terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Panorama Político



Os petistas querem Rose fora
Escaldados pela disputa entre Luiz Eduardo Greenhalgh (PT-SP) e Virgílio Guimarães (PT-MG), no governo Lula, que resultou na eleição de Severino Cavalcanti (PP-PE) à presidência da Câmara, ministros petistas avaliam que seria conveniente que o PMDB atuasse para retirar a candidatura de Rose de Freitas (PMDB-ES) à presidência da Câmara. Os petistas veem um risco de a deputada dissidente prejudicar a eleição do candidato oficial, Henrique Alves (PMDB-RN). A cúpula do partido não vê esse risco, mas trabalha para isolar Rose com o objetivo de que ela acabe desistindo.

O prefeito entra em campo Os secretários de Eduardo Paes Rodrigo Bethlem (Governo) e Pedro Paulo (Casa Civil) reassumem seus mandatos na Câmara dos Deputados, dia 4 de fevereiro, para votarem na candidatura de Eduardo Cunha para líder do PMDB na Câmara. 

Cotados para a direção do PT O senador Humberto Costa (PE) pode voltar a assumir a vice-presidência do PT. A Secretaria de Comunicação está sendo disputada pelos deputados Emiliano José (BA) e Paulo Ferreira (RS), que foi tesoureiro no governo Lula. 

Pé na estrada No Planalto, a sucessão presidencial já começou. A agenda da presidente Dilma, para este ano, prevê muitas viagens país afora. Mesmo que obras e programas não estejam concluídos, a ideia dos marqueteiros palacianos é mostrar que elas estão em andamento, contrapondo-se ao discurso da oposição, que canta em prosa e verso que a crise internacional parou o Brasil. 

Tucanos mantêm apoio Não são apenas os aliados, a oposição também está mantendo o apoio ao candidato do PMDB à presidência da Câmara, Henrique Alves. Diz o líder do PSDB, Bruno Araújo (PE): "Por enquanto, não há fato que justifique uma mudança." 

Projeto mantido A presidente Dilma e o vice Michel Temer avaliaram ontem as eleições para o comando do Congresso. A despeito das denúncias, o líder do PMDB, Henrique Alves (RN), é o candidato do governo na Câmara. E Renan Calheiros (PMDB-AL), o candidato no Senado. Hoje, Alves e o petista André Vargas (PR), candidato a vice da Câmara, iniciam em Porto Alegre um giro por 11 estados. 

Sucessão no PT A principal tendência do PT, a Construindo Um Novo Brasil (CNB), reúne-se nos dias 25 e 26 para decidir quem irá substituir José Guimarães (PT-CE), na vice do partido, e André Vargas (PT-PR), na Secretaria de Comunicação. Vargas, na foto, é candidato único a vice-presidente da Câmara e Guimarães é o novo líder da bancada.

Já ganhou?O candidato a líder do PMDB Sandro Mabel (GO) está adotando a mesma tática que usou quando disputou a presidência da Câmara (pelo PR) contra o petista Marco Maia (RS). Ele pede votos dizendo que já tem votos para vencer.

Leitura de cabeceira.... Leitura de cabeceira. A presidente Dilma está lendo o livro "Os pilares da Terra", de Ken Follett. A trama se passa na Inglaterra de Henrique I (1068-1135). 

by www.senado.gov.br
ILIMAR FRANCO - Panorama Político


"Nós, do PT, apoiamos Henrique Eduardo Alves por sua experiência e por entendermos que o PMDB tem sido fundamental para a governabilidade do país” Deputado André Vargas (PT-PR), ignorando as denúncias de corrupção envolvendo o candidato do PMDB à presidência da Câmara - Blog do Noblat


" Moradores da região serrana do RJ ainda sofrem com falta de ajuda. Situação pouco mudou após dois anos depois da tragédia. 911 pessoas morreram e 377 ainda estão desaparecidas em sete cidades.



Dois anos depois da tragédia na região serrana do Rio de Janeiro, os moradores das sete cidades atingidas ainda sofrem com a falta de ajuda, e continuam esperando pelas 5 mil casas prometidas.
Uma sexta-feira de lembranças. Choveu na região serrana, fraco, mas o suficiente para um barranco deslizar e atingir uma casa em Petrópolis. No município vizinho, Teresópolis, fitas brancas foram distribuídas à população.

É uma forma de pedir a paz que os moradores deixaram de ter depois do 12 de janeiro de 2011. Segundo o Ministério Público do Rio de Janeiro, 377 pessoas ainda estão desaparecidas nas sete cidades atingidas pelo maior desastre natural do Brasil, e 911 pessoas morreram. Muitas, até hoje, não receberam o aluguel social.

Cinco mil casas populares foram prometidas pelo governo, mas ainda não estão prontas. Algumas estão condenadas, como o da cabeleireira Úrsula Carvalho, e na fila de demolição. Às 19h, os clientes já foram embora e Úrsula também deveria ir para casa, mas não consegue. Há quase dois anos, mora no mesmo local onde trabalha, porque, até hoje, não recebeu o aluguel social.
O governo do estado justificou a demora na entrega das casas e fez nova promessa. “Depois que nós achamos esse terreno, tem todo o trabalho burocrático de desapropriação. Acredito que, no segundo trimestre desse ano, a gente já comece a inaugurar as unidades habitacionais”, diz José Beraldo, subsecretário estadual de Reconstrução da Região Serrana.

by G1

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