sábado, 19 de janeiro de 2013

Cristina Kirchner perdeu as rédeas da Argentina, mas quer as Ilhas Falkland


Persistência burra – Enfrentando uma grave crise econômica na Argentina, o que tem obrigado o governo federal a maquiar os números da inflação, a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, que está em viagem pelo Oriente Médio e a Ásia, voltou a insistir em um diálogo com o Reino Unido sobre o controle das Ilhas Falkland, que os argentinos chamam de Malvinas.
Antes de deixar Buenos Aires, Cristina de Kirchner enviou carta ao governo britânico reiterando a necessidade de um diálogo, mas sua iniciativa fracassou. Argentinos e britânicos disputam a soberania das ilhas desde o século XIX, mas agora a viúva de Néstor Kirchner quer envolver a comunidade internacional no imbróglio.
Em março próximo, um plebiscito será realizado nas Malvinas para que a população local decida se deseja permanecer sob domínio britânico ou passar para o controle argentino. Por toda a lambança que Cistina Kirchner vem promovendo a partir da Casa Rosada, não é difícil imaginar qual será o resultado do plebiscito.
O governo argentino vem perdendo a batalha da economia com o território atual, mas a neochavista Cristina Kirchner quer aumentar as despesas oficiais o tamanho do problema.
Em sua incursão oficial no Oriente Médio e na Ásia, Cristina Kirchner defendeu a ampliação do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas, para que, a exemplo do sonho do governo brasileiro, a Argentina também tenha um assento permanente no órgão.
Defendendo a ditadura chavista como tem feito Cristina nos últimos anos, desde que o tiranete bolivariano salvou os Kirchner, evitando que a Argentina fosse à bancarrota, os “hermanos” terão de ficar muitos anos na fila à espera de uma vaga no Conselho de Segurança da ONU. Cristina de Kirchner declarou que a presença da Argentina no órgão reflete a atual “realidade global”.
A insistência de Cristina Kirchner no caso das Ilhas Falkland é uma estratégia já conhecida pelos argentinos, mas repetidas vezes usada pelo governo para desviar a atenção da opinião pública que está focada na grave crise que assola o país.

by Ucho.com



Quando o mundo R E A L M E N T E acabou... by Deise

PT lança perfume com cheiro de Lula para arrecadar e pagar as multas do mensalão






Publicado em 03/01/13



Depois que a Bispa Sonia lançou um perfume com cheiro de Jesus, o Partido dos Trabalhadores resolveu aproveitar e ideia e lançou um perfume com o cheiro do ex-presidente Lula, para arrecadar dinheiro e pagar as multas, aplicadas pela Justiça, no Julgamento do Mensalão.


Quem já testou o perfume foi José Genuíno, que contou aos repórteres ter entrado na Câmara Federal, para tomar posse como deputado, exalando o cheiro de Lula. "Gostei do cheiro de Lula", disse.


A primeira remessa do perfume chega ao comércio na próxima semana, com uma quantidade de 13 milhões de unidades. Os locais de venda serão as sedes do PT em todo o país.


Os principais ícones do partido, como Dirceu, Delúbio, Haddad e a Presidente Dilma Rousseff, serão “garotos propaganda” do perfume. 









José Genuíno foi o primeiro a testar e entrou na Câmara exalando o cheiro de Lula
 

by G17

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Sempre me neguei a escrever Presidenta ao invés do correto, Presidente. Não por ser politicamente correta ou ter um portugues norteado por todas as regras e por isso impecável. Mas por capricho mesmo. Só pra contrariar. Só pra dizer que não mandam em mim. No entanto.recentemente, após ter visto no programa "Esquenta" Dilma Roussef admitir "eu SIGO assassinando a Lingua Portuguesa (crime continuado...), começo a rever meus conceitos e formas de desaforar. Afinal, uma líder de nação, que não diz um nada sobre os escandalos financeiros que abalam o Pais, mas vai à um Programa, totalmente descontraído falar "ajunta" merece ser chamada como impôs. (assim agem os tiranos....) .A partir desta declaração, falar com a Presidente o português correto, pode ser considerado desacato ou virar processo por danos morais. Sendo a vítima, a "Presidenta", evidentemente. by Deise

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