas ruas. E no dia 26 de outubro recebeu e articulou a ordem do PGC.
Justiça a define como canal de informações
O juiz Otávio Minatto, de São José, afirma que a advogada Fernanda Fleck Freitas teria se aproveitado da prerrogativa conferida pela Ordem dos Advogados do Brasil de acesso às cadeias para servir de canal de informações entre os integrantes do grupo criminoso que orquestrou e mandou matar o marido da agente penitenciária, que acabou executada por engano.
O magistrado observa que os indícios de sua participação foram demonstrados na investigação da Deic e pelo Ministério Público de SC. Ele se refere às visitas da advogada aos líderes do PGC antes do homicídio de Deise e no dia do crime, mesmo não sendo ela a procuradora dos referidos presos, o que Fernanda não conseguiu explicar.
Na decisão, o juiz também nega transferência de presos envolvidos na morte de Deise para outras prisões, como pretendiam os advogados de defesa.
Foi autorizado apenas exame de corpo de delito no preso Marciano Carvalho dos Santos, que teria atirado na agente, e em Fabrício da Rosa, o Fabrício do Morro do Horácio, na Capital, que teria arrumado a arma do crime.
Com a denúncia criminal do MPSC recebida pelo juiz, os nove denunciados agora são réus no processo por homicídio e formação de quadrilha e poderão ir a júri popular. Entre os mandantes, executores e a advogada, são oito presos. O nono envolvido é Rafael de Brito, o Shrek Paulista, 30 anos, que está foragido.

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DC teve acesso a carta apreendida com preso que teria atirado em Deise.

by DC

Mannnsssssss.... a Policia Militar de Sc afirma: Quem matou o pedreiro foi O SAMU.. Já a SSP, não quis se manifestar.... novas... Não economize argumentos Dr. Ricardo Feijó. V.Sa. não tem o direito de negar explicações à população. Principalmente a parte dela, que por anos me incluí, sofreu e como vimos hoje, continua sofrendo, tantos abusos e desmandos por parte deste orgão. Nós dois sabemos do que falo não é Dr.? Pensei ter encerrado nosso ontato em 2009. De lá prá cá, cada dia mais seus subordinados nos uniram. Se não lhe passaram o assunto, V.Sa. está pessimamente assessorado. E permanencendo tempo demais no mesmo cargo. O trabalho acaba ficando viciado e viciante. by Deise


Homem morre após ser atingido por disparos

 de  arma de choque, em Florianópolis

Tiros teriam acontecido após perseguição na madrugada de sexta-feira para sábado

Homem morre após ser atingido por disparos de arma de choque, em Florianópolis Julio Cavalheiro/Agencia RBS
Carro chegou a bater em um muro, depois de tentar escapar de barreira policialFoto: Julio Cavalheiro / Agencia RBS
Uma perseguição na madrugada de sexta-feira para sábado, em Florianópolis, terminou na morte de um homem de 48 anos. Segundo informações preliminares da Polícia Civil e da Polícia Militar, Marcos Antônio Clarinda não teria parado o carro em uma abordagem da PM, na Via Expressa, na altura no Bairro Capoeiras, por volta das 23h40min desta sexta-feira.

Enquanto a viatura da polícia seguia o motorista do carro Fiesta, organizou-se uma barreira policial próximo ao túnel Antonieta de Barros, principal acesso para o Sul da Ilha. Mesmo assim, Marcos não teria parado o carro.

Os policiais, então, teriam disparado pelo menos quatro tiros no veículo, de pistola e de balas de borracha. Os pneus foram atingidos e o carro parou. O homem reagiu ao ser abordado, se debatendo bastante. Para contê-lo, os policiais teriam disparado tiros com a arma taser, que dá choques, utilizada para imobilizar suspeitos a curtas distâncias.

Como Marcos continuou se debatendo na viatura, resistindo à prisão, os policiais chamaram o Samu. Os especialistas em saúde teriam dado um medicamento calmante. O homem foi encaminhado para o Hospital Governador Celso Ramos, no Centro da Capital, e morreu no local. O carro, que não continha bebidas alcoólicas e nem armas, foi encaminhado para perícia.

O Instituto Médico Legal vai emitir um lado sobre a causa da morte de Marcos. Quem vai investigar os procedimentos adotados e a conduta do motorista é a 2ª Delegacia de Polícia da Capital. A Polícia Militar também vai abrir inquérito sobre o caso.

Em Alta

Sincericídio de Luiz Inácio. Ou da cópia dele.

Sim, no dia 24 de março de 2026, durante a cerimônia de sanção do "PL Antifacção" (projeto de lei que endurece regras para facções...

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