08/01/2013

Eles não são deste mundo... by Deise


Bem igual né?
Nos EUA a campanha eleitoral é suspensa e o presidente vai até as áreas afetadas por desastres naturais.
     Aqui os destastres são usados para campanhas eleitorais e a presidente e governadores saem de férias.
     Dilma sequer emitiu nota sobre o Rio de Janeiro e Tarso Genro aproveita Paris (de novo, de férias) e não se pronuncia sobre os apagões no estado do Rio Grande do Sul. Aliás, sequer acompanha a caçada aos criminosos que explodiram a fábrica de jóias em Cotiporã.
     Como somos evoluidos, não?
     E votamos nesta gente.
     (Eu não, deusolivre)

Risco de racionamento de energia faz Dilma convocar setor elétrico



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Dez dias depois de dizer que é "ridículo" falar em racionamento de energia, a presidente Dilma Rousseff convocou reunião de emergência sobre os baixos níveis dos reservatórios, para depois de amanhã, em Brasília.


A reunião foi acertada entre Dilma, durante suas férias no Nordeste, e o ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, que a presidirá. Balanço e propostas serão levadas diretamente à presidente.

Dirigentes de órgãos do setor tiveram de cancelar compromissos para comparecer.
Na avaliação do governo, os níveis dos reservatórios estão até 62% abaixo dos registrados no ano passado e a situação tem piorado por causa do intenso calor, sobretudo no Sudeste.













Edson Silva/Folhapress

Panorâmica do reservatório de Marimbondo, na divisa entre São Paulo e Minas Gerais, com nível abaixo do normal
Panorâmica do reservatório de Marimbondo, na divisa entre São Paulo e Minas Gerais, com nível abaixo do normal
Com temperaturas que chegam a 40 graus em cidades como o Rio de Janeiro, o consumo de energia com ar condicionado, ventilador e refrigerador tem disparado.
Técnicos do setor acusam Dilma de estar centralizando as decisões e dizem que, se o racionamento não é uma certeza, também não pode ser simplesmente descartado. Um deles diz que o risco "está acima do prudencial".

Mesmo antes da reunião, já vinham sendo tomadas medidas extras para garantir a produção de energia, como a reativação da usina de Uruguaiana, parada desde 2009, e o acionamento a plena capacidade das usinas térmicas, muito mais caras do que as hidrelétricas.

Há duas ironias, conforme análise dos órgãos do setor
.
Uma é que a situação só não fugiu ao controle porque o crescimento econômico de 2012 foi pífio, na ordem de 1%. Se tivesse sido de 4,5%, como previra o ministro da Fazenda, Guido Mantega, o consumo da indústria estaria bem maior e haveria risco imediato de faltar energia.

A segunda ironia é que a reunião governamental e o sinal amarelo pela falta de chuvas ocorrem justamente quando enchentes assolam o Rio de Janeiro, deixando milhares de desabrigados.

Além da preocupação pontual, com o momento presente, o governo teme que a situação se mantenha ao longo deste ano, pressionando todo o setor no último trimestre e no início de 2014.

Quanto à Copa, há certa tranquilidade, porque os estádios, preventivamente, estão sendo equipados com modernos e potentes geradores.
Oficialmente, estarão presentes ao encontro de quarta-feira os integrantes do CMSE (Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico), que é presidido pelo ministro das Minas e Energia e é convocado, por exemplo, quando há apagões de grandes proporções, como ocorreu mais de uma vez em 2012.

Participarão a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), a ANP (agência de petróleo), a CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), a EPE (Empresa de Pesquisa Energética) e o ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico).
O CMSE se reporta ao CNPE (Conselho Nacional de Política Energética), órgão de assessoria direta da Presidência da República. É possível que também o conselho venha a ser convocado proximamente por Dilma para debater a questão.

by Folha de São Paulo

Rosemary Noronha não é celebridade ou autoridade para ter privilégios na Justiça Federal


Proteção desnecessária – Reza a Constituição Federal, de maneira clara e inquestionável, que “todos são iguais perante a lei sem distinção de qualquer natureza”. Contudo, no Brasil, a terra do jeitinho e onde alguns são mais iguais que os outros, a Justiça ignora o que determina a legislação vigente e abre precedentes a quem não tem esse direito.
Namorada de Lula e flagrada pela Polícia Federal na Operação Porto Seguro, Rosemary Nóvoa de Noronha só não teve a prisão decretada por sua proximidade com o poder, o que fez com que alguém agisse nos bastidores em seu favor, mas a Justiça Federal determinou que a ex-chefe de gabinete do escritório paulistano da Presidência da República se apresentasse regularmente em juízo, além de estar proibida de deixar a cidade.
Nesta segunda-feira (7), cumprindo ordem judicial, Rosemary Noronha compareceu à 5ª Vara Criminal Federal de São Paulo para informar e justificar suas atividades, mas antes disso teve algumas regalias que devem ser explicadas pela autoridade competente.
Rosemary entrou pela garagem do prédio da Justiça Federal e não falou com a imprensa. Pelo que se sabe, a Marquesa de Garanhuns não tem prerrogativa de foro e deve se submeter às regras como qualquer brasileiro comum. Essas exceções são ilegais e levantam a suspeita de que gente graúda age nas coxias e que a investigação sobre o caso pode dar em nada, pois se for adiante certamente alcançará Luiz Inácio da Silva, responsável pelo período mais corrupto da história nacional.
Quando estava cometendo ilegalidades juntamente com os outros membros da quadrilha, Rosemary se valia da impunidade, que a Polícia Federal tratou de liquidá-la. É preciso que a Justiça dispense a Rosemary Noronha o mesmo tratamento a que tem direito um reles cidadão, que entra pela porta principal do prédio e passa pelo constrangimento de ser procurada pela imprensa e tornar-se alvo de olhares desconfiados de pessoas que não mais suportam corrupção.
Dar regalias aos corruptos era o que faltava para que o Brasil se transformasse definitivamente em um enorme circo. Os brasileiros precisam dar um basta a essa farra que continua acontecendo de norte a sul com a digital do Partido dos Trabalhadores.
by http://ucho.info

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