sábado, 28 de junho de 2014

Fifa muda versão e diz que Dilma entregará taça se quiser

Copa do Mundo

Presidente foi convidada para cerimônia de encerramento no Maracanã

Dilma se encontra com o presidente da Fifa, Josep Blater, em Zurique, na Suíça
Dilma se encontra com o presidente da Fifa, Josep Blater, em Zurique, na Suíça (AP)
Um dia depois de anunciar que a presidente Dilma Rousseff entregaria a taça ao campeão da Copa do Mundo, na final do dia 13 de julho, no Maracanã, a Fifa mudou sua versão neste sábado. "O que existe é um convite para ela entregar a taça. A decisão será dela", explicou a entidade. Na sexta-feira, o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, revelou que Dilma passaria o troféu às mãos do capitão campeão, ao lado de Joseph Blatter, presidente da entidade. Ainda segundo ele, a taça entraria no Maracanã levada pelo ex-jogador espanhol Carles Puyol, representante do último campeão mundial, e pela modelo brasileira Gisele Bündchen.
No final do dia, porém, Dilma demonstrou surpresa com a notícia divulgada pela Fifa. "Eu nem sei disso", disse, ao ser questionada por jornalistas em Brasília. "Nem disseram isso pra mim. Estão me perguntando uma coisa que nunca me falaram."
Diante da reação de Dilma, a Fifa alegou que a presença da presidente na entrega do troféu havia sido comunicada pelo ministro do Esporte, Aldo Rebelo, que tem sido o principal interlocutor do governo com a entidade durante a Copa do Mundo.
Até agora, Dilma foi apenas ao jogo de abertura da Copa e, ao lado de Blatter, foi hostilizada por parte da torcida presente no Itaquerão, no dia 12 de junho, em São Paulo. Mas sua presença na final no Maracanã já estava confirmada há algum tempo, entregando ou não a taça ao campeão.
by Veja

Ponte que liga RS a SC é interditada em Nonoai devido a acúmulo de água

28/06/2014 

Segundo Comando Rodoviário da BM, trecho da RSC-480 está bloqueado. 

Rodovia foi interditada na manhã deste sábado (28) por causa da chuva.

Do G1 RS

Ponte foi interditada em Nonoai, RS (Foto: Ronaldo Reolon/Comando Rodoviário da Brigada Militar)
O Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM) interditou na manhã deste sábado (28) a ponte que liga Nonoai, na Região do Alto Uruguai, no Rio Grande do Sul, a Chapecó, em Santa Catarina. O trecho da RSC-480 foi bloqueado devido ao acúmulo de água que invadiu a pista da ponte. Com isso, chega a pelo menos cinco o número de rodovias com bloqueios no estado, sendo três estaduais e duas federais.
Segundo o Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer), o local vai ficar interditado por medidas de segurança. Não há previsão de liberação.  Engenheiros devem fazer uma vistoria no local nos próximos dias, assim que o volume de água diminuir no local.
Já no Norte do estado, dois trechos estão interditados na mesma rodovia. As pontes na ERS-122, no quilômetro 36, em Jacutinga, e no quilômetro 22, em Campinas do Sul, estão bloqueadas.
Segundo o Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM), a ponte da ERS-431 que ligaBento Gonçalves a Cotiporã, na Serra, também está interrompido. Não há previsão de liberação da rodovia. Já em Marcelino Ramos, na ERS-126, na Região Norte, o trânsito está em meia pista devido a um deslizamento de terra no local, mas não chegou a ser totalmente bloqueado.
Nas rodovias federais do Rio Grande do Sul, dois trechos continuam bloqueados na manhã deste sábado (28) devido à chuva que atingiu o Norte e o Noroeste do estado nos últimos dias. Conforme a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a ponte sobre o Rio Uruguai em Iraí, na BR-386, no Norte do estado, está bloqueada sem previsão de liberação. Em Marcelino Ramos, também no norte, a BR-153 está totalmente interditada no quilômetro 2 da rodovia.
BR-386 em Iraí interrompida por causa da chuva.  (Foto: Cíntia Furlani/RBS TV)BR-386 em Iraí interrompida por causa da chuva. (Foto: Cíntia Furlani/RBS TV)

Vice-presidente da Argentina é processado por corrupção

28/06/2014

Amado Boudou é o 1º vice-presidente interino na história a ser processado.

Ele é apontado em esquema relacionado com a impressão de papel-moeda.

Da EFE
Vice-presidente da Argentina, Amado Boudou, durante entrevista coletiva em Buenos Aires (Foto: Marcos Brindicci/Reuters)
A Justiça da Argentina abriu um processo nesta sexta-feira (27) contra o vice-presidente do país, Amado Boudou, por "corrupção passiva e negociações incompatíveis" com seu cargo em um caso de corrupção relacionado com a impressão de papel-moeda, informaram fontes judiciais.
A decisão do juiz federal Ariel Lijo acontece enquanto Boudou se encontra em Havana, na primeira escala de uma viagem internacional que foi iniciada na quinta-feira e que deve ser concluída na próxima semana no Panamá.
O juiz também indiciou José María Núñez Carmona, sócio de Boudou, e um suposto 'testa de ferro' do vice-presidente, assim como outros três envolvidos no caso.
Amado Boudou, que ocupou o Ministério da Economia entre 2009 e 2011, é o primeiro vice-presidente interino na história da Argentina a ser processado em um caso de corrupção.
A resolução do tribunal assinala que Boudou e seu sócio "teriam adquirido a empresa quebrada e monopolista Ciccone Calcográfica, enquanto Boudou era ministro da Economia, através da empresa The Old Fund e de Alejandro Vandenbroele, com a finalidade de conseguir contratos com o Estado Nacional para a impressão de papel-moeda e documentação oficial".
Segundo a mesma resolução, Boudou, "aproveitando de sua condição de funcionário público", e Núñez Carmona, teriam feito um acordo com os donos da gráfica Ciccone para a cessão de 70% da empresa "em troca da realização das ações necessárias para que a gráfica pudesse voltar a operar e conseguisse contratos com a Administração Pública".
O juiz ordenou, além disso, um embargo sobre os bens do vice-presidente no valor de 200 mil pesos (US$ 25 mil), segundo o Centro de Informação Judicial.
Em julho de 2010, um tribunal comercial declarou a falência da gráfica Ciccone - atualmente nacionalizada e rebatizada como Compañía de Valores Sudamericana (companhia de valores sul-americana) - a pedido da Receita Federal da Argentina por dívidas impositivas.
A Justiça cancelou a falência três meses depois, por solicitação da própria empresa, após negociações de um plano de pagamentos com o Ministério da Fazenda, e a empresa ficou nas mãos da The Old Fund, controlada por Alejandro Vandenbroele, suposto testa de ferro de Boudou.
O vice-presidente também terá que prestar depoimento em outro processo sobre a compra ilegal de um veículo com documentação falsa.
As suspeitas sobre o envolvimento de Boudou em escândalos de corrupção ofuscou sua carreira política, o que o fez passar para o segundo plano nos últimos meses.

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