sexta-feira, 29 de março de 2013

Tratado de Latrão: revendo a história, acasos e mais acasos são encontrado. EStes acasos vão formando um padrão, aparecendo ou parecendo trabalho, de um requintado tapeceiro. by Deise




  Tratado assinado em Roma, no palácio de Latrão, em 11 de fevereiro de 1929,  (1 1 + 2 = 13)e ntre a Santa Sé e a Itália, representada por Mussolini, sendo ratificado a  7  de junho de 1929,  (7 + 6 = 13).
  Este tratado tinha o intuito de resolver a Questão Romana, sendo de destacar alguns dos seus artigos: a religião católica é a única religião do estado italiano;
  - reconhece a personalidade jurídica internacional da Santa Sé e a soberania plena sobre o estado da cidade do Vaticano, sem nenhuma ingerência da Itália;
   - os representantes da Santa Sé gozavam das mesmas imunidades e regalias que os representantes diplomáticos acreditados em Itália;     
    - garantia da liberdade de comunicações da Santa Sé com todo o mundo, etc.
    No artigo 26.°, (MULTIPLO DE 13) a Santa Sé decreta a Questão Romana definitivamente resolvida e reconhece o reino de Itália sob a Casa de Saboia e esta reconhece a Cidade do Vaticano. Ao Tratado de Latrão existem muitos anexos com plantas dos edifícios e terrenos nele mencionados e, também um acordo financeiro, previsto num dos artigos do tratado. 
    Ao mesmo tempo, foi assinada a Concordata com Itália, que por vontade de Pio IX, (9) é indissolúvel do Tratado de Latrão, daí que se dê a estes dois pactos o nome de "Pactos de Latrão".
   Após, e somente após o Tratado de Latrão; é que podemos considerar a contagem oficial dos sete reis (sete papas-reis e chefes de estado do Vaticano), os quais profetiza o livro do Apocalipse cap. 17: 9-11, de acordo com a interpretação mais correta e atual.

"17.9 Aqui está o sentido, que tem sabedoria: as sete cabeças são sete montes, nos quais a mulher está sentada. São também sete reis,
17.10 dos quais caíram cinco, um existe, e o outro ainda não chegou; e, quando chegar, tem de durar pouco.
17.11 E a besta, que era e não é, também é ele, o oitavo rei, e procede dos sete, e caminha para a destruição."


                                            

quinta-feira, 28 de março de 2013

31 o número de mortos em Petrópolis

21/03/2013

Bombeiros encontraram três corpos no bairro do Quitandinha, nesta quinta-feira. As buscas continuam para achar um morador desaparecido desde o temporal de domingo

Chuvas na cidade de Petrópolis (RJ) provocaram mortes e deixaram centenas de pessoas desalojadas e desabrigadas
Chuvas na cidade de Petrópolis (RJ) provocaram mortes e deixaram centenas de pessoas desalojadas e desabrigadas(Tânia Rêgo/ABr)
O número de mortos em Petrópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro, subiu para 31 nesta quinta-feira. No total do dia, foram encontradas mais três vítimas da chuva que atingiu a cidade no início da semana e provocou alagamentos e deslizamentos de terra. Os três corpos localizados são de homens e estavam no bairro do Quitandinha, o mais atingido.

O 29º cadáver foi encontrado às 8h45 em meio a escombros, dentro de um córrego perto da rodoviária do município. O 30º foi achado às 11h25, em um deslizamento da Rodovia BR-040. A Defesa Civil localizou a 31ª vítima por volta das 16h30. Bombeiros ainda trabalham com mais uma pessoa desaparecida.

Petrópolis se desmancha: com obras paradas, uma nova tragédia 
De acordo com a prefeitura, 14 dos 44 feridos estão hospitalizadas. Dos que estão internados em unidades de terapia intensiva (UTIs), quatro apresentam um quadro de saúde grave. O total de desabrigados ou desalojados caiu de 1.463 para 1.237. Nesta quinta-feira, quatro vítimas foram enterradas. O temporal causou 21 pontos de deslizamentos ou enchentes em seis bairros de Petrópolis.

Entre os mortos estão uma filha e dois netos do pedreiro Jamil Luminato, de 53 anos, que mora no bairro Independência. Em 31 de dezembro de 1981, após uma tempestade que matou 67 habitantes da cidade, Luminato foi fotografado carregando um bebê que havia resgatado já morto. Publicada na capa do "Jornal do Brasil" do dia seguinte, a foto rendeu o Prêmio Esso, principal distinção do Jornalismo brasileiro, ao repórter-fotográfico Carlos Mesquita. Depois o documentário "Primeira Página", do diretor de cinema e professor Eduardo Escorel, tentou reconstruir a situação que o pedreiro viveu naquele dia. Passados 31 anos, na chuva de domingo, no dia 17 de março deste ano, Luminato perdeu a filha, de 31 anos, e os netos de 2 e 4 anos. O genro está na UTI de um hospital de Petrópolis.
Ministério Público - Ministério Público do estado do Rio vai acionou, nesta quinta-feira, a prefeitura de Petrópolis, o governo do estado e o Instituto Estadual do Ambiente (Inea). Uma ação civil pública proposta pelas promotoras Zilda Januzzi Veloso Beck e Mariana Mascarenhas Ferreira Gomes exige que o poder público realize obras para evitar o transbordamento dos rios Quitandinha e Piabanha. O MP também pede indenizações por perdas patrimoniais das vítimas da tragédia desta semana e por dano moral e coletivo, com verbas do Fundo Nacional dos Direitos Difusos.
A ação pede que seja elaborado, em um prazo de 30 dias, “um projeto de engenharia e a recomposição da mata ciliar do Quitandinha e do Piabanha”. O prazo para a execução dessas obras é de 180 dias. O MP afirma que não se tem notícia de nenhuma medida estrutural de engenharia para melhorar a drenagem urbana, “suficientes senão para resolver, ao menos para mitigar os efeitos das inundações constantes e, portanto, previsíveis em Petrópolis”. O Ministério Público também prepara uma segunda ação, pedindo que sejam apontadas soluções para o problema das encostas no município, como obras de contenção e remoção de famílias em áreas de risco.
by Veja

Cabral troca os enterros na Região Serrana por enterradas do basquete americano


28/03/2013


Marco Antônio (em pé, à esquerda) e Sérgio Cabral, no Madison Square Garden, em Nova York (Foto enviada por Gabrielle Brunner)

Neste sábado, 23 de março, enquanto parentes e amigos dos 33 mortos pelas inundações em Petrópolis preparavam a missa em homenagem às vítimas, o governador Sérgio Cabral descansava dos problemas do Rio de Janeiro assistindo a um jogo de basquete no Madison Square Garden, em Nova York.
Ao lado do filho Marco Antônio, acompanhou com muita atenção o confronto entre o New York Knicks e Toronto Raptors. Nenhum dos times figura, no momento, entre os melhores da NBA.
A foto comprova que o guardanapo continua reservado às farras em Paris. Em Nova York, o Cabral dispensa disfarces. O governador não compareceu a nenhum enterro na Região Serrana. Mas aplaudiu com muito entusiasmo as enterradas na quadra americana.

Casa destruída pelos deslizamentos em Petrópolis

                                                                                                  By Augusto Nunes

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