sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Marisa Leticia, mulher de Luiz Inácio (Lula), morre em SP



Marisa Letícia morreu aos 66 anos Foto: Ricardo Stuckert

Morreu na noite desta sexta-feira a ex-primeira dama Marisa Letícia, de 66 anos, mulher do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ela estava internada na Unidade de Tratamento Intensivo, do Hospital Sírio-Libanês, desde o dia 24, e seu quadro se agravou nos últimos dias. O protocolo de morte encefálica foi concluído após dois exames confirmarem a perda definitiva e irreversível das funções cerebrais

O velório de Dona Marisa acontece neste sábado pela manhã na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC paulista, em São Bernardo do Campo. Em seguida haverá no Cemitério Jardim da Colina uma cerimônia de cremação reservada à família.

Os médicos do Hospital Sírio-Libanês, que haviam retirado os sedativos de dona Marisa na última terça-feira, resolveram voltar a aplicar os medicamentos que deixam a ex-primeira-dama em coma induzido. Na quarta-feira houve uma piora em seu estado de saúde e exames apontaram que ela não tinha mais fluxo cerebral, e a família autorizou a doação de órgãos.

Dona Marisa foi internada no último dia 24 após sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico no apartamento onde morava com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em São Bernardo do Campo, no ABC. Ela foi atendida em um hospital da cidade e levada de ambulância até o Sírio, onde chegou consciente.

Mais cedo, o padre Júlio Lancelotti, da Pastoral do Povo de Rua, fez o rito de extrema unção da ex-primeira-dama. Lula está no Sírio Libanês, e na manhã desta sexta recebeu a visita de vários amigos. O teólogo Leonardo Boff contou como o ex-presidente enfrenta este momento de dor.

- Ele está muito triste. São 40 anos de casado. É difícil para qualquer um. Mas ele mantém a serenidade. Conversa com as pessoas, mas se emociona. É comovedor ver a resistência dele e o profundo amor que tem por ela.

A ex-presidente Dilma Rousseff fez uma visita a Lula. Discreta, ela deu entrada na unidade pela garagem, sem ser notada pela imprensa. A petista estava em viagem pela Europa e antecipou sua volta ao Brasil para dar apoio à família Lula.





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Em encontro em SP, Lula e Temer acertam retomada de diálogo Ex-presidente disse que é hora de união para ajudar o país, segundo relatos


O Presidente Michel Temer cumprimenta o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva
 - Beto Barata/Presidência


BRASÍLIA —
A noite de quinta-feira, no Hospital Sírio-Libanês, quando políticos foram prestar condolências ao ex-presidente Lula pela morte de dona Marisa Letícia, não foi só de gestos de solidariedade. Lá se iniciou um novo processo de diálogo entre o líder petista e o presidente Michel Temer.

Depois de contar a Temer e ao grupo que acompanhava a visita sobre os últimos momentos da "galega", como chamava a esposa, Lula, abatido, com olhos vermelhos, quis conversar um pouco sobre o governo do peemedebista. Segundo relatos, o petista fez comentários sobre a política econômica liderada pelo ministro Henrique Meirelles (Fazenda) e emendou: é hora de todos os ex-presidentes se unirem para ajudar o país, inclusive ele.

— Estou pronto e à disposição para esse diálogo — disse Lula a Temer, ressaltando que os ex-presidentes têm muito a contribuir neste momento pela experiência e crises que já atravessaram, segundo relatou um participante da conversa.

Deste encontro, participava o ex-presidente José Sarney (PMDB-AP). Horas antes, Lula havia recebido a visita do ex-presidente Fernando Henrique, com quem teve conversa no mesmo sentido, o que quebrou o gelo para a abordagem feita à noite com o atual presidente.

A Temer e aos peemedebistas que acompanharam a visita, em uma sala reservada do hospital, Lula contou que havia considerado um "gesto importante" de Fernando Henrique a iniciativa de abraçá-lo num momento de dor. E, neste momento da conversa, é que propôs a retomada do diálogo. Lembrou que em 2013, quando ele, Fernando Henrique, Sarney, Dilma Rousseff e Fernando Collor de Mello viajaram juntos para a África do Sul para acompanhar o funeral de Nelson Mandela, haviam discutido essa ideia. Observou que, até então, não foi colocada em prática e que este seria o momento ideal.

Apesar das vaias recebidas por Temer na porta do Sírio-Libanês, sua ida foi cuidadosamente planejada. O peemedebista conversou ao telefone com a direção do hospital para fazer saber se não seria inconveniente fazer a visita. Foi então que Lula deu sinal verde para o encontro
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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Lula, síndico de um país de corruptos


01/02/2016

Tá, tudo bem que as empreiteiras brasileiras são as mais boazinhas do mundo, entram em nossa casa, em nosso sítio e saem arrumando tudo sem a gente pede mesmo que não seja dono. Claro, isso se você tiver o sobrenome mais famoso da republiqueta propineira do Brasil.
Foi o que descobrimos que acontece com os “Lula da Silva” logo depois de seu “god father” dizer que era “mais honesto que o papa”. E sucedem-se fatos e mais fatos de fanho perguntando adifinha quem fa falando?
Essa é a analogia para as explicações dadas pelo Instituto (?) Lula toda vez que seu mentor (?) aparece com o dedo enfiado no “melado” surrupiado do governo. Parece piada, mas é a política da petelândia!
The new Elba
Collor foi afastado da presidência por uma Elba. Claro que havia fatos que o ligavam à corrupção, mas a Elba era a digital no melado. Agora, Lula não é presidente, mas é o mala mais influente de nossa política, o falastrão da repúblida! Afastá-lo da política é um dever!
Seu erro (e possivelmente a de sua esposa também) foi não ser a mulher de Cézar, aquela a quem não basta ser honesta, mas parecer honesta. Coisa que, para ele e para os seus, não fazia o menor sentido, pois ostentavam poder como se fossem medalhões de ouro dos rappers.
Deu no que deu – ainda bem - , pois agora sabemos que o símbolo do governo petista é um apartamento no Guarujá. Não foram as conquistas sociais, não foram as “inclusões”. É o tríplex “sem dono”.
O que vai acontecer?
Ora, um punhado de contradições que o incriminarão. Se não ele, que até agora só depôs como testemunha em salinhas fechadas, dona Marisa, a muda. Pois terá que falar, e “mudos” quando falam acabam falando demais.
Já Lula terá o depoimento mais aguardado da operação (seja lá qual delas, pois são tantas em que o sapo barbudo aparece) e, sem o CNPJ para responder por ele, restará apelar para a retórica enganadora. Não irá funcionar.
Lula é o síndico de um prédio chamado Brasil, onde seus “administradores” são gênios que levam cooperativas à falência, têm consultorias lucrativas e empresas milagrosas. Currículo suficiente pra largar tudo e ser tesoureiro de agremiação.

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