segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Quando você descobrir o que significa o “Nós” e “Eles” de Lula, nunca mais vota no PT


nos e ele dominio do fato
O que seria dos espertos se não fossem os trouxas?
Por incrível que pareça, o discurso do PT é basicamente sustentado por um ingrediente bastante elementar. Tudo se baseia no pronome pessoal plural “Nós” utilizado na tradicional fórmula de cortesia. Sempre combinado com o “Eles”, esta fórmula é usada pelo partido para dividir o povo, numa alusão onde “Nós” são os oprimidos e “Eles”, as elites. Esta pregação de ódio tem um significado externo, entre os eleitores, e interno, entre os membros do partido.
Externamente, esta divisão visa explorar uma série de sentimentos vivenciados pelas pessoas mais vulneráveis da sociedade. Vulneráveis não apenas no aspecto financeiro, mas também emocional.
O brasileiro é bombardeado diariamente com informações visuais que não condizem nem um pouco com a realidade do povo. As pessoas se deparam desde pequenas com campanhas que enaltecem apenas um grupo na sociedade: os bonitos, ricos e inteligentes. Em todos os lugares, haverá sempre um programa na TV, uma revista ou um outdoor ostentando pessoas lindas, alegres e ricas.
Não há como mensurar o impacto destas informações sobre a população do país, onde a maioria é estigmatizada por não ser nem linda, nem rica, nem inteligente. De mesmo modo, não é difícil supor que a maioria das pessoas questionam esta realidade, onde muitos chegam à conclusão de que nunca serão lindos, ricos ou inteligentes. De uma forma ou de outra, esta ditadura de padrões interfere na auto estima das pessoas ou as pessoas se permitem afetar por isto. Tanto que muitas se submetem à ditadura do mercado e tentam se ajustar através da moda, recursos estéticos ou se associarem à ícones de consumo, de modo a se sentirem mais inseridas no contexto social.
O PT explora a baixa auto estima deste universo de pessoas, chamando à eles de “Nós”, acrescentando a eterna promessa de vingá-los, apontando para “Eles”. Os simpatizantes do PT são tão burros que ainda se permitem seduzir por este tipo de revanchismo social. Um método medíocre criado por pessoas espertas que encontraram a fórmula mágica para agradar a maioria. Este método deu tão certo para o PT, que seus simpatizantes chegaram ao ponto de defender todas as falcatruas, roubalheiras e atos de corrupção que os representantes do partido cometem à torto e à direita.
Os simpatizantes do PT não se deram conta ainda que o partido estimula, fortalece, manipula e explora a baixa auto estima do povo brasileiro, onde a maioria teve origem na miscigenação entre índios, negros e portugueses. O PT explora a boa fé de pessoas que ainda não tiveram acesso à educação de qualidade, como é o caso da maioria do povo deste país. O PT explora a fragilidade e a insegurança financeira que alcança a maior parte da população, como em qualquer outro país de terceiro mundo. O PT estimula o sentimento de ódio e de vingança contra uma minoria de pessoas no país, criminalizando-as por sua condição financeira, estética ou intelectual. Os simpatizantes do PT sofrem uma lavagem cerebral e acabam por esquecerem-se que no Brasil não há “Nós e Eles”. Todos são brasileiros.
Internamente, o conceito do “Nós e Eles” também é bastante útil ao partido. Funciona como uma espécie de estímulo à corrupção. Não é raro ver o Lula gritar em seus comícios frases como “Ele roubaram o país por mais de 500 anos”, dando margens à interpretações como “Agora é nossa vez” ou “Se eles roubaram, nós também podemos” ou ainda “Nós também não somos perfeitos”. Dentro do partido, o “Nós” pode significar uma credencial que dá direito aos integrantes do partido roubarem “Deles”.
o próprio Lula ratifica esta tendência e já declarou de público que, em caso de roubo cometido por um companheiro investigado pela justiça, ele fica do lado do companheiro;
Observem que o “Nós” está sempre presente nos discursos do PT. Ao pronunciar “Nós” eles estão incluindo você que votou “Neles”, aqueles que depois das eleições só vivem no meio dos mais ricos e também ficam cada dia mais ricos.
@muylaerte

domingo, 15 de fevereiro de 2015

O manicômio de Barbacena

O manicômio de Barbacena
Todo mundo escuta histórias de terror dignas de produções do cinema e não acredita. Aqui no Brasil há contos reais de maus tratos muito semelhantes aos que aconteceram nos eventos históricos mais trágicos da humanidade. Mesmo tendo sua fundação datada de 1903, foi somente na década de 80 que o Hospital Colônia de Barbacena ganhou destaque nacional. A história era de internos que sofriam maus tratos em elevados graus e chocou totalmente a opinião pública.
Para o médico psiquiatra Franco Basaglia, um renomado profissional do ramo e quem realizou visitas ao manicômio de Barbacena, o lugar não deixava nada a desejar para um campo de concentração nazista.Foram mais de 60 mil mortes e eram muitos pacientes sujos, feridos, com corpos que denunciavam de cara a fome que passavam. As cenas chocaram o Brasil e até hoje causam revolta quando o assunto volta à tona.

Holocausto Brasileiro, por Daniela Arbex

Não haveria título melhor para descrever as atrocidades ocorridas no Manicômio de Barbacena. A jornalista Daniela Arbex reuniou registros para mostrar alguns dos crimes que aconteceram de 1903 até 1980. Em um levantamento que a repórter da Tribuna de Minas realizou, constatou que 7 a cada 10 pessoas que se encontraram internados no hospital não eram doentes mentais.
Idosa no manicomio
Cerca de 70% dos “pacientes” não tinham problemas mentais
De acordo com o livro, estes “doentes” não passavam de homossexuais, pessoas que sofriam de epilepsia, prostitutas, viciados em álcool ou entorpecentes, entre outros. Nada que não passasse de gente que questionava em algum momento o status da sociedade. Por serem considerados incômodos para os políticos e até mesmo para a comunidade em geral, que sempre seguia padrões pré-determinados pela época, foram taxados de malucos.
Por aqui também viviam jovens que engravidavam antes do casamento e recebiam a reprovação de seus pais. Mulheres que foram violentadas e até mesmo crianças consideradas com algum tipo de distúrbio. Era um verdadeiro horror. O que de pior acontecia também vinha de fora. Mesmo sabendo de tudo o que se passava dentro da “Colônia”, como era chamado o Manicômio de Barbacena, a sociedade da cidade nunca questionou ou protestou contra.
“As atrocidades não eram questionadas naquela época porque no início do século 20 existia um movimento eugenista de limpeza social muito aceito em todo o Brasil”, comentou Daniela Arbex em uma entrevista à Revista Carta Capital, sobre o seu livro.

O comércio da morte

Os corpos eram vendidos por R$ 200,00
Os corpos eram vendidos por R$ 200,00
Este é um dos fatores que levavam à tantas mortes não ocasionais no Manicômio de Barbacena. Segundo os registros locais, o número de internos mortos “naturalmente” chegavam à 16 por dia. Logo após as investigações no local, foi comprovado que eles eram vendidos à faculdades de medicina.
Foram 1.853 registros encontrados nos documentos antigos do manicômio, com compra comprovada para 17 faculdades de Minas Gerais e estados mais próximos. Eles valiam aproximadamente 200 reais cada e isso favorecia a  superlotação do local. Uma verdadeira atrocidade.

Falta de recursos gerava desespero

Manicomio - Falta de recursos
Beber água do esgoto era comum
A falta de recursos para manter o Manicômio de Barbacena em condições decentes também fazia com que pacientes buscassem saídas extremas. Assim como conta no seu livro, Daniela afirma que era comum ver internos comendo ratos, bebendo água de esgoto ou até mesmo a própria urina, não tinham quartos disponíveis, o que fazia com que eles dormissem ao relento, sobre a grama, entre outros fatos.
Estupros eram constantes dentro do Manicômio de Barbacena. Isso gerava um alto índice de mulheres grávidas. Ainda quando estavam nesta condição, algumas sofriam abusos e como saída usavam a própria fezes espalhadas pelo corpo para se protegerem. Muitas perderam seus filhos na hora do parto e outras tiveram as crianças enviadas para adoção.

Tratamento com choque também acontecia no hospital

Tratamento a choque
Tratamento a choque sem anestesia era pura tortura
O terror aos pacientes ainda aumenta, quando aqueles que mais questionavam o sistema do internato eram submetidos à tratamentos com eletrochoque. Os registros de Luiz Alfredo, o primeiro jornalista à investigar o local, mostravam que a carga elétrica era tão intensa que sobrecarregavam e derrubavam a rede elétrica de Barbacena.
Pra piorar ainda mais a situação não era usado anestesia durante o tratamento, o que transformava a prática num verdadeiro exercício sádico de tortura.

Os culpados continuam sendo um mistério

Não há até hoje investigação que descobrisse os culpados por mais de 60 mil mortes no Manicômio de Barbacena. Além dos assassinatos conscientes, foi constatado que a maioria dos doentes do maior hospital mental do país não tinham problema mental algum.
manicomio_barbacena2
Qualquer pessoa podia ser vítima
O fato não somente chocou a cidade inteira como o país, quando o repórter da Revista O Cruzeiro visitou o manicômio e registrou imagens impressionantes. Segundo ele, eram homens e mulheres praticamente nus, com uniformes sujos e a maioria com a cabeça raspada. O jornalista ainda afirmou que um dos doentes bebia água que jorrava de um esgoto, pois não tinha atendimento para tal necessidade.
Mesmo passando muitos anos, embora o Brasil tenha dado alguns passos no humanização do atendimento, Daniela Arbex afirma que muita coisa continua errada. Segundo a jornalista, os mesmos assassinatos são cometidos, mas com nomes diferentes no país. Ela compara também alguns momentos do Manicômio de Barbacena com a chacina da Rocinha e muitos outros momentos tristes do Brasil.

Depoimento de uma sobrevivente

Elzinha foi uma sobrevivente do inferno vivido em Barbacena. Atualmente ela mora em um núcleo terapêutico residencial com outras mulheres com diferentes níveis de dificuldade. Quando criança ela foi internada em uma instituição de menores e posteriormente, já adulta, transferida para Barbacena.
Ela conta que nunca ficou trancada ou foi torturada por choques, mas viu muitas pessoas passarem por isso. No tempo em que ficou internada nunca recebeu a visita dos parentes.

“Queria que minha família viesse aqui só para me ver, para ver que eu estou boa. Não é para eu ir embora com eles, não. Não sei porque me internaram criança. Eu não fiz nada com Deus, não fiz nada com eles.”


by puromisterio. 

sábado, 14 de fevereiro de 2015

24 Imagens que são estranhamente satisfatórias

POSTADO POR FELIPE BRANDÃO






Não sei se você chegou a ver, mas há um tempo postamos algumas imagens proibidas para quem tem TOC (e saiu até uma parte 2).

Boa parte das pessoas que comentaram, realmente se sentiram incomodadas com as imagens. Até eu me senti com algumas, mas agora é hora de reverter essa situação!

Veja agora 24 imagens que, de alguma forma, causam uma certa satisfação:

1 – Cravado!


2 – Perfeito


3 – Organizado por Monica Geller


4 – Alguém com TOC passou por aqui


5 – Inexplicavelmente bom


6 – Excelente!


7 – Por cores


8 – Encaixe


9 – Estranhamente relaxante


10 – Perfeito


11.







12.


13 – Wow!


14 – Assim que se faz!


15 – Centralizado


16.


17 – *-*


18 – Like a boss


19 – Tem como ficar melhor?


20 – Essa pessoa deveria receber um prêmio


21 – Essa também


22 – Ah… que reconfortante!


23 – Hipnotizante




24 – Até o sabor fica melhor





De nada pelas imagens!


Via: TheChive

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