sábado, 6 de abril de 2013

Livro sobre tragédia na Kiss gera revolta em Santa Maria


05/04/2013 19:52 - Atualizado em 05/04/2013 20:13

Obra conta suposta descoberta de vítimas com vida em caminhão frigorífico que transportava corpos

A Associação dos Familiares de Vítimas e Sobreviventes da Tragédia de Santa Maria (AVTSM) divulgou nota repudiando a publicação do livro "Kiss: uma porta para o céu", de autoria de Lauro Trevisan. Adherbal Ferreira, presidente da AVTSM, criticou a narrativa de fatos sem qualquer comprovação de terem ocorrido no local.

“No auge da balada celestial, o Pai perguntou se alguém queria voltar. Dois ou três disseram que sim e foram encontrados vivos no caminhão frigorífico que transportava os corpos ao Ginásio de Esportes”, conta a página 05 da obra, exemplificou.

O trecho destacado, segundo o assessor de Imprensa da associação, Ogier Rosado (que perdeu um filho na tragédia), causaram imensa indignação entre os familiares, levantando ainda sérias dúvidas a respeito da veracidade de qualquer passagem do livro. Não existe qualquer registro de que algum sobrevivente foi retirado do caminhão frigorífico. "Esse fato levaria a crer que a pessoa foi retirada viva da boate e transportada como morta ao Centro Desportivo Municipal", salientou Adherball.

A entidade busca responsabilizar o autor da obra e fazê-lo explicar os textos incluídos na narrativa. "Solicita-se que Vossa Senhoria esclareça os trechos destacados e aponte eventuais culpados pela conduta criminosa narrada no livro publicado, levando ao conhecimento das autoridades competentes", enfatiza carta aberta da  AVTSM para Trevisan.

A nota destaca, também, a requisição para imediata retirada de circulação de “Kiss: Uma porta para o céu”. A responsável pela publicação é a Editora e Distribuidora da Mente, com sede na rua Tuiuti na cidade de Santa Maria.

by Correio do Povo

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Presidente sul-coreana diz que reagirá a provocações da Coreia do Norte




SEUL - A presidente da Coreia do Sul, Park Geun-hye, prometeu nesta segunda-feira uma forte retaliação a qualquer provocação feita pela Coreia do Norte, enquanto se intensificam as tensões na península coreana em meio às ameaças de Pyongyang.
Em reunião com o ministro da Defesa, Kim Kwan-Jin, e autoridade militares, depois de Pyongyang ter declarado no sábado estar oficialmente em guerra com Seul, Park disse que leva muito a sério o fluxo quase diário de ameaças belicosas.
- Se houver qualquer provocação contra a Coreia do Sul e seu povo, haverá uma forte resposta no combate inicial sem levar em conta quaisquer consequências políticas - afirmou Park.
Park, uma conservadora que assumiu a Presidência defendendo um engajamento cauteloso durante sua campanha eleitoral, tem tomado uma posição mais radical desde que assumiu o cargo em fevereiro, logo após a Coreia do Norte ter realizado seu terceiro teste nuclear.
A Coreia do Sul anunciou no domingo que realizará mais exercícios militares em conjunto com a Marinha americana em seu território durante o mês de abril. O anúncio foi feito no mesmo dia em que o ditador Kim Jong-un defendeu a ampliação quantitativa e qualitativa de seu arsenal nuclear para fazer frente às ameaças dos EUA.

by O Globo
1 de abr de 2013

"Crianças irão para a escola a partir dos 4 anos" Qualquer semelhança das atitudes da Presidente Dilma e Kim Jong-un2 , não é mera coincidênica. Ou seja, o referencial de nossos filhos SERÁ O ESTADO, enquanto União. Caso eu tivesse netos, ou filhos nesta idade, JAMAIS obedeceria a esta ordem , que queima totalmente as etapapas, alem de ser um ABUSO além do suportavel e admissivel. A Presidente está determinada a destruir totalmente a insituição que antes do advento PT , se chamava FAMILIA. Perdemos nossos filhos e netos, para um governo, déspota, ditador e tirano. by Deise






05/04/2013

Brasília – Lei publicada na edição de sexta (5) do Diário Oficial da União determina que os pais matriculem os filhos na escola quando completarem 4 anos e não mais a partir dos 6 anos de idade. A mudança estava prevista em emenda constitucional aprovada pelo Congresso em 2009.

Agora a determinação foi incorporada na Lei de Diretrizes e Bases de 1996, de acordo com o Ministério da Educação. A emenda estabelece que estados e municípios têm até 2016 para oferecer vagas para as crianças nesta faixa etária.

Antes da mudança na Constituição, o ensino fundamental era a única fase escolar obrigatória no Brasil. Depois da aprovação da emenda, o ensino passou a ser obrigatório dos 4 aos 17 anos, incluindo a pré-escola, o ensino fundamental e o médio.

Os demais itens da Lei 12.796, de 4 de abril de 2013, publicada hoje, atualizam a Lei de Diretrizes e Bases, e prevê que a educação infantil terá carga carga horária mínima anual de 800 horas e controle de frequência nas pré-escolas com frequência mínima de 60% do total de horas.

Incorpora a orientação para que o ensino seja ministrado levando em consideração a diversidade étnico-racial e atendimento educacional especializado gratuito aos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação.

A lei determina que a União, o Distrito Federal, os estados e municípios adotem mecanismos facilitadores de acesso e permanência em cursos de formação de docentes em nível superior para atuar na educação básica pública.

Yara Aquino
Repórter da Agência Brasil

Edição: Beto Coura

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