02/08/2014

No Minha Casa de Dilma ´trambique`, falhas em todas as obras vistoriadas

 André Borges - O Estado de São Paulo

                                                          
                                                          

TCU fiscalizou 416 casas, em cinco Estados, e encontrou 'víciosconstrutivos que dificultam ou inviabilizam o uso das moradias'


Casas sem portas e revestimento interno, ocorrências de afundamento de piso, rachaduras nas paredes e por aí vai. A lista de problemas encontrados em auditorias realizadas em unidades habitacionais do Programa Minha Casa, como revelou ontem o 'Estado', explica por que o Tribunal de Contas da União (TCU) pressiona o Ministério das Cidades, responsável pelo programa, a melhorar a fiscalização e o processo de acompanhamento das obras pelo País. 

Em Lajes (RN), vazamentos hidráulicos e ligações clandestinas de energia. Na baiana Irará, buracos nas paredes de sustentação das lajes. 

Em Jatobá (MA), instalações elétricas em situação precária. O TCU visitou dez municípios nos Estados da Bahia, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba e Rio Grande do Norte. Ao todo, foram inspecionadas 416 casas. 

O objetivo era checar a qualidade das obras executadas no programa na vertente que atende a municípios de até 50 mil habitantes e famílias com renda até R$ 1.395 mensais. 

A auditoria apontou que 100% das obras apresentaram problemas de qualidade por causa de "vícios construtivos que dificultam ou mesmo inviabilizam o uso pleno da moradia pelo beneficiário". Em alguns casos, segundo os auditores, há "risco a segurança ou a saúde do morador". 

UPAs. Problemas estruturais básicos também foram encontrados nas unidades de pronto atendimento (UPAs 24 Horas), programa vinculado ao Ministério da Saúde. Nas 26 UPAs visitadas em 11 municípios, os auditores encontraram quatro situações em que as unidades sequer tinham o "habite-se", documento que autoriza o funcionamento do local. "A ausência de habite-se configura descumprimento à legislação municipal (...) e impossibilita a confirmação se essas unidades foram construídas conforme as exigências técnico-legais necessárias", informa o relatório do tribunal. 

Os auditores acharam trincas nas paredes em Formosa (GO) e infiltrações graves nas unidades de Belém (PA) e Porto Velho (RO). A missão das UPAs é ajudar a reduzir filas nos prontos-socorros de hospitais ao prestar atendimento de casos clínicos agudos e o primeiro atendimento em situações de cirurgia ou trauma de pacientes antes do hospital.

Questionado sobre os problemas encontrados no programa habitacional, o Ministério das Cidades informou, por meio de nota, que a fiscalização da modalidade auditada pelo TCU cabe aos bancos intermediadores dos repasses, além dos Estados e municípios que solicitaram os recursos. "É responsabilidade dos entes públicos, na qualidade de proponentes das operações, prover toda a infraestrutura necessária ao empreendimento e aprovar os projetos." O ministério disse, ainda, que cabe aos bancos firmar os termos de compromissos, atestar a viabilidade técnica, jurídica e documental dos empreendimentos, além de acompanhar a execução da obra até a conclusão, mediante termo de entrega e emissão do 'habite-se'. 

Sobre as UPAs, o Ministério da Saúde afirmou, em nota, que a liberação de recursos para a construção das unidades só é feita à medida que os municípios ou Estados comprovam o andamento da obra. "A execução das obras, incluindo a contratação das empresas, é de responsabilidade dos gestores municipais ou estaduais", informa. 

Para melhorar o controle sobre os projetos, o ministério afirma que criou, em 2012, um novo sistema de monitoramento. "O município ou Estado que não atualiza no sistema as informações por mais de 60 dias consecutivos pode ter o repasse dos recursos suspenso pelo Ministério. 

Outra medida adotada foi a oferta de projetos de arquitetura padronizados para a construção das UPAs. "Em casos de desconformidades ou problemas na estrutura das unidades, o Ministério da Saúde estabelece prazo para adequação. Caso a situação não seja solucionada, pode haver a exigência da devolução de parte proporcional dos recursos investidos."

'Torturamos pessoas' após ataques de 11 de setembro, reconhece Obama


'Torturamos pessoas' após ataques de 11 de setembro, reconhece Obama
'Torturamos pessoas' após ataques de 11 de setembro, reconhece Obama
Washington, 1 ago (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, reconheceu nesta sexta-feira que seu país adotou ações que considerou reprováveis após os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001, entre elas a de torturar alguns detidos.
'Torturamos pessoas', afirmou Obama na sala de imprensa da Casa Branca ao comentar a polêmica sobre um relatório do Senado no qual é investigado o uso de controversos processos de interrogatório a suspeitos de terrorismo, incluindo asfixia simulada, entre 2001 e 2009 por parte da CIA.
'Cruzamos a linha, fizemos coisas que vão contra nossos valores', acrescentou o líder, que disse, no entanto, que é preciso entender essas ações no contexto dos atentados sofridos pelos Estados Unidos.
Por isso, o presidente americano opinou que não se deve ser 'ingênuo de maneira retrospectiva sobre o trabalho' dos agentes dos serviços de inteligência nesses difíceis momentos, após a queda das Torres Gêmeas em Nova York, o atentado contra o Pentágono em Washington e o avião derrubado na Pensilvânia.
'Estavam trabalhando sob uma enorme pressão e são patriotas de verdade', declarou Obama perante os jornalistas em um discurso que não estava previsto em sua agenda presidencial.
Além disso, destacou que 'isto tem que ser entendido e aceito e, como país, devemos nos responsabilizar por isso para que não voltemos a fazer no futuro'.
Não é a primeira vez que Obama reconhece que os serviços de inteligência torturaram detidos, mas nunca o fez de forma tão clara.
A polêmica sobre o relatório da Comissão de Inteligência do Senado voltou a ressurgir esta semana depois que o diretor atual da CIA, John Brennan, pediu desculpas aos congressistas ao admitir que funcionários da agência tinham espionado computadores pertencentes a funcionários do citado comitê durante a investigação.

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O que acontece na internet quando o Facebook sai do ar

RAFAEL CISCATI

01/08/2014 

Pânico bob esponja (Foto: Reprodução)
Foi o pior dos tempos. No início da tarde desta sexta-feira (1) o  Facebook saiu do ar por alguns minutos. Em vários países, a rede social ficou inacessível ou instável. Quem tentasse acessar o próprio perfil encontrava um mero pedido de desculpas. Como se bastasse. A rede social ainda não explicou o que houve. Apenas disse que está ciente do problema e trabalha para resolvê-lo.  Por aqui, a página voltou ao ar, mas ainda demora a carregar. O Instagram também ficou alguns minutos inacessível. Um calvário! Pelas redes sociais que restaram, quem estava atento espalhou o pânico.
Primeiro, rolou uma certa descrença

Não creio (Foto: Reprodução)

Rolou uma descrença (Foto: Reprodução)

 



Daí, veio o pânico. A galera hiperventilou
 
Pânico total (Foto: Reprodução)

 



Mas sempre há como contornar a situação. Perguntamos aos nossos leitores como eles estavam se resolvendo.

Teve gente que aproveitou para botar a casa em ordem

Arrumo a casa (Foto: Reprodução)

Limpando (Foto: Reprodução)









Teve gente que preferiu aproveitar o dia de sol ao ar livre
Vida ao ar livre (Foto: Reprodução)

 

E aqueles que preferiram recorrer a soluções mais modernas
Uma volta ao passado (Foto: Reprodução)

 
Apelar para solução mais moderna (Foto: Reprodução)

 






 




Teve gente que aproveitou para pôr a leitura em dia

Vamos ler (Foto: Reprodução)

 
Se atualizando (Foto: Reprodução)

 



Teve quem se conformou e perdeu a fé
Tem jeito não, tá tudo errado (Foto: Reprodução)

 

Teve gente que tirou disso uma lição
Lição de moral (Foto: Reprodução)

 
concordo tbm (Foto: Reprodução)

 








E gente que resolveu colocar a boca no trombone

Boca no trombone (Foto: Reprodução)

 
Mas, sossegue, que tudo já voltou ao normal. Ou quase

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