06/08/2014

Pedófilo de 55 anos é flagrado com sua vítima de apenas 11 anos andando pelas ruas do Camboja




Michael Jones, 55 anos, foi acusado de realizar atos indecentes contra menores e pagar por prostituição infantil.

As imagens mostra o momento em que um suposto pedófilo do Reino Unido foi flagrado com uma garota menor de idade no Camboja.

Michael Jones é visto segurando a mão de uma criança de 11 anos de idade, na capital do país, Pnom Pene.

Outras imagens também mostraram ele segurando uma menina de apenas 9 anos no colo, acompanhado de outras garotas.

A garota de 11 anos disse à polícia que o homem lhe deu o equivalente a R$ 11 reais para fazer sexo em um quarto alugado. Ele foi preso após uma instituição de caridade, chamada Pour Les Enfants, registrar as imagens após uma denúncia sobre supostas vítimas crianças na mão de um possível pedófilo.


Acredita-se que ele tenha praticado atos íntimos com crianças entre 12 e 13 anos. No país, o consentimento para prática sexual começa a partir dos 15 anos.

Jones rebateu as acusações e disse que pegou na mão das meninas apenas para comprar presentes e dar um pouco de dinheiro para ajudá-las. Em seguida, pediu que elas fossem para suas casas.

Ele deixou o Camboja em abril, mas retornou dia 9 de junho, momento em que a entidade de caridade começou a monitorá-lo.

O porta-voz da Pour Les Enfants disse à Wales Online, que ele levou a garota no shopping para comprar comida e ir ao cinema. A instituição ainda deixou claro que ele havia prometido que pagaria o aluguel da família da garota.


O departamento contra o tráfico humano da capital do país questionou seis garotas sobre o possível envolvimento sexual e quatro confirmaram que foram abusadas por Jones.

Jones está preso no Camboja e espera julgamento e procedimentos legais do tribunal. Ele está sendo acusado de realizar atos indecentes contra menores e pagar por prostituição infantil. Se for considerado culpado, poderá enfrentar uma pena de 8 anos de reclusão.

Fonte: Metro Foto: Reprodução / Metro

Brasil é o quinto maior produtor de lixo do mundo

Epoch Times

Por 

Aterros sanitários (Anf / Reprodução)
Aterros sanitários (Anf / Reprodução)
O brasileiro produziu mais lixo em 2013, tendo um aumento de 4,1% em relação ao ano anterior, o que representa quase 3 milhões de toneladas a mais no ano. Isso faz o Brasil se colocar na quinta posição entre os que mais produzem lixo no mundo, atrás de Estados Unidos, China, União Européia e Japão.
Cerca de 20 mil toneladas por dia que nem sequer vão para os lixões, acabam jogadas em córregos ou no meio da rua, afirma Carlos Silva, diretor-presidente da entidade Abrelpe. O Brasil continua sendo um prodígio de atraso e desperdício.
Enquanto a Europa inteira proibiu a existência de aterros sanitários a partir de 2015, e partiu para a adoção das usinas de queima de lixo e geração de energia elétrica, no Brasil o governo ainda quer impor que os municípios instaurem aterros sanitários, uma solução muito atrasada, que não tem incorporação de tecnologia, e contamina solos e subsolos.
Ao mesmo tempo, embora viva uma crise energética sem similar, o Brasil desperdiça uma gigantesca fonte de energia. A cada três toneladas de lixo queimadas é possível obter um megawatt de energia elétrica. Cada megawatt custa em torno de 100 dólares.

Almodóvar, Penélope Cruz o Bardem denuncian el "genocidio" israelí en la franja de Gaza



Foto: GETTYare on linkedin


   Varias personalidades del mundo de la cultura han denunciado el "genocidio" del ejército israelí en la franja de Gaza "contra la población civil palestina", según han manifestado en un comunicado alrededor de un centenar de actores, directores, dramaturgos y escritores españoles.
   En este escrito, los firmantes critican que "el detonante" de esta violencia es "la ocupación israelí", que "sigue avanzando e invadiendo territorios de los palestinos en lugar de replegarse a las fronteras del 67".
   "Humilla, detiene y pisotea a diario los derechos de la población palestina de toda Cisjordania, ocasionando también muchas muertes", indican en este comunicado actores como Penélope Cruz, Javier Bardem, Rosa Mª Sardá, Lola Herrera o Eduardo Noriega; cineastas como pedro Almodóvar, Montxo Armendariz o Benito Zambrano; o músicos como Amaral  o Nacho Campillo.
   Por ello, instan al Gobierno de España y a la Unión Europea a que "condenen los bombardeos por tierra, mar y aire contra la población civil palestina en la franja de Gaza"; exigen un "alto el fuego inmediato", así como "levantar el bloqueo que sufre la franja de Gaza desde hace más de una década".
   Además, piden "abrir los pasos fronterizos para facilitar la movilidad de la población, la entrada de equipos médicos, de medicamentos y de alimentos, la reparación de los daños causados por los ataques israelíes a nivel físico, moral, psicológico que está sufriendo la población civil de Gaza, y en especial a la población infantil", y "abrir la vía del diálogo entre los palestinos e israelíes para alcanzar la paz, justa y duradera como solución al conflicto".
   Asimismo, el mundo de la cultura afirma que está "en contra del uso de la violencia de todas las partes" y solicitan al Gobierno que llame a consultas al embajador Español en Israel "hasta que se detenga la ofensiva criminal hacia Palestina", como "prueba contundente" del rechazo que siente por las "acciones sin calificar del ejército israelí", y que se facilite el trabajo de los informadores internacionales desplazados estos días en toda la zona.
   En este escrito, personalidades de la cultura denuncian los cerca de 1.040 muertos y 6.000 heridos desde el comienzo del ataque israelí a Gaza y critican el "bloqueo" en ciudades como Nablus y Hebrón, que, según critican, viven "desde hace muchos años con frecuentes incursiones del ejercito por las noches".
   "Gaza vive el horror estos días, asediada y atacada por tierra, mar y aire. A los palestinos se les derriban casas, se les niega el agua, la luz, el paso a los hospitales, a las escuelas, a los huertos, mientras la Comunidad Internacional lo permite", lamentan.

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