sábado, 8 de outubro de 2016

As loucuras que somos capazes de fazer para conseguir aquela foto perfeita

A Terra antes e depois. Fotos da NASA que vão te deixar de queixo caído

Geleiras Pederson, Alasca (Estados Unidos). Verão 1917 — Verão 2005
O mar do Aral, na Ásia Central. Agosto de 2000 e Agosto de 2014
Geleira Carroll, Alasca (Estados Unidos). Agosto de 1906 e Setembro de 2003
Lago Powell, Arizona e Utah (Estados Unidos). Março de 1999 e Maio de 2014
Geleira Oso, Alasca (Estados Unidos). Julho de 1909 e Agosto de 2005
Floresta em Rondônia, Brasil. Junho de 1975 e Agosto de 2009
Geleira McCarthy, Alasca (Estados Unidos). Julho de 1909 e Agosto de 2004
Rio Dasht, Paquistão, lugar de construção da represa Mirani, que abastece a região com água potável e energia e ajuda a agricultura local.
Agosto de 1999 e Junho de 2011
Montanha Matterhorn, Alpes na fronteira entre a Suíça e a Itália.
Agosto de 1960 e Agosto de 2005
Floresta de Mabira, Uganda. Novembro de 2001 e Janeiro de 2006
Geleira Tobogán. Junho de 1909 e Setembro de 2000
Rio feito pelo homem na Líbia. Este projeto de engenharia foi um dos maiores do mundo e inclui um sistema de tubulação, dutos e poços com mais de 500 metros de profundidade. Sua função é abastecer as zonas desérticas ao redor. Abril de 1987 e Abril de 2010
Geleira Corey Kalis, Peru. Julho de 1978 e Julho de 2011
Lago Mar Chiquita, Argentina. Julho de1998 e Setembro de 2011
Geleira Muir, Alasca (Estados Unidos). Agosto de 1941 e Agosto de 2004
Florestas do Uruguai. O país conseguiu aumentar a sua superfície florestal de 45 mil a 900 mil hectares. Não obstante, a diversidade animal e de plantas diminuiu. Março de 1975 e Fevereiro de 2009.
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sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Pela primeira vez na história, furacão de categoria 5 atinge a América do Sul

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A brutal intensificação do furacão “Matthew” sobre o Oceano Atlântico e não prevista por modelos numéricos, logo, meteorologistas, surpreendeu nas últimas 24 horas, inclusive ao próprio National Hurricane Center (NHC).
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De acordo com o órgão, a estimativa inicial era de que “Matthew” alcançasse, no máximo, a categoria 3 na Escala Saffir-Simpson, com ventos entre 178-210 km/h.
Mas, na noite de sexta-feira (30), “Matthew” mostrou sua força fortalecendo rapidamente para a categoria 5, a máxima da Escala Saffir-Simpson, com ventos superiores a 249 km/h, ondas superiores a 5,5 metros e pressão atmosférica inferior a 920 hPa.
Após provocar chuvas e ventos fortes em ilhas no Mar das Caraíbas, “Matthew” avançou bem mais ao sul da posição natural de trajeto dos furacões e com isso, municípios localizados no norte da Colômbia e da Venezuela sentiram os efeitos da tormenta.
Esta foi, segundo o NHC, a primeira vez documentada na história, que um furacão de nível máximo alcançou terras da Colômbia e da Venezuela, portanto a América do Sul, uma vez que não há registros nos demais países.
Muitos estragos foram registrados, principalmente no estado colombiano de Guajira, onde o vento forte destruiu construções e derrubou muitas árvores. Também houve reporte de danos na região de Adicora, no estado de Falcon, norte da Venezuela.
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As ilhas caribenhas de Aruba e Curação foram atingidas pelo furacão e seguia em direção à Cuba, Haiti e Jamaica.
Dados meteorológicos
Dados do Air Force Hurricane Hunter enfatizam que “Matthew”, mesmo enfraquecido um pouco e rebaixado para a categoria 4, ainda representava muito perigo para a população, principalmente da Jamaica.
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(Crédito dos vídeos: Deymer Patiño - Divulgação/NASA – Reprodução/El Heraldo/La Patilla)
(Crédito das imagens: Reprodução/Google – Reprodução/NOAA)
(Fonte da informação: De Olho No Tempo Meteorologia)
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