domingo, 4 de dezembro de 2011

Rafinha Bastos: “Eu sou foda". Revendo noticias de 2011 que por algum motivo nao postei. by Deise

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   by   Léo Queiroz



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Rafinha Bastos posou como Jesus Cristo para a edição de maio da revista "Rolling Stone", e também posou como Stormtrooper de Star Wars para a revista INFO, a ação – que envolve um vídeo – aconteceu no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, e mostra Rafinha dançando para os visitantes do parque – que tentavam descobrir quem era o “nerd”.


O apresentador humorista do programa “CQC” da rede de TV Band, conta que o título de personalidade mais importante do Twitter, escolhido pelo jornal 'The New York Times' não mudou nada em sua vida. “Pessoalmente isso não me tocou, não. Profissionalmente me tocou porque dei entrevistas. Grana, rolou pouca coisa." E prosseguiu: “Eu sou foda. Eu sou muito foda. Não precisa o Twitter me dizer, não precisa o fã me dizer... Minha mulher, talvez, eu até goste. Meu pai. E acaba aí", disse.
Rafinha Bastos estará na próxima edição da revista “Rolling Stone.” O humorista está causando muita polêmica por causa da entrevista pela foto que ilustra a reportagem, posando de Jesus Cristo. “A religiosidade sempre foi um dos temas que eu gostei de abordar. Poder fazer isso de uma forma tão representativa e para uma revista tão forte, eu tô com muito orgulho disso que a gente fez.”
Eu gosto de incomodar, declarou o humorista. “Não gosto de achar que estou querendo educar ou passar uma lição.”

"Eu sempre fui muito crítico com comédia. Demorei muito para entender que tem gente engraçada em quem eu não vejo a menor graça. Eu não achei a menor graça no Danilo [Gentili] a primeira vez em que eu o vi. Eu falei para o Oscar [Filho, humorista e repórter do CQC]: 'Você não tem a menor graça, você não tem texto, você não tem nada!' Foi uma briga de não se falar durante dois anos", conta, admitindo, em seguida, sua característica sobressalente. "Porque a minha prepotência, a minha arrogância... que eu ainda carrego hoje, eu não perdi isso. Mas, naquela época, eu não respeitava quem estava ao meu redor."

“O Big Brother é uma das coisas mais estupidamente alienadas que a televisão já exibiu em toda a sua existência. Eu peço encarecidamente que você não perca o seu tempo … Obrigado.”

Sem papas na língua , ele revela que já pensou em jogar tudo para o alto e recomeçar. “Às vezes tenho vontade de falar: f... essa m... toda. Vamos começar do zero. Vamos para Nova York, viver a mesmacoisa que vivi em São Paulo. Não é estresse nem nada. Ia ser um desafio”, completou.

Michael Jackson e Justin Bieber: Tem comparação ?

by Léo Queiroz
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Michael Jackson, 2 dias antes de morrer,
e Justin Bieber , em Outubro de 2011.
Há cerca de  1000 dias, Michael Jackson estava vivo e queria merecidamente voltar ao topo da música. Era 2009, e Michael lutava incessantemente com a insônia e com suas limitações da idade para ensaiar pra sua prometida ultima turnê em vida, This is it. Mas o dia fatídico e trágico pra música, ocorreu na manhã de 25 de junho de 2009.
Apos não conseguir dormir, o seu médico pessoal Dr. Conrad Murray, aplica por via ointravenosa uma excessiva quantidade de anestesia (Propofol) mesclada com vários medicamentos contra insônia, acarretando numa parada respiratória e consequente cárdia. O despreparo e o desleixo do médico no socorro provocou sua triste morte.
Em sua turnê que não chegou a estrear, Michael vendeu os incríveis e estratosféricos 800 mil ingressos só no Reino Unido em 5 horas, nunca e até hoje, se fez isso em uma arena, restando ainda 264 mil pessoas a espera do ingresso. Sem contar o resto do mundo que o esperava ansiosamente. É totalmente infeliz compara-ló á outro artista, ele foi simplesmente o maior e o melhor de toda a história. E sem exagero chamo-o de Rei da Música.
É bom deixar claro que quanto ao seu envolvimento com crianças, nada se pode declarar pois nunca houve provas, ele sempre amou as crianças e sempre se dedicou ao mundo. "Michael Jackson é o artista que mais contribuiu para obras de caridade na história" segundo os registro do Guiness Book. O primeiro caso de pedofilia foi com o garoto Jordan Chandler que apos a morte do astro, afirmou ter mentido por ordem do pai, Jordan Chandler, que suicidou-se meses apos (seria remorso?).
Mas hoje, infelizmente, á pessoas que insistem em compara-ló a novos pop star’s que não tem um milésimo de seu talento. Como por exemplo, o garoto prodígio Justin Bieber. É inimaginável o absurdo dizer que o Justin é ou será um dia maior que Michael Jackson. A contribuição de Michael é totalmente inegável á musica, recordes e mais recordes imbatíveis perpetuaram seu nome até dos tempos e Bieber não fez nada além do que se acha incrível na imaginação de seus fãs.
No twitter vários de fãs ingênuos (a palavra mais educada que achei) de Justin Bieber, afirmam aos ventos que Justin é maior, pois “lotou” o Madison Square Garden em menos tempo que Michael Jackson.
Veja como é falsa essa afirmação: No dia 3 de março de 1988, Michael Jackson realizou um concerto privado na mesma arena em Nova Iorque, 19 mil pessoas comparecem ao local, o astro de thriller doou 100% da arrecadação para a caridade United Negro College Fund. Em 2001, comemorando 30 anos de carreira ele volta ao ginásio que é lotado (quase 50 mil lugares) em apenas 5 horas (atentando que nesta época não existia vendas pela internet e os preços eram caríssimos chegando ao melhor lugar ser a bagatela de 5 mil dólares), dias depois bate recorde de 25.7 milhões de telespectadores americanos com a exibição pela CBS.
Já o “grande” Justin Bieber com a ajuda internet vendeu os limitados 22 mil ingressos em 22 minutos, um recorde, mas nada comparado com as apresentações do Rei da Música. Justin Bieber pode ser uma sensação no YouTube ou rede social. Mas sua carreira não teve sequer 1% do impacto que tinha na época o grande Rei do Pop, Michael Jackson. Entendeu fãs do Justin Bieber?.
Vocês, como todos, devem ser respeitados, mas o mereçam, ok?!.

O PiG e a corrupção em SP: não vi, não quero ver, tenho ódio …

by Conversa Afiada 



O Conversa Afiada reproduz email de amigo navegante:
Prezado Paulo Henrique Amorim – Conversa Afiada

Assunto: o PiG e a corrupção em São Paulo

Segue ótimo artigo do Ricardo Kotscho sobre o denuncismo seletivo do PIG contra o governo federal.

Em relação à corrupção em São Paulo, o PIG – Partido da Imprensa Golpista (Folha, Estadão, rede Globo, Veja), parece adotar a postura: ” não sei, não quero saber e tenho ódio de quem sabe.”

Por que será, hein ?

Abraço

Donizeti – SP

Quem faz as denúncias?


[Ricardo Kotscho é jornalista]

Com os malfeitos municipais (licitação do Controlar) e estaduais (contratos do Metrô) tomando nas últimas semanas [em São Paulo] o lugar dos casos federais que dominaram o noticiário durante todo o ano, deu para notar uma importante diferença na origem das denúncias.


No plano federal, quem toma a iniciativa das investigações, das denúncias e, às vezes, até dos julgamentos de ministros, é a imprensa, quer dizer, os principais veículos de comunicação do país, com interesses econômicos contrariados ou com medo do fantasma do “controle social da mídia”.


A Polícia Federal, o Ministério Público e a Justiça vão a reboque do clamor da imprensa e dos partidos de oposição, tomando providências em função do noticiário e da opinião publicada (não confundir com opinião pública).


Já em São Paulo dá-se exatamente o contrário. Tanto no plano municipal como no estadual, quem investiga, denuncia e julga são os órgãos competentes e é a imprensa que vai a reboque dos fatos, limitando-se a registrar o resultado das investigações policiais e dos inquéritos do Ministério Público.


Donos e prepostos


O denuncismo seletivo e o tratamento diferenciado, oferecido principalmente pelos jornalões paulistas, acaba se refletindo também nas revistas semanais e nos telejornais de maior audiência, que só costumam repercutir e amplificar as denúncias contra o governo federal.


É verdade que a Folha de S.Paulo foi quem levantou a lebre do contrato das obras de um trecho da Linha 5 do Metrô, ao provar que os vencedores da concorrência já eram conhecidos seis meses antes. Depois disso, porém, ninguém mais foi atrás do assunto, até que a Justiça determinasse a suspensão das obras e o afastamento do presidente do Metrô, que já voltou ao cargo.


No caso do estranhíssimo contrato da Prefeitura com o Consórcio Controlar (das empreiteiras Camargo Correa e Serveng) para inspeção de veículos, assinado em 2007 por Gilberto Kassab, dez anos depois da licitação feita ainda nos tempos de Paulo Maluf, a imprensa só se interessou pelo assunto depois que o Ministério Público terminou suas investigações e a Justiça tomou providências, decretando o bloqueio dos bens do prefeito.


O destaque dado no noticiário às denúncias contra ministros, que já levaram à demissão de cinco deles, é desproporcional aos valores e à natureza dos ditos malfeitos, se comparados aos prejuízos causados aos cofres públicos pelo Metrô (em torno de R$ 300 milhões nos cálculos do Ministério Público) e pela Controlar (os promotores calcularam o valor da ação em R$ 1 bilhão).


Não se trata de mensurar a corrupção, mas de questionar o tratamento desproporcional dado pela grande imprensa a casos de igual gravidade no governo federal, no estadual e no municipal.


Só os donos da mídia e seus prepostos não estão se dando conta de que, com a internet, não dá mais para ter este tipo de comportamento sem que todo mundo perceba. É isso que explica a crescente perda de freguesia e de credibilidade da velha mídia.



          Abaixo postei os  comentários relativos à materia.

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