domingo, 5 de outubro de 2014

13 Coisas provando que essas são, definitivamente, as Eleições da Zoeira


POSTADO POR FELIPE BRANDÃO





Podemos dizer que 2014 é um ano… diferente. Depois da Copa do Mundo, a Copa das Copas, aCopa da Zoeira, o próximo grande acontecimento no país seriam as eleições. Estávamos todos preparados para isso.

Mas o que ninguém sabia é que essas eleições também seguiriam o ritmo da Copa do Mundo. Como? Se tornando as Eleições da Zoeira.

Quer algumas provas disso? Aqui vão:

1 – Esses temas de debate












2 – Essas trolladas que Eduardo Jorge levou depois de um simples tweet

Era só pra mandar uma selfie, mas a zoeira é infinita.








3 – Essa discussão

“Envergonha você, cara!”

4 – Essa resposta hilária que fez até a Dilma rir


5 – Essa falsidade

“Oi amiga”



“Vadia”


6 – Luciana Genro e o seu famoso “Você não levante o dedo pra mim!”


7 – Que gerou essa reação no Twitter


8 – Esse comercial bizarro


9 – Essas montagens














10 – Esses vídeos




11 – Esses candidatos


















12 – Essa resposta épica de Eduardo Jorge


13 – E esses tweets hilários

A discussão com o Tas:
Sobre um fã de Legião Urbana:
Apenas filhos pequenos:
Caminhando, tuitando e tropeçando:
Compra de voto não é legal:
Apenas índios:
Esse voto eu não quero:
Você está louca, querida:


É isso aí, depois do grande sucesso do post sobre a Copa, não podíamos deixar passar as merecidas eleições que todos nós estamos curtindo tanto!

Com certeza é um assunto seríssimo, mas felizmente, nós brasileiros temos o hábito de sorrir e fazer piada dos nossos próprios problemas, talvez como uma tentativa de “sofrer” menos com tantas coisas ruins que acontecem por aqui.

Colaboração de Luciano Hilton.



Leia mais:http://www.tudointeressante.com.br/2014/10/13-coisas-provando-que-essas-sao-definitivamente-as-eleicoes-da-zoeira.html#ixzz3FEzGjDEf

sábado, 4 de outubro de 2014

Morre o ex-presidente do Haiti Jean-Claude Duvalier, o 'Baby Doc'

04/10/2014 13h32 - Atualizado em 04/10/2014 13h39

Conhecido como 'Baby Doc', ex-presidente teve um ataque cardíaco.

Foi retirado do poder por uma revolta popular na década de 1980.

Do G1, em São Paulo

O ex-ditador haitiano Jean-Claude Duvalier, o 'Baby Doc', fala a jornalistas em Porto Príncipe, no dia 21 de janeiro (Foto: St-Felix Evens/Reuters)O ex-ditador haitiano Jean-Claude Duvalier,
o 'Baby Doc', fala a jornalistas em Porto Príncipe,
em imagem de arquivo (Foto:St-Felix Evens/Reuters)
O ex-presidente do Haiti Jean-Claude Duvalier (1971-1986) morreu neste sábado (4) em Porto Príncipe, aos 63 anos. "Baby Doc", como o ditador era conhecido, foi  tirado do poder por uma revolta popular e voltou ao Haiti em 2011, depois de 25 anos no exílio na França.
Segundo as agências de notícias Reuters e France Presse, Baby Doc teve um ataque cardíaco nesta manhã.
Em 2007, Jean-Claude Duvalier falou às rádios haitianas para pedir "perdão ao povo pelos erros cometidos" durante seu governo.
As autoridades do Haiti consideram que mais de 100 milhões de dólares foram desviados sob o pretexto de obras sociais até a queda, em 1986, de "Baby Doc", que sucedeu, em 1971, seu pai François Duvalier, eleito presidente por via democrática em 1957.
Personalidade polêmica
Aos 59 anos, "Baby Doc", filho do ditador falecido François Duvalier, o chamado "Papa Doc", escolheu o primeiro aniversário do terremoto devastador para reaparecer no cenário político do Haiti, em 2011. "Vim para ajudar", declarou ele ao chegar a Porto Príncipe, onde beijou o solo.
Afastado do poder por uma revolta popular em 1986, após 15 anos de reinado absoluto em Porto Príncipe, Duvalier foi uma personalidade polêmica, mesmo após um quarto de século de ausência.
Duvalier apareceu no tribunal nesta quinta-feira (28) para uma audiência para determinar se ele pode ser acusado de crimes contra a humanidade (Foto: AFP PHOTO / Thony Belizaire.)Em imagem de arquivo, Duvalier aparece em tribunal para uma audiência para determinar se ele pode ser acusado de crimes contra a humanidade (Foto: AFP PHOTO / Thony Belizaire.)
As autoridades do Haiti estimam que mais de US$ 100 milhões foram desviados a título de realizações de obras sociais até a queda de "Baby Doc" em 1986. Houve dilapidação sistemática das empresas do Estado, com uma parte do dinheiro transferida para bancos suíços.
No poder aos 19 anos

Jean-Claude, nascido em 3 de julho de 1951 em Porto Príncipe, não parecia preparado para aceder ao poder aos 19 anos, e dirigir a primeira república negra das Américas. Seu pai, que reinou desde 1957, morreu no dia 21 de abril de 1971.
Sua silhueta pesada, suas dificuldades de elocução, sua timidez e o gosto por uniformes enfeitados, não transmitiam a imagem de um ditador implacável, nem de um tecnocrata terceiro-mundista.
Testemunha desde a chegada do pai ao poder, quando tinha 7 anos, de todas as intrigas, desgraças, detenções, execuções, bombardeios do palácio e 11 tentativas de golpe de Estado, Jean-Claude, segundo as pessoas mais íntimas, foi profundamente marcado pela violência. Aos 11 anos, saiu ileso de um violento atentado no qual foram mortos três guardas-costas.
"Baby Doc" tentou uma tímida liberalização. Mas, no fundo, o regime era o mesmo: afastado de um povo jamais consultado democraticamente, submetido ao controle rígido da milícia dos "Tontons macoutes" e vigiado pela velha guarda 'duvalerista' chamada "os dinossauros".
No entanto, mudou a constituição, limpou o exército e afastou os "Macoutes", pronunciando em 1977 uma anistia geral, além de criar uma liga haitiana dos direitos do Homem, e propor eleições livres.
Mas, segundo seus oponentes, foram apenas concessões à política do então presidente americano Jimmy Carter.
Após o casamento com Michele Bennett, rica herdeira protestante e divorciada, saída da burguesia mulata - isto é, símbolo do antigo regime - freou a liberalização. A imprensa passou a ser controlada e os oponentes, presos.
Derrubado por uma revolta popular em 1986, "Baby Doc" foi levado a se demitir pelos Estados Unidos, com a França aceitando recebê-lo de forma temporária. O ex-presidente passou, em seguida, a gozar de uma aposentadoria dourada, em amplas mansões da Côte d'Azur.

Morre Hugo Carvana. Ator tinha 77 anos e estava internado para tratar um câncer.

Luisa Girão  do EGO, no Rio



Hugo Carvana (Foto de arquivo)

O ator estava internado no hospital Pró Cardíaco no Rio, que confirmou a morte, mas a pedido da família não informou a causa nem se ele teria passado por alguma cirurgia durante o período de internação. Ele estava internado desde o dia 28 e, segundo o "Jornal Hoje", tratava um câncer.
Seu último papel na TV foi na minissérie "O brado retumbante". Hugo ficou conhecido por interpretar Waldomiro Pena, nos anos 80, em "Plantão de polícia", da TV Globo. Dirigiu os filmes "Vai trabalhar, vagabundo", "O homem nu" e "A casa da mãe Joana".
Hugo era casado com a jornalista Martha Alencar e pai de Pedro, Maria Clara, Júlio e Rita
Na última semana, o Festival de Cinema do Rio homenageou o ator com uma reexibição do filme "Vai trabalhar, vagabundo".
Amigos famosos lamentam
Em entrevista ao canal "GloboNews", o cineasta Cacá Diegues falou sobre o ator: "É uma grande perda para todos nós, cinema e TV. Não era só um ator extraordinário, mas um diretor, um intelecutal. Fico muito triste. Carvana era um autor também, que pensava as coisas do Brasil, do cinema. Foi um diretor incrível. Vou sentir muita falta dele, que era uma pessoa doce, gentil, engraçada. Sempre pra cima, fazia a gente ficar feliz".
Carreira
Hugo começou a carreira no teatro, onde encenou "O Auto da Compadecida", de Ariano Suassuna. Aos 18 anos, fez sua estreia nos cinemas em chanchadas. Em 1967, trabalhou ao lado de Gláuber Rocha no filme "Terra em transe" e depois repetiu a parceria nos filmes "Câncer" e "O dragão da maldade contra o santo guerreiro".
Durante a ditadura militar, começou a frequentar o Teatro Opinião, de resistência à ditadura, que o levou a militar diretamente na campanha das Diretas Já. Foi presidente da Fundação de Artes do Rio de Janeiro, a Funarj, durante o governo de Leonel Brizola.
  • O ator Hugo Carvana na Feijoada do Festival do Rio em 2013
    O ator Hugo Carvana na Feijoada do Festival do Rio em 2013
O ator e diretor Hugo Carvana morreu neste sábado (4), aos 77 anos,  no Rio de Janeiro, informou o canal Globo News por volta das 13h. 
Ele estava internado desde o último domingo (28), no Hospital Pró-Cardíaco, na zona sul do Rio de Janeiro. Ainda não há informações sobre a causa da morte nem sobre o local onde ele será sepultado. 
O último filme que Carvana assinou como diretor foi "A Casa da Mãe Joana" (2008). Na televisão , ele atuou em 2010 em "5x Favela", de Manaira Carneiro & Wavá Novais.
Trajetória
Carioca, nascido em Lins de Vasconcelos, zona norte do Rio, Hugo Carvana de Holanda começou sua carreira fazendo figuração para um filme. Nos anos 50, participou do Cinema Novo e trabalhou com Cacá Diegues, Ruy Guerra e Glauber Rocha.
Carvana tornou-se conhecido do grande público atuando em novelas na televisão. Foi Daniel Filho quem o convidou para seu primeiro trabalho, "Anastácia, a Mulher sem Destino" (1967), de Janete Clair.
Mas foi no cinema que Carvana foi mais reconhecido com o primeiro filme que ele dirigiu, "Vai Trabalhar, Vagabundo", de 1973. Com o longa ganhou o Kikito de Ouro de Melhor Filme, no Festival de Gramado. 

by UOl


do BOL, em São Paulo
  • Graça Paes/Photo Rio News
    O ator Hugo Carvana em foto de outubro de 2013, na Feijoada do Festival do Rio, no Armazém da Utopia, no Cais do Porto (RJ)
A Globo News informou na tarde deste sábado que o ator e diretor Hugo Carvana morreu aos 77 anos, no Rio de Janeiro.

Ele estava internado no hospital Pró-Cardíaco, na zona sul do Rio de Janeiro, porém a causa da morte ainda não foi divulgada.

Hugo Carvana nasceu no dia 4 de julho de 1937, no Rio de Janeiro. Era filho da costureira Alice Carvana de Castro e do comandante da Marinha Clóvis Heloy de Hollanda. Em sua obra, Carvana ficou marcado por retratar o típico "malandro carioca".

Na juventude, para conseguir entrar no estádio e torcer pelo Fluminense, costumava se disfarçar de vendedor de balas e ambulante.

Dentre os filmes que dirigiu, estão "Vai trabalhar, vagabundo" (1973), "Se segura, malandro" (1977), "Bar Esperança, o último que fecha" (1982), "O homem nu" (1996), "Casa da mãe Joana (2007) e "Não se preocupe, nada vai dar certo" (2009).

O ator atuou também em novelas como "Roda de fogo" (1986), "O dono do mundo" (1991), "De corpo e alma" (1992) e "Celebridade" (2003). Ele também ficou conhecido por interpretar o repórter policial Valdomiro Pena no seriado "Plantão de polícia" (1979-1981).

by bol

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