sexta-feira, 13 de junho de 2014

Lua Cheia e Lua de Mel acontecem nessa sexta-feira 13

O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://cultura.estadao.com.br/noticias/geral,morre-a-cantora-marlene-estrela-da-era-do-radio-no-brasil,1511519O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://cultura.estadao.com.br/noticias/geral,morre-a-cantora-marlene-estrela-da-era-do-radio-no-brasil,1511519


13/06/14 - Saiba mais sobre essas curiosas coincidências

O fato de que a Lua Cheia acontece numa sexta-feira 13 foi divulgado amplamente pela mídia, mas 
o que significa isso? E o que seria a famosa 'Lua de Mel'?

Primeiramente, a 'Lua de Mel', ou 'Honey Moon' em inglês é o nome dado ao evento de Lua Cheia 
durante um perigeu. Perigeu significa "ponto mais próximo da Terra", assim como apogeu significa "ponto mais distante". Quando a Lua está no perigeu, ou seja, no ponto mais próximo, ela fica aparentemente um 
pouco maior do que de costume. E quando o "perigeu" coincide com a "Lua Cheia", então temos a tal
 "Lua de Mel", o que dá à Lua uma aparência maior do que de costume, além de ganhar tons de mel, 
ou âmbar. Outra coincidência é que essa romântica "Lua de Mel" acontece quase que no dia dos
 namorados.

Mas hoje, essas não são as únicas coincidências relacionadas a Lua. A Lua Cheia ocorreu exatamente
à 01h12 (pelo horário de Brasília), durante uma sexta-feira 13. Mas o que isso significa?

Bom, cientificamente falando, além de uma raríssima coincidência matemática... não significa muita coisa.
 Porém, para muitas pessoas isso está atrelado a muitos mitos.

Desde a idade média, existem relatos de que a Lua Cheia sempre esteve relacionada com fatos 
estranhos. Alguns mitos dizem ainda que, durante uma Lua Cheia, mais admissões ocorrem em hospitais,
 as taxas de  crimes aumentam, e as pessoas ficam mais eufóricas e hiperativas. A idéia de que a Lua
 Cheia mexe  com a mente e temperamento das pessoas vêm sendo divulgada há séculos. Até mesmo a 
palavra  "lunático" descende disso. Porém, voltando para o lado científico, a maioria dos estudos, no 
entanto,  não mostram nenhuma correlação entre a Lua Cheia e a incidência de crimes, doenças ou
 comportamento humano. E isso vale também para uma noite de sexta-feira 13 e de Lua Cheia.

A "Lua de Mel" em si não é uma grande coincidência, pois ela acontece em média a cada 3 anos. Já uma Lua Cheia numa sexta-feira 13 já é bem mais raro. A última sexta-feira 13 de Lua Cheia aconteceu em março de 1988, e a próxima será em agosto de 2049.

Mas uma "Lua de Mel" em plena sexta-feira 13 é algo muito raro. A última vez que uma Lua Cheia com tons de mel ocorreu durante uma sexta-feira 13 foi em junho de 1919, e a próxima será somete em junho de 2098.

Como pudemos perceber, uma sexta-feira 13 de Lua Cheia, e ainda Lua de Mel, e tudo isso quase que no dia dos namorados, é uma coincidência raríssima.

E pra finalizar, veja algumas fotos da Lua de Mel tiradas ao redor do mundo. Ah, e não se esqueça! Se o tempo permitir, dê uma olhadinha na Lua de hoje! Outra chance como essa, só daqui um bom tempo...

Foto tirada por Stojan Stojanovski no dia 13 de junho de 2014, na Macedônia.
Créditos: Stojan Stojanovski

Jean Baptiste Feldmann tirou essa foto em Nuits-Saint-Georges, na França,  em comemoração 
ao início da Copa do Mundo de 2014, na noite de 12 de junho.    ---  
   Créditos: Jean Bapiste Feldmann

by 
galeriadometeorito.com

'Nunca mais volto', diz colombiano ao relatar ter sido agredido no RS

13/06/2014 05h19 

Homem de 31 anos diz que foi atacado por cinco homens em Porto Alegre.
De acordo com a polícia, suspeito de agressão foi ouvido e liberado.

Do G1 RS
José Daniel Menezes diz ter sido espancado em Porto Alegre (Foto: Leo Urnauer/G1)Colombiano José Daniel Menezes diz ter sido
espancado em Porto Alegre (Foto: Leo Urnauer/G1)
A primeira semana da Copa do Mundo deve ser a última no Brasil do chef de cozinha colombiano José Daniel Menezes, de 31 anos. O turista relatou ter sido agredido, sem motivo aparente, quando retornava para o hotel após ter assistido ao jogo Brasil x Croácia na Fan Fest, no Anfiteatro Pôr do Sol. De acordo com o relato do colombiano, ele passava na frente do Parque Maurício Sirotsky Sobrinho por volta das 23h30 da quinta-feira (12) quando foi atacado por cinco homens.
"Cruzei o parque e eles me pegaram", contou o turista ao G1. O homem foi levado pela Brigada Militar até a delegacia montada para atender os casos de turistas durante a Copa do Mundo, na Academia Integrada da Segurança Pública (Acisp), onde registrou ocorrência.
De acordo com o boletim de ocorrência, o colombiano estava na Avenida Edvaldo Pereira Paiva próximo ao parque onde é realizado o Acampamento Farroupilha, quando foi abordado por um grupo de cinco pessoas. Segundo a polícia, o colombiano estava muito nervoso no momento do relato e apenas contou que foi agredido.
 Após o ataque, ele procurou um policial que estava próximo ao local e pediu ajuda. Em seguida, apontou um dos suspeitos da agressão. O homem foi encaminhado para a Acisp para prestar esclarecimentos, mas nada relatou e foi liberado. O caso foi encaminhado à Delegacia do Turista, que seguirá a investigação por lesão corporal.
Depois disso, Menezes foi ao Hospital de Pronto-Socorro, onde ele foi atendido e liberado. O turista está hospedado em um hotel no bairro Partenon, na Zona Leste de Porto Alegre. Já na madrugada de sexta (13), com cortes na boca e a roupa ensanguentada, o estrangeiro disse que pretende ir embora. "Nunca mais volto para cá", afirmou.
O turista tem cidadania americana e mora em Miami. Ele diz que estava no Brasil para dar aulas sobre comida orgânica, e não comprou nenhum ingresso para a Copa. A ideia era ficar oito dias no país.
O estrangeiro também revelou que já viajou para vários países, como México, Costa Rica e Bahamas, mas nunca passou por uma situação semelhante. "Esta é a primeira e a última vez que venho para o Brasil. Quero ir embora amanhã mesmo. Já haviam me falado que o país era perigoso, mas não imaginava assim", contou.
Torcedor chileno foi assaltado perto da Arena do Grêmio

Um torcedor chileno foi assaltado na manhã de quinta-feira (12) na BR-290 nas proximidades da Arena do Grêmio, no bairro Humaitá, em Porto Alegre, informou a Polícia Civil. O turista de 31 anos foi abordado por três homens armados e teve US$ 800 furtados. Ele pedia carona para o Rio de Janeiro, onde pretendia ver jogos da Copa do Mundo.

Por não ter hospedagem, o turista passou a noite na Academia Integrada de Segurança Pública (Acisp), na Zona Leste de Porto Alegre, e seria encaminhado ao consulado do Chile nesta sexta (13). Ele ingressou no Brasil por Santana do Livramento no sul do estado, e andou cerca de 500 km até Porto Alegre pedindo carona e caminhando.

Faltam caixões na Venezuela Dificuldade para importar e lentidão estatal adiam velórios


Parentes e amigos carregam caixão da atriz Monica Spear e de seu ex-marido Thomas Henry Berry durante funeral em cemitério de Caracas - Alejandro Cegarra / AP

CARACAS — A crise de escassez na Venezuela chegou à indústria de caixões, criando filas também para os mortos.

A queda na produção foi de 20% a 30% este ano por falta de materiais, segundo autoridades. O preço subiu e os funerais passaram a ser adiados.

O principal item em falta são as folhas de madeira usadas na construção dos caixões, afirma Pedro Navarro, ex-presidente de uma associação de funerárias. Ele culpa a lentidão da empresa estatal Sidor.

— Algumas fábricas estão paralisadas. Outras compram folhas mais grossas — diz.

O país de 30 milhões de habitantes tem 50 fábricas de caixões. O presidente de uma das maiores fábricas afirma que faltam cola, tinta e até tecido para o interior dos caixões.

— Em dois ou três meses a coisa ficará tão séria que talvez não haja caixões para enterrar as pessoas — diz o executivo, Juan Carlos Fernandez.

Ele diz que espera diminuir a produção pela metade no próximo mês.

A demanda por caixões no país é ainda mais alta porque a Venezuela possui uma das mais altas taxas de homicídio do mundo.

A crise dos caixões faz parte de um quadro maior de escassez no país, cuja política cambial controlada pelo governo dificulta a importação de itens como papel de jornal e até papel higiênico — causando imensas filas nos caixas de supermercados.

O Banco Central do país parou há alguns meses de publicar um índice de escassez, que era de 27% em março

Read more: http://oglobo.globo.com/mundo/faltam-caixoes-na-venezuela-12832709#ixzz34YhRso3J

Em Alta

Um "ecossistema" que garante que tudo continue exatamente como está

Assisti hoje este vídeo do Sputniks sobre a dependência financeira dos municípios brasileiros e confesso que fiquei impressionada com a seme...

Mais Lidas