07/08/2014

Confira as oportunidades nas cidades que mais crescem em Santa Catarina


Municípios de SC crescem acima da média brasileira e oferecem oportunidades de emprego e negócios
Levantamento da consultoria Urban Systems aponta as 12 cidades com maior crescimento no Estado


Quem busca um lugar fértil para começar a carreira ou montar um negócio pode encontrar grandes oportunidades em pelo menos 12 cidades catarinenses. Elas se destacam em um levantamento da consultoria brasileira especializada em base de dados Urban Systems, feito com exclusividade para o Diário Catarinense, que traça um panorama dos municípios que mais crescem no Estado.

Longe da preocupação com o baixo crescimento econômico que afeta o país, essas cidades chegam a crescer até quatro vezes mais do que a média brasileira. Na geração de empregos, a cidade com melhor resultado é Navegantes. Com o porto em operação desde 2007, os setores de logística e da indústria naval criam oportunidades. As vagas se concentram justamente nestas áreas.

— A construção naval é a mais carente, faltam diversos profissionais. Atualmente são mais de 320 vagas abertas no Sistema Nacional de Emprego (Sine) — afirma o coordenador do serviço em Navegantes, Everson dos Santos Vidal.


Araquari tem destaque no país


Araquari, no Norte catarinense, teve destaque nacional no ranking – foi a segunda cidade no país que mais abriu novas empresas entre 2010 e 2012. Só perde para o município Águas Lindas de Goiás. Para Clenilton Carlos Pereira, secretário de Desenvolvimento Econômico e vice-prefeito de Araquari, a localização privilegiada e a instalação da fábrica da BMW explicam o crescimento. Setores como hotelaria, turismo e restaurantes devem ganhar destaque nos próximos anos.

Quem quer empreender ou trabalhar no Litoral, uma opção é Camboriú: a cidade é destaque em crescimento de PIB, emprego e novas empresas. O setor de construção civil é o mais aquecido. Um dos profissionais mais requisitados no município é o mestre de obras.

Economias pequenas e médias têm crescimento mais acelerado


A localização geográfica é um dos fatores que explicam o crescimento destas pequenas e médias cidades catarinenses. Elas estão no entorno de cidades com economias já consolidadas, como Itajaí, Joinville ou Florianópolis, e estão próximas de grandes vias de escoamento de produção, como rodovias e portos.

Para Thomaz Assumpção, presidente da Urban Systems, Santa Catarina apresenta um grande diferencial em relação aos outros Estados porque Florianópolis não é o único polo econômico
e produtivo.

— A economia descentralizada aliada aos potenciais estratégicos e setores econômicos de destaque, como o turismo no Litoral, a atividade portuária e o setor industrial permitem o desenvolvimento das cidades menores — afirma Assumpção.

Maria Encarnação Sposito, coordenadora da Rede de Pesquisadores sobre Cidades Médias (Recime) e professora do departamento de Geografia da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Presidente Prudente, explica que o crescimento das cidades menos populosas no entorno de economias já consolidadas é comum no mundo. Uma das explicações desse fenômeno é que os trabalhadores acabam buscando cidades mais baratas para morar ou instalar negócios no entorno dos grandes centros.

Lucia Dellagnelo, secretária de Desenvolvimento Econômico Sustentável de SC, ressalta que o avanço da tecnologia permite a produção fora de grandes centros e impulsiona as cidades médias. Além disso, a descentralização do ensino superior, que ajuda na formação de mão de obra e geração de empresas, também auxilia no processo.

Porém esse crescimento pode trazer alguns impactos negativos em aspectos como mobilidade urbana e gestão de resíduos sólidos, por exemplo. Para Lucia, a solução passa por um planejamento consorciado, ou seja, pensar em soluções integradas. De acordo com Maria Encarnação, da Recime, uma das principais consequências do crescimento não planejado é a desigualdade de renda.

— Em todas as cidades pesquisadas pela rede, o crescimento tornou a cidade mais cara para se viver — completa.


Levantamento da Urban Systems exclusivo para o DC analisou dados do PIB, criação de empregos e novas empresas


Profissionais ligados à construção civil estão em alta na maioria das cidadesFoto: Marcos Porto / Agencia RBS

Um levantamento da consultoria brasileira especializada em base de dados Urban Systems, feito com exclusividade para o Diário Catarinense,aponta as cidades que mais crescem em Santa Catarina. Foram analisados dados do PIB, criação de empregos e novas empresas. Confira as oportunidades em cada uma das cidades: 

Araranguá

Setores em destaque: indústria, principalmente no setor fumageiro, e comércio

Profissionais em alta: alimentador de linha de produção de frigoríficos, pedreiro, servente de construção civil e marceneiro

Palhoça

Setores em destaque: setor tecnológico e sustentável e setor de prestação de serviço, como centros de distribuição

Profissionais em alta: operador de máquinas pesadas

Rio do Sul

Setores em destaque: indústria têxtil e metalmecânica

Profissionais em alta: ligadas principalmente à indústria têxtil, como costureiro, e à indústria metalmecânica, como soldador montador, mecânico de manutenção industrial e de fundição

Itajaí
Setores em destaque: setor de confecção, lojas, logística e comércio exterior

Profissionais em alta: ligadas à área comércio e de serviço (auxiliar de produção e de serviços gerais, ou na área de restaurantes). Área de segurança do trabalho.

Camboriú

Setores em destaque: construção civil e comércio

Profissionais em alta: Ligados ao setor da construção civil, principalmente mestre de obras

Navegantes

Setores em destaque: serviços portuários e de logística e indústria naval

Profissionais em alta: ligados ao setor de construção naval, como eletricista naval, tubulador naval, mecânico e jatista. Mestre de obra da construção civil.

Itapema

Setores em destaque: construção civil, turismo, setor de serviços

Profissionais em alta: ligados ao setor de construção civil, como servente, pedreiro e auxiliar. Técnico em segurança do trabalho e informática

Biguaçu

Setores em destaque: logística e distribuição

Profissionais em alta: auxiliar de produção

São José

Setores em destaque: empresas prestadoras de serviço, como centro de logística

Profissionais em alta: auxiliar de serviços gerais e vigilantes

Araquari

Setores em destaque: metalmecânico, rede hoteleira, restaurantes e setor turístico

Profissionais em alta: ligados ao setor na área metalmecânica, como soldador, fresador e torneiro

Porto Belo

Setores em destaque: turismo e construção Civil

Profissionais em alta: ligados à construção civil, como pedreiros, encanadores, mestres de obra, eletricistas. Trabalhadores do setor de armazenamento e distribuição de mercadorias e para o setor de alimentos, como panificação e restaurantes

Barra Velha

Setores em destaque: logística, metalúrgica e construção civil

Profissionais em alta: eletricista, operador de máquinas e auxiliar administrativo

Fonte: Secretarias de Desenvolvimento Econômico, prefeituras, Sistema Nacional de Emprego (Sine)

by Diario Catarinense

O que sabemos sobre os albinos? Em geral, não muito, umas duas ou três palavras só. Hermeto Pascoal e Sivuca. Para aumentar um pouquinho o repertório, trago aqui algumas informações sobre essa condição genética.


Por que algumas pessoas são albinas?
O albinismo ocorre por falha na produção de melanina, o pigmento que dá cor à pele, ao cabelo e aos olhos. Com pouca ou nenhuma melanina, as pessoas albinas têm cabelo e pele muito claros e os olhos, em geral, são azuis.
A pele
A função da melanina é proteger a pele do sol. Sem essa proteção natural, a pele pode sofrer queimaduras solares até em dias nublados. E existe o risco de desenvolver câncer de pele. Por isso, o albino precisa usar filtro solar sempre que estiver ao ar livre, além de roupas protetoras.
Os olhos
A melanina tem também papel importante no desenvolvimento dos olhos. A ausência de melanina causa problemas de visão que incluem estrabismo, astigmatismo, miopia e sensibilidade à luz forte (fotofobia). Em ambientes externos, os albinos devem sempre usar óculos de sol com proteção UV. Além de proteger do sol, os óculos vão dar mais conforto ao aliviar a fotofobia.
Beleza albina
A propósito, o fotógrafo Gustavo Lacerda  vem desenvolvendo um trabalho lindo com albinos. Dê uma olhada:
E, como citei os dois lá no começo, se der vontade de ouvir um som deles, aí vai um muito bom:



Por Lucia Mandel

06/08/2014

Consultor do PT chama candidato tucano de “Satanécio” e afirma que pessoas que se opõem a Dilma latem

04/08/2014
 dias, a presidente Dilma Rousseff afirmou que faria uma campanha sem ofensas e xingamentos, ainda que tenha acusado a oposição de apostar no “quanto pior, melhor”, o que é, claro!, umas das piores formas de… xingamento!
Desde a campanha de 2010, o PT adotou o perfil “Dilma Bolada”, criado por um tal Jeferson Monteiro, como uma espécie de voz oficiosa da presidente — é, assim, a sua versão bem-humorada. Jeferson chegou a anunciar a morte do perfil, alegando que estava cansado de apanhar dos adversários da petista. O PT correu em seu socorro, e o rapaz foi contratado como “consultor do partido” — segundo ele, sem dinheiro. É… Vai ver os companheiros estão interessados apenas na sua inteligência…
Pois bem, o agora “consultor” do PT publicou a seguinte mensagem no Twitter na noite de domingo, informa a Folha: “O pai do menino deveria ter levado o Aécio pra fazer carinho no tigre e não o filho”.
Dilma Bolada 1
Como se vê, o cara se aproveita de uma tragédia para fazer o que deve considerar uma coisa engraçada. Pessoas que já fizeram piada com o fato de Lula não ter o mindinho da mão esquerda foram esmagadas pelas patrulhas petistas. Era como se tocassem numa figura santa. Fazer blague, no entanto, com uma criança que perdeu um braço, que mal há, não é mesmo?
O dito consultor achou que era pouco. Diante da reação negativa, emendou: “As forças das trevas reclamando porque eu disse que o tigre tinha que comer o Satanécio. Não vai pq o tigre não merece. Podem latir!!!”.
Dilma Bolada 2
Entenderam? O PT contratou um consultor que considera os adversários “forças das trevas”, que associa o nome de um candidato de oposição a “Satã” e que afirma que milhões de eleitores da oposição “latem”.
Alguém poderia dizer que não é o caso de se dar grande importância a esse cara, que está longe de ser a voz do partido etc. Será mesmo? Ora, por que ele recorre a tais baixarias? Porque lhe disseram que pode, ora essa! Porque foi informado que esse é o caminho. Porque esse é o ambiente no partido ao qual ele serve.
Tudo bem pensando, acusar a oposição de defender o “quanto pior, melhor” não é muito distinto de afirmar que ela late. São considerações que estão na mesma frequência.
Eis o alto nível…
Por Reinaldo Azevedo

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