sexta-feira, 27 de junho de 2014

Ratazanas gigantes sofrem mutação genética e ficam imunes a veneno


Do UOL, em São Paulo25/06/2014


Você já viu animais como esses?

Uma nova raça de ratazanas, imunes a venenos comumente usados no combate a roedores graças a uma mutação genética, está se espalhando no Reino Unido segundo cientistas. Acima, homem segura ratazana gigante capturada em Cornwall (Reino Unido)Leia mais Reprodução/Daily Mail

Uma nova raça de ratazanas, imunes a venenos comumente usados no combate a roedores graças a uma mutação genética, está se espalhando no Reino Unido, segundo cientistas. Salve-se quem puder!

Testes genéticos feitos pela Universidade de Huddersfield revelaram que esses super-ratos, que têm tamanho semelhante ao de gatos (que medo!), desenvolveram uma mutação que permite sobreviverem a raticidas comuns. Eles estão monitorando o crescimento da população desses bichos em 17 condados britânicos – e em seis deles encontraram ratazanas com a mutação da imunidade a venenos.


Reprodução/Daily Mail
As super-ratazanas têm tamanho de gatos

Na cidade de Southampton, por exemplo, os cientistas calculam que sete em cada dez super-ratos possuem a mutação genética.

O crescimento da população desse tipo de ratazana está disparado no Reino Unido: uma pesquisa recente indicou que em 2015 existirão dois super-ratos para cada habitante.

"As pessoas deveriam se preocupar com esses ratos resistentes devido a problemas de saúde pública. Eles carregam doenças e vários vírus e bactérias", alertou o pesquisador Dougie Clarke.

O combate da peste com raticidas, de acordo com os pesquisadores, não é fácil: as substâncias não podem ter gosto ou odor, além de o efeito ter de ser lento. Isso porque o rato costuma comer uma pequena porção e aguardar – se não passa mal, continua a comer o restante.

Clarke defende que a legislação do país permita o uso de venenos mais tóxicos ou que sejam encontradas formas físicas (armadilhas e ratoeiras) para matar os super-ratos. (Com "Daily Mail")



Em nova extinção provocada pelo homem, ratos se tornariam gigantes
A ideia de que nesse contexto o rato seria o mais apto a sobreviver chegou aos cientistas após análise de diversas espécies que apontou que os roedores iriam se dar bem devido à sua comprovada capacidade de se infiltrar na maior parte do território terrestre e em sua persistência ao longo dos anos, mesmo com todos os esforços em exterminá-los.

Leia mais Dakota Rose/Science

Tremor de terra assusta moradores de Caxias do Sul

                Abalo foi percebido nos bairros da 

                zona Norte do município da Serra  


Moradores de Caxias do Sul relataram à Brigada Militar e ao Corpo de Bombeiros, na noite dessa quinta-feira, um tremor de terra na zona Norte do município da Serra gaúcha. O abalo foi percebido por moradores dos bairros Fátima, Parque Oasis, Santa Fé, Nossa Senhora da Saúde e Vinhedos.

Uma moradora do bairro Fátima relatou que se assustou ao ver os vidros tremendo e os móveis se movendo no apartamento. Apesar do susto dos moradores, nenhum dano foi registrado.

O Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (CIOSP) recebeu pelo menos dez chamados por volta das 23h, relatando o fenômeno. O telefone convencional do Corpo de Bombeiros, também foi acionado por diversas vezes pelo mesmo motivo.

Histórico

Em abril de 2011, foi registrado um forte tremor de terra, que assustou moradores da zona Norte de Caxias do Sul. O fenômeno foi considerado uma “acomodação do solo”. O Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UNB), informou na época que os equipamentos da instituição não registraram nenhum abalo em Caxias do Sul. E, tranqüilizando a população, afirmou que é normal não haver registros neste caso, já que os tremores foram de pequena magnitude. De acordo com a instituição, município gaúcho possui um histórico conhecido desses tremores.

Em 2008, um tremor de terra também assustou os moradores de bairros da zona Norte de Caxias do Sul. Um estrondo seguido de um abalo sísmico com cerca de 10 segundos de duração foi o suficiente para tirar da cama mais cedo 30% dos 450 mil habitantes da cidade serrana. Pela medição de sismógrafos de engenharia utilizados na região, o abalo alcançou 5 milímetros por segundo. “A intensidade é suficiente para cair um reboco”, explicou o geólogo, Nério Jorge Susin. Na época, nenhuma chamada relatou danos material ou físico. No entanto, as 18 câmaras de vigilância instaladas na área não registraram qualquer movimento relacionado ao fato.


* Com informações do repórter Dico Reis

by Correio do Povo

“As listas negras do partido da intolerância”, análise do ITV

27 de junho de 2014
itvO PT tem uma lógica muito peculiar de fazer política: quem não está com o partido é tratado como inimigo. O objetivo vai além de derrotar adversários, o que seria do jogo democrático. A ordem é simplesmente exterminar quem se interpõe no caminho dos partidários da intolerância. Sejam eles jornalistas, críticos ou políticos insatisfeitos com o estado geral das coisas no país.
Dois episódios recentes ilustram bem esta forma indecorosa de fazer política: a divulgação, por parte do vice-presidente petista, de uma “lista negra” de articulistas a serem combatidos pelos partidários da intolerância e a tentativa do ministro de Relações Institucionais – exercitando sua expertise aloprada – de emparedar prefeitos do PMDB do Rio que manifestaram apoio à candidatura de Aécio Neves, revelada ontem por O Globo.
Trata-se de método tipicamente petista de fazer política: a perseguição a adversários com vistas a aniquilá-los. A cada campanha, surge um novo estratagema gestado nos subterrâneos do partido. Nesta sanha, os petistas não se constrangem em utilizar estruturas de Estado para atacar quem querem destruir – vide também o uso de estatais e prefeituras petistas para difamar e disseminar ofensas contra Aécio pela internet.
Os episódios nefastos se sucedem: em 1998, o dossiê Cayman; em 2006, o escândalo dos aloprados; em 2010, o dossiê Erenice Guerra (para tentar atingir o presidente Fernando Henrique) e a violação de sigilo fiscal de familiares de José Serra. O que mais, além das duas novas famigeradas listas negras, nos espera na campanha que se avizinha?
Felizmente, a vigilância da imprensa sempre tem conseguido impedir que os partidários da intolerância prosperem. Não fossem a livre manifestação e o firme exercício democrático, estaríamos arriscados a ver o obscurantismo prevalecer. A luz da liberdade de expressão tem vencido as trevas do autoritarismo. Mas, até quando?
A perseguição a quem discorda dos ditames petistas não é fortuita, não é acidental nem irrefletida. O partido cuja bancada mais ilustre hoje dá expediente no presídio da Papuda considera que seu projeto é venturoso, mas esbarra na má vontade dos meios de comunicação, dos formadores de opinião – em suma, dos que não lhe dizem amém. Nesta lógica, a melhor arma é a mordaça.
Os petistas se julgam arautos de um projeto de transformação do país e, até quando fazem autocrítica, transferem para os mensageiros a culpa pela má mensagem. É o que acontece agora, também, quando admitem que a insatisfação com o governo Dilma não é apenas da “elite branca”, mas sim algo disseminado por toda a população.
A origem deste mal-estar seria “um pensamento conservador que se expressa fortemente por meio dos veículos de comunicação e que opera um cerco contra nós”, como disse Gilberto Carvalho em entrevista àFolha de S.Paulo publicada na segunda-feira passada. Por esta visão, ficamos assim combinados: a corrupção e a incompetência que marcam as gestões petistas foram inventadas em redações de jornal.
A lista negra de jornalistas e políticos também nos convida a refletir sobre a intenção já manifestada pela candidata-presidente de abraçar a proposta de regulação da mídia, acalentada há tempos por setores bastante influentes do PT.
Embora Dilma jure que não aceita discutir o controle de conteúdo, será que dá para acreditar na suposta boa fé da presidente diante da voracidade de um partido sobre o qual ela não tem qualquer ascendência? Afinal, se, sem qualquer legitimidade, o PT já incita uma cruzada contra vozes dissonantes, o que aconteceria se lhe fosse dado poder efetivo para controlar conteúdos jornalísticos e encabrestar opositores? Melhor nem pensar. Melhor ainda é agir antes e impedir que os partidários da intolerância prosperem.

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