06/01/2013

Por que o Brasil doou 25 mil toneladas de arroz à Cuba?



Será que a culpa das pessoas passarem fome em Cuba é culpa do "Capitalismo Selvagem" ?
Não é o "Capitalismo Selvagem" que gera desigualdades, senhores comunistas?
  • 1 semana atrás

Melhor resposta - Escolhida pelo autor da pergunta

o XYZ e a Raquel falaram tudo

os comunistas insistem em culpar os EUA pela pobreza de Cuba pq os comunistas se recusam a admitir, mesmo após a queda da URSS, q esse regime inumano só serve pra condenar à fome e à morte

a desculpa de q o causador da miséria em Cuba foi o embargo econômico proposto pelos EUA e aceito por quase todos os países capitalistas é incompreensível, porquanto a URSS lhe franqueava o acesso a todos os países q compunham as suas 15 Repúblicas como também a todos os países do Leste europeu

enquanto Cuba não podia negociar com a maioria dos países capitalistas, podia negociar com todos os países comunistas
Cuba renegou o capitalismo, escolheu o comunismo e usufruiu de relações comerciais com todos os países comunistas
Cuba não queria negociar com os capitalistas e foi por isso q se tornou comunista. para negociar apenas com os comunistas

explicando melhor: Cuba não quis mais pertencer ao Bloco Capitalista e se inseriu no Bloco Comunista q lhe abriu as portas pro comércio
isto é, não mais negociou com os capitalistas, mas estabeleceu negócios com todos os comunistas

então, vê-se q esse negócio de q o embargo explica a miséria de Cuba é balela
Cuba nunca deixou de negociar e de comercializar os seus produtos

por que, então, continuou na miséria? 

by .yahoo.com

Arroz doado pelo Brasil chega a Cuba

Arroz doado pelo Brasil chega a Cuba

O Programa Mundial de Alimentos da Nações Unidas (PMA) anunciou hoje (19) a chegada a Cuba de 25 mil toneladas de arroz doadas pelo Governo do Brasil cujos custos de transporte foram cobertos pelo Governo de Cuba. O arroz doado a Cuba será usado em programas de proteção social com foco em segurança alimentar e nutricional por todo o país.
A doação, que chega a bordo do navio MV Nahide e será descarregada nos portos de Havana e Santiago de Cuba, faz parte de um fundo de 710 mil toneladas de alimentos criado pelo Brasil em 2011 para apoiar as operacões do PMA em nível mundial.
Motivado por um espírito de fraternidade, o Brasil faz doações em alimentos enquanto Cuba cobre os custos de transporte e armazenamento, que para esta carga atingiu 2,7 milhões de dólares, sendo a primeira vez que o Governo de Cuba participa do processo. Além disso, Cuba é doador do PMA há mais de 12 anos, responsável por uma contribuição anual de 2,500 toneladas de açúcar.
“Estamos muito agradecidos ao Governo e ao povo do Brasil por esta contribuição”, disse o Diretor Regional do PMA, Gemmo Lodesani, ao concluir uma visita oficial à ilha. “O Brasil vem desempenhando um papel cada vez maior na assistência humanitária e esta nova doação confirma o compromisso do país com os que mais necessitam. A generosidade de Cuba, compartilhando com o que tem, é também admirável”, acrescentou.
Brasil já doou cerca de 300 mil toneladas de alimentos para 35 países através do PMA desde 2011. Suas contribuições aumentaram de 1 milhão de dólares em 2007 para mais de 82 milhões de dólares durante 2012, tornando esta nação sul-americana uma das dez maiores doadoras do PMA.
O PMA é a maior agência humanitária do mundo lutando contra a fome em diferentes países. A cada ano, o PMA alimenta em média mais de 90 milhões de pessoas em mais de 70 países.
Siga o PMA Centro de Excelência contra a Fome no Twitter @WFP_CEAHBrazil ou visite nosso site: www.wfp.org/centre-of-excellence-hunger ou www.wfp.org
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Natal comunista: Brasil doa 25 mil toneladas de arroz para famintos de Cuba


Havana, 21 dez (SIR) - O governo brasileiro doou a Cuba cerca de 25 mil toneladas de arroz para "apoiar programas de proteção social que distribui alimentos para famintos em todos o país", segundo informou hoje em Havana o Programa Mundial de Alimentos da Organização das Nações Unidas (ONU).
A nota disse que os gastos com transporte da carga "foram cobertos pelo governo de Cuba".
A doação "será descarregada nos portos de Havana e Santiago de Cuba, no extremo leste do país". "Diante de um eficiente processo de parceria, o Brasil doa os alimentos enquanto que Cuba cobre os custos de transporte e armazenamento, que para esse carregamento chega a US$ 2,7 milhões (cerca de R$ 5 milhões)", informa o comunicado.
O Brasil já doou mais de 300 mil toneladas de alimentos para 35 países, ajudando com o Programa da ONU.

by http://www.domtotal.com






Será possível manter uma boa economia sem prejudicar o meio ambiente e afetar o clima?

A economia verde é um tema que ganha cada vez mais força, já que o mundo sente as consequências das mudanças climáticas e a escassez dos recursos naturais. 



O Brasil e a economia verde


Segundo o PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), aeconomia verde pode ser definida como sendo “Uma economia que resulta em melhoria do bem-estar da humanidade e igualdade social, ao mesmo tempo em que reduz, significativamente, riscos ambientais e escassez ecológica".

Será possível manter uma boa economia sem prejudicar o meio ambiente e afetar o clima?Para que haja uma economia verde, o aumento da renda e das vagas de trabalho deve ser estimulado por investimentos públicos e privados que diminuam a poluição, aumentem a eficiência energética e previnam perdas de biodiversidade. Nesse tipo de economia, o desenvolvimento deve manter, aprimorar e reconstruir bens naturais, vendo-os como um bem econômico e como uma fonte de benefícios, principalmente para a população de baixa renda, cujo sustento depende da natureza.

O conceito de economia verde não substitui o conceito de desenvolvimento sustentável, mas atualmente existe um crescente reconhecimento de que a realização da sustentabilidade se baseia quase que inteiramente em conseguir o modelo certo de economia. Mesmo que a sustentabilidade seja um objetivo a longo prazo, é necessário que a nossa economia se torne mais verde para que consigamos atingir esse objetivo. Para que essa economia se torne real, são necessários investimentos públicos e privados, tecnologias, políticas públicas, programas governamentais e práticas de mercado voltadas para:

• Melhoria dos processos produtivos;
• Aumento da eficiência com diminuição no uso dos recursos naturais;
• Diminuição das emissões de gases do efeito estufa;
• Transformação de resíduos de um processo em insumos de outros;
• Proteção dos mananciais, uso responsável da água, universalização do saneamento básico;
• Ampliação de fontes de energia limpas e renováveis;
• Recuperação e preservação dos ecossistemas;
• Atenuar os efeitos da mudança do clima.

Para o Governo brasileiro, a economia verde deve ser inclusiva, é preciso considerar igualmente os setores econômico, social e ambiental. Para o Ministro da Ciência e Tecnologia Marco Antônio Raupp, “A economia verde deve promover a geração de empregos, a inovação tecnológica, a ciência, a inclusão social e a conservação dos recursos naturais, e não ser utilizada como pretexto para a imposição. Para nós, essa questão de inclusão social e crescimento é fundamental”. Ainda segundo o ministro, o potencial de biodiversidade, os avanços sociais e a matriz energética brasileira permitem ao Brasil uma transição rápida e segura para a economia verde inclusiva.

by Paula Louredo
Graduada em Biologia

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