21/06/2014

PORTO ALEGRE, Brazil — “Tell me how you play, and I will tell you who you are.”



World Cup



A fan dressed for winter in Porto Alegre, Brazil, watching the Netherlands’ 3-2 victory over Australia on Wednesday.

LUCAS UEBEL / AGENCE FRANCE-PRESSE — GETTY IMAGES

By ANDREAS CAMPOMAR

June 20, 2014

PORTO ALEGRE, Brazil — “Tell me how you play, and I will tell you who you are.”


It is one of soccer’s great truisms, and nowhere does it have more meaning than in Brazil, where soccer is widely thought to articulate the country’s sense of self.When the country won its third World Cup in 1970, the Jornal do Brasil asserted that “Brazil’s victory with the ball compares with the conquest of the moon by the Americans.” Overnight, the country was no longer recognized for its Carnival, but for its soccer. Brazil had found its place in the world.The “jogo bonito” intoxicates those who watch it. Brazil’s style of play represented a better, idealized version of the country where improvisation led to transcendence, success and international acclaim. The curse of Brazil has always been the gulf between what it could be — since the 1940s it has been the “country of the future” — and what it is.


Neymar’s extraordinary skills seem to give the country's team enough Brazilian-ness to satisfy the nation.
LUCAS UEBEL / AGENCE FRANCE-PRESSE — GETTY IMAGES


On the soccer field, this was felt most sharply in 1982, when Brazil lost in the second round of the World Cup. The magical midfield of Falcão, Zico, Sócrates and Cerezo proved so dazzling that many observers were blinded to the side’s vulnerability. Brazilians still crave a World Cup for this phantom team that never delivered. Not everyone in Brazil expects this national team to win. Expectations often vary by region.

Here in the southern city of Porto Alegre, everyone is dressed for winter. They wear black, as if they are mourning the warmth of summer. This is not the subtropical, samba Brazil of the imagination, but the dour reality of winter in Brazil’s southernmost state, Rio Grande do Sul.

On any other weekday, people here would be at work, but Thursday was the Feast of Corpus Christi, a national holiday. Some two dozen middle-aged men took to an unkempt soccer field, wedged between the high-rise apartment blocks in the genteel neighborhood of Moinhos de Vento. They play for two local clubs, as their fathers did before them. The soccer on offer is of meager fare; it is bereft of the skill and guile associated with the Brazilian game. This is football as it might be played in northern Europe.

Fernando, who works in administration, is waiting to join the game. “There’s a lot of contact and hard tackling in our gaúcho football, which you don’t see in other states,” he says. “It’s a more physical game here.”

Porto Alegre’s two main clubs, Grêmio and its archrival Sport Club Internacional, have a reputation for playing the Uruguayan and Argentine way: tough, and without restraint. This is the warrior-like culture of the region’s gaúcho heritage. They call it having raça — guts. There is even a belief that, due to its geographical proximity to the Río de la Plata, soccer in Brazil was first played here rather than in São Paulo.

This region has stood apart from the rest of the country for decades. In 1972, Brazil celebrated its 150th anniversary of independence with a small international tournament. No player from the state of Rio Grande do Sul was chosen to play. To make up for the slight, the local soccer federation organized a match between the national team and a team of local players.

This would be no friendly. Such was the regional fervor in Porto Alegre’s Beira-Rio stadium that the national anthem was jeered and local fans took to burning the national flag. Whenever the “Brazilians” had the ball, they were greeted with abuse from the 110,000 spectators. The match ended in a 3-3 draw. The usual conspiracies began to circulate. The national team, which had not lost a match in five years, could not be allowed to lose.

The current Brazilian team seems not to possess either of the two principal aspects of the Brazilian game — it has neither the samba nor the fearlessness. But Neymar’s extraordinary skills at least seem to give this team enough Brazilian-ness to satisfy the nation.

Meanwhile, Luiz Felipe Scolari, Brazil’s coach, has crowded his midfield, hoping for a goal with the help of a partisan crowd.

Still, here in Porto Alegre, some are unconvinced of Brazil’s chances of success. Fernando cracks a half smile and says, “If you mark Neymar and Oscar out of the game then we don’t look too threatening.”

Scolari is from Rio Grande do Sul, so there are no charges of bias. Though the same cannot be said for the choice of sites. Even if the national team reaches the final, it will not have set foot in Porto Alegre.

When Argentina faces Nigeria at the Beira-Rio stadium here next week, the city is likely to descend into football fervor. For the visiting Argentine fans — and no doubt the attendant hooligans known as barras bravas — they will find a home away from home. For the locals, however, it may just be a little unnerving to watch their River Plate brand of soccer being played by the Argentine national team.

Notei algo estranho nessas fotos. Então, dei uma olhada mais de perto e... WOW.

A artista de 20 anos Heather Rooney tem um talento incrível. Usando apenas um pacote de lápis de cor, ela pode recriar uma foto verdadeiramente realista de qualquer um. Sério, você nunca viu nada assim. 





































by blogblux

Dormindo com o Inimigo

Psicopata é a designação atribuída para um indivíduo portador de uma desordem de personalidade, caracterizada em parte por um comportamento antissocial recorrente ou por uma diminuição da capacidade de empatia/remorso e baixo controle comportamental ou, por outro, pela pertença de uma atitude de dominância desmedida.
Na Classificação Internacional de Doenças, este transtorno é denominado por Transtorno de Personalidade Dissocial (Código: F60.2).1 Na população em geral, as taxas dos transtornos de personalidade podem variar de 0,5% a 3%, subindo para 45-66% entre presidiários.2
Transtorno de personalidade caracterizado pelo sentimento de desprezo por obrigações sociais ou falta de empatia para com os outros. Há um desvio considerável entre o comportamento e as normas sociais estabelecidas. O comportamento não é facilmente modificado pelas experiências adversas, inclusive pelas punições. Existe uma baixa tolerância à frustração e um baixo limiar de descarga da agressividade, inclusive da violência. Existe uma tendência a culpar os outros ou a fornecer racionalizações plausíveis para explicar um comportamento que leva o sujeito a entrar em conflito com a sociedade.1
Embora popularmente a psicopatia seja conhecida como tal, ou como "sociopatia", cientificamente, a doença é denominada como sinônimo do diagnóstico do transtorno de personalidade antissocial.
A psicopatia parece estar relacionada a algumas importantes disfunções cerebrais, sendo importante considerar que um só único fator não é totalmente esclarecedor para causar o distúrbio; parece haver uma junção de componentes. Embora alguns indivíduos com psicopatia mais branda não tenham tido um histórico traumático, o transtorno - principalmente nos casos mais graves, tais como sádicos e serial killers - parece estar associado à mistura de três principais fatores: disfunções cerebrais/biológicas ou traumas neurológicos, predisposição genética e traumas sócio psicológicos na infância (ex, abuso emocional, sexual, físico, negligência, violência, conflitos e separação dos pais etc.). Todo indivíduo antissocial possui, no mínimo, um desses componentes no histórico de sua vida. Entretanto, nem toda pessoa que sofreu algum tipo de abuso ou perda na infância tornar-se-á um psicopata sem ter uma certa influência genética ou distúrbio cerebral; assim como é inadmissível afirmar que todo indivíduo com pré disposição genética se tornará psicopata apenas por essa característica. Portanto, a junção dos três fatores torna-se essencial; há de se considerar desde a genética, traumas psicológicos e disfunções no cérebro (especialmente no lobo frontal e sistema límbico).
O psicólogo português Armindo Freitas-Magalhães é o autor do projeto científico pioneiro "Psicopatia e Emoções em Portugal" (2010)3 com o objectivo de compreender os processos cerebrais envolvidos nas reações neuropsicofisiológicas da expressão facial da emoção, conhecer a razão pela qual o padrão de emocionalidade negativa é recorrente na psicopatia, se há diferenças de género e idade e procurar os motivos orgânicos e ambientais envolvidos e estabelecer um padrão que permita o tratamento e a profilaxia do crime. Para verificar e analisar o cérebro dos psicopatas e a relação correspondente à expressão facial, será utilizada a imagiologia de ressonância magnética funcional (fMRI), a psicometria neurofuncional e as plataformas informáticas que estimulam os sistemas cerebrais, particularmente o límbico.
De maneira geral, nos homens, o transtorno tende a ser mais evidente antes dos 15 anos de idade, e nas mulheres pode passar despercebido por muito tempo, principalmente porque as mulheres psicopatas parecem ser mais discretas e menos impulsivas que os homens 4 , e por se tratar de um transtorno de personalidade, o distúrbio tem eclosão evidente no final da adolescência ou começo da idade adulta, por volta dos 18 anos e geralmente acompanha por toda a vida. 
by wikipédia


20 MANEIRAS DE DETECTAR UM PSICOPATA
Foto: Stock.xchng/Creative Commons

Por Pablo Huerta.

Há uma frase que diz: “Não são todos os que estão, nem estão todos os que são”. Quer dizer que, nem todos os que estão em um hospital psiquiátrico são loucos e nem todos os loucos estão em um hospital psiquiátrico. Há psicopatas em todas as partes: dirigindo um transporte público, administrando uma empresa ou governando um país. Onde menos se espera pode haver alguém com uma psicopatia: um transtorno de personalidade antissocial . Claro que isso não significa necessariamente que essas pessoas sejam más, apenas não sentem empatia pelos outros nem remorso pelos seus atos. Eles vivem pelas suas próprias regras e só sentem culpa quando rompem com o seu código de conduta.

Para os psicopatas as pessoas são coisas, objetos que servem para satisfazer seus interesses. Se na sua programação não estiver machucar o outro, não o farão. E poderão viver em comunidade porque entendem os códigos sociais. Eles se adaptam. O terrível acontece quando eles não conseguem evitar de fazer o mal. Mas a maioria não comete crimes, ainda que não tenham vergonha de mentir, manipular ou machucar para conseguir o que têm em mente.
Quando cometem crimes, de um ponto de vista penal, como estão conscientes dos seus atos, são responsáveis. Mas, ao contrário de um réu normal, não existe a possibilidade de correção de sua conduta, assim a reabilitação é baseada em uma forma de vida que possa lhes trazer benefícios e evitar outros danos.

 DETECTANDO UM PSICOPATA

Faceta interpessoal:

1. Eles têm uma boa oratória e charme. São simpáticos e conquistadores num primeiro momento.
2. Têm uma autoestima exagerada. Se acham melhores que os outros.
3. São mentirosos patológicos. Mentem principalmente para conseguir benefícios ou justificar suas condutas.
4. Têm comportamento manipulador. E, se forem inteligentes o bastante, os outros não perceberão esse comportamento psicopata.
Faceta afetiva:
5. Não sentem remorso ou culpa. Nunca ficam em dúvida.
6. Quanto à afetividade, são frios e calculistas. Não aceitam as emoções, mas conseguem simular sentimentos se for necessário.
7. Não sentem empatia. São indiferentes. E até podem manifestar crueldade.
8. Têm uma incapacidade patológica para assumir responsabilidade pelos seus atos. Não aceitam os seus erros. Eles raramente procuram ajuda psicológica, porque acham que o problema é sempre dos outros.
Faceta estilo de vida:

9. Necessitam de estímulo constante. Ficam aborrecidos facilmente.
10. Gostam de um estilo de vida parasitário.
11. Agem descontroladamente.
12. Não têm metas a longo prazo. Vivem como nômades, sem direção.
13. Eles se comportam impulsivamente. Com ações recorrentes que não são premeditadas. Junto com a falta de compreensão das consequências de suas ações.
14. São irresponsáveis.

Faceta antissocial:


15. Tendem a ser deliquentes na juventude.
16. Demonstram problemas de conduta desde a infância.
17. Tiveram a revogação de sua liberdade condicional.
18. Eles têm versatilidade para a ação criminal. Eles preferem golpes e delitos que requerem a manipulação de outros.
Outros não incluídos em nenhuma das facetas:

19. Têm tendência a uma vida sexual promíscua, com vários relacionamentos breves e ao mesmo tempo. Gostam de falar sobre suas conquistas e proezas sexuais.
20. Acumulam muitos casamentos de curta duração. Não se comprometem por muito tempo por ter que manter um vínculo.

Estes items formam o método popular chamado de PCL (Psychopathy Checklist) desenvolvido por Robert Hare, PhD em Psicologia e professor da Universidade de British Columbia no Canadá. Cada atributo recebe uma pontuação de zero a dois, e para o diagnóstico correto se adiciona uma entrevista semiestruturada e a análise do histórico do paciente. Segundo Hare, um por cento da população é psicopata.

Pode acontecer mesmo em uma idade precoce. Segundo o psiquiatra forense John MacDonald há uma tríade que poderia indicar uma futura personalidade psicopática: crueldade com animais, piromania e a incontinência urinária persistente depois dos quatro ou cinco anos de idade.

Na sociedade já ficou instituído, graças a Hollywood, a ideia de que todos os psicopatas são como Hannibal Lecter ou Dexter, encantadores, com certeza. Mas é claro que não é preciso esquartejar alguém para ser louco. Assim, é melhor estar ciente das pessoas ao seu redor. Que não esteja sendo vítima de uma manipulação enlouquecida e ainda não ter se dado conta.

Se você quiser saber mais sobre como detectar um psicopata, não perca O DIABO A SEU LADO, todas as quintas às 22H.
by Discovery

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