sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Fim de Carreira: "Mulher ganha prótese dentária antes de gravar com Dilma"


Maquiavel


Dilma e Lula em Batatinha: presente a Dona Nalvinha

Dilma e Lula em Batatinha: presente a Dona Nalvinha (Bruno Cabroeira/Futura Press)
Em agenda no Nordeste nesta quinta-feira, a presidente-candidata Dilma Rousseff visitou obras da transposição do rio São Francisco, em Pernambuco, e também a cidade de Paulo Afonso, na Bahia. No sertão baiano, gravou imagens para sua campanha na casa de Dona Nalvinha, moradora da Comunidade Batatinha e beneficiária do programa federal Água para Todos. Reportagem do jornal Folha de S. Paulo informa nesta sexta-feira que, antes de receber a presidente, Nalvinha, ou Marinalva Gomes Filha, de 46 anos, foi contemplada com uma prótese dentária. “Tudo o que tenho aqui foi a Dilma que me deu”, afirmou a baiana ao jornal – inclusive, a prótese dentária, segundo ela.


Para sorrir na propaganda presidencial, Nalvinha recebeu dois dentes da frente. E não só isso: sua casa ganhou duas cisternas e o fogão a lenha foi ampliado, segundo o jornal. As reformas na residência são fruto de um programa firmado pelos governos federal e da Bahia com uma ONG local. Na Comunidade Batatinha, só Dona Nalvinha foi contemplada com os benefícios até agora. Pouco depois de o jornal questionar a campanha petista sobre a prótese de Nalvinha, a moradora mudou sua versão: afirmou ter sido chamada por um dentista da prefeitura. Segundo disse à Folha, ela ouviu do profissional que colocaria os dentes "para receber a presidente Dilma".
by Veja

BARROSO ANULA DECISÃO DE BARBOSA SOBRE BENS DE MARCOS VALÉRIO

Diretor do CDP de Praia Grande é morto em emboscada

Principal suspeita recai sobre o PCC; de acordo com a PM, houve pelo menos 20 disparos feitos por fuzis de calibre 5,56 milímetros

por Estadão Conteúdo

O diretor de disciplina do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Praia Grande, Charles Demitre Teixeira, foi assassinado na noite desta quinta-feira dentro do carro na frente de sua casa, na Rua Norberto Florence dos Anjos, naquela cidade. Ele foi alvejado por um grupo com fuzis e pistolas. A principal suspeita da polícia é que Teixeira tenha sido assassinado por integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC).


De acordo com a Polícia Militar, pelo menos 20 disparos feitos por fuzis calibre 5,56 milímetros e uma dezena de tiros de calibre .40 acertaram a vítima. O diretor trabalhava no local havia nove anos, era casado e tinha quatro filhos.

Depois de atirar no diretor do presídio, os criminosos fugiram. A PM realizou buscas no bairro em que Teixeira morava na Praia Grande, mas até as 22h30 desta quinta não havia conseguido prender os assassinos. Teixeira era conhecido por sua atuação rígida na manutenção da disciplina carcerária, o que reforçaria a hipótese de vingança contra o diretor.

Charles Demitre Teixeira foi assassinado dentro do carro, na frente de sua casa (Foto: Divulgação)
Charles Demitre Teixeira foi assassinado dentro do carro, na frente de sua casa (Foto: Divulgação)

Ele é o terceiro funcionário da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) assassinado neste mês na Praia Grande. O primeiro agente teria sido morto em uma briga com outro funcionário do presídio. A morte do segundo agente ainda está sob investigação. A polícia apura se há ligação entre esses crimes. Desde 2006, o PCC é acusado de atacar policiais e agentes prisionais na Baixada.

Mais mortes. Líderes do PCC já estiveram envolvidos em outras mortes envolvendo diretores de prisões paulistas. No caso mais conhecido, em 2009, o líder máximo do PCC, Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, foi condenado a 29 anos de prisão em regime fechado pelo assassinato do juiz-corregedor de Presidente Prudente Antonio José Machado Dias. Ele foi morto em uma emboscada ordenada pela cúpula do PCC em 2003.

Em outubro de 2006, houve mais um atentado. O ex-diretor de presídios José Ismael Pedrosa foi executado com sete tiros. Jurado de morte pela facção, Pedrosa era tido como um profissional linha-dura e comandou a Casa de Detenção, no Carandiru, zona norte de São Paulo – palco do massacre de 111 presos em 1992 – e a Casa de Custódia de Taubaté, o Piranhão, considerado o berço do PCC.

by diariodolitoral


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