terça-feira, 2 de abril de 2013

Baixe aqui os volumes da coleção História Geral da África



Para facilitar o acesso da população brasileira à importante coleção História Geral da África, a Fundação Cultural Palmares (FCP) disponibiliza em seu portal, para download, os oito volumes da publicação editada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), o que também pode ser feito diretamente do site da instituição internacional ou do Ministério da Educação (MEC).
A coleção já foi publicada em árabe, inglês e francês; e sua versão condensada está editada em inglês, francês e em várias outras línguas, incluindo hausa, peul e swahili. Agora, a população brasileita foi brindada com a versão em português deste que é considerado pela UNESCO como um de seus projetos editoriais mais importantes dos últimos trinta anos.    
Marco no “processo de reconhecimento do patrimônio cultural da África”, a coleção  facilita a compreensão sobre “o desenvolvimento histórico dos povos africanos e sua relação com outras civilizações a partir de uma visão panorâmica, diacrônica e objetiva, obtida de dentro do continente” – como descrevem os coordenadores do projeto,  no site da UNESCO.    
Como também explicado pelos responsáveis pelo projeto, a coleção foi produzida por mais de 350 especialistas das mais variadas áreas do conhecimento, “sob a direção de um Comitê Científico Internacional, formado por 39 intelectuais, dos quais dois terços eram africanos”. Para ler mais sobre o assunto, clique aqui ou acesse o site da organização.
Download gratuito (somente na versão em português):
DivulgaçãoVolume I: Metodologia e Pré-História da África
(PDF, 8.8 Mb)
ISBN: 978-85-7652-123-5
DivulgaçãoVolume II: África Antiga
(PDF, 11.5 Mb)
ISBN: 978-85-7652-124-2
DivulgaçãoVolume III: África do século VII ao XI
(PDF, 9.6 Mb)
ISBN: 978-85-7652-125-9
DivulgaçãoVolume IV: África do século XII ao XVI
(PDF, 9.3 Mb)
ISBN: 978-85-7652-126-6
DivulgaçãoVolume V: África do século XVI ao XVIII
(PDF, 18.2 Mb) 
ISBN: 978-85-7652-127-3
DivulgaçãoVolume VI: África do século XIX à década de 1880
(PDF, 10.3 Mb)
ISBN: 978-85-7652-128-0
DivulgaçãoVolume VIII: África desde 1935
(9.9 Mb)
ISBN: 978-85-7652-130-3
by site palmares

domingo, 31 de março de 2013

O dia da mentira




Existem muitas explicações para o dia 1 de Abril se ter transformado no Dia da Mentira. Uma delas diz que a brincadeira surgiu em França. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado no dia 25 de Março, data que marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1 de Abril.
Em 1554 , depois da adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1 de janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano iniciaria em 1 de abril. Gozadores passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como "plaisanteries".
Em países de língua inglesa o dia da mentira costuma ser conhecido como "April Fool's Day" ou "Dia dos Tolos", em Itália e em França ele é chamado respectivamente "pesce d'aprile" e "poisson d'avril", o que significa literalmente "peixe de abril".
No Brasil, o 1º de abril começou a ser difundido em Pernambuco, onde circulou "A Mentira", umperiódico de vida efêmera, lançado em 1 de abril de 1848, com a notícia do falecimento de Dom Pedro, desmentida no dia seguinte. "A Mentira" saiu pela última vez em 14 de setembro de 1849, convocando todos os credores para um acerto de contas no dia 1 de abril do ano seguinte, dando como referência um local inexistente.


Superstições

-Alguém que não consegue aceitar os truques, ou tirar proveito deles dentro do espírito da tolerância e do divertimento também deve sofrer com a má sorte. Também se diz que aquele que for enganado por uma bonita menina será recompensado com o matrimônio, ou pelo menos a amizade dela.
-Outro mito ou a superstição diz que o matrimônio no Dia da Mentira não é uma boa idéia e que um homem que se case nessa data será para sempre controlado pela esposa.(eheh...e isso é o que vocêshomens menos querem não é??lol)

by Amor e Paixao

Santa Cruz relembra neste 1º de Abril, 32 anos da enxurrada que destruiu parte da cidade











A população santacruzense relembra nesta segunda, 1° de abril, os 32 anos da grande enchente que ocorreu em 1981. Enchente essa que deixou mais de 5 mil desabrigados e um rastro de destruição na cidade.
A tragédia só não foi maior porque a telefonista da época e hoje professora Maria de Fátima ao perceber que as fortes chuvas na cidade de Campo Redondo, região do Trairi, levariam a barragem Mãe D’água ao rompimento, Maria de Fátima alertou o prefeito do município vizinho, Santa Cruz, do risco. Três horas depois a cidade foi devastada pelas águas. Tempo em que a telefonista convenceu as autoridades de que a notícia não era uma brincadeira motivada pelo 1º de abril, Dia da Mentira, data da tragédia.
Apesar da dificuldade para ser acreditada, a telefonista conseguiu que os moradores fossem orientados a abandonar suas casas e procurar os lugares mais altos da cidade. Quando a água passou por Santa Cruz, sua força destruiu 1.044 casas, mas apenas um óbito foi registrado. Em seguida, Maria de Fátima contatou o Governo do Estado para pedir socorro e atravessou a noite, sob a luz gerada pela bateria de um carro, dando informações aos parentes desesperados em busca de notícias.
O então governador Lavoisier Maia decretou estado de calamidade pública em toda a região do Trairi e levou fotos da tragédia ao presidente da República, João Figueiredo. O ministro do Interior na época, Mário Andreazza confidenciou ao prefeito de Santa Cruz: Hildebrando Teixeira, só ter visto cena igual em guerra.
Muitos se solidarizaram com a situação que se encontrava o município e um mutirão que envolveu as três forças armadas, instituições públicas e privadas, ONGs, voluntários, igreja e as próprias vítimas foi formado com o objetivo de reconstruir a cidade.
Hoje, a cidade de Santa Cruz, está totalmente recuperada da enchente de 1981, e os moradores mais afetados que moravam a margem do Rio Trairi tiveram suas casas reconstruídas pelo estado, dando origem a um novo bairro na cidade: o Conjunto Cônego Monte. Porém, a tragédia jamais saiu da mente daqueles que sofreram com a inundação.
Passada a tragédia, restam as lembranças de um 1981 de muita tristeza, mas  também de superação do povo santacruzense mas que agora convive com a maior seca dos últimos 50 anos.
Fontes de pesquisa: Diário de Natal/Blog do Edgar Santos
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