sexta-feira, 13 de junho de 2014

A elite do jornalismo sim, precisa rever seus modos!


Atualização de status
De Romeu Tuma
Pq os "grandes" colunistas de jornais e sites, ao invés de atacar discriminando um grupo de pessoas, no comodismo de quem quer agradar e vitimizar a figura da Presidente da República pelo ocorrido ontem no Itaquerão, não vem a público, e diz que aquilo foi um desabafo a vergonhosa postura da chefe de Governo que humilhou o Brasil por não ter tido a coragem e a dignidade de fazer a abertura oficial de um evento do porte da Copa do Mundo, que eles tanto julgam importante o Brasil sediar?
O mundo disse que a Presidente do Brasil se escondeu e foi blindada de vaias!
E nós Brasileiros temos que passar a vergonha de não ter ninguém com respeito e cortesia para dar as boas vindas as milhões de pessoas que nos assistiam e nos visitam nesse momento!?!
Afinal, ela preferiu fazer um discurso político-eleitoral em cadeia de rádio e televisão na véspera, politizando o evento, ao invés de demonstrar a hospitalidade de seu Povo.
Por isso tudo, pelo super faturamento desse circo mal acabado, pelas falácias, pelo desafio que ela lançou nas redes sociais, pela truculência e por muitas outras coisas, é que o Povo, brancos, negros, pardos, pobres e ricos, partiram para a única voz que seria ouvida, aliás, diga-se de passagem, comum em estádios de futebol geralmente contra a arbitragem, que também para azar dela, ontem era nossa!
A elite do jornalismo sim, precisa rever seus modos!

A ‘Besta’ revelada

por Cássio Barbosa

Cássio Barbosa









No dia 8 de junho, enquanto todo o mundo estava interessado na Copa, eu inclusive, um elemento sorrateiro passou por perto. Sem nenhum interesse pelo que se passava aqui na Terra, mas certamente dando calafrios em quem estava atento.

Nesse dia, o asteroide 2014 HQ124 deu um “rasante” na Terra. Ele passou a mais ou menos 1,25 milhões de quilômetros do planeta, o que é algo em torno de 3 vezes a distância entre nós e a Lua. Outros asteroides já passaram a distâncias até menores que isso; ano passado o asteroide 2012 DA14 passou a meros 25 mil km da superfície da Terra! Isso é menos do que a altitude dos satélites de comunicação. Eles estão em órbita geoestacionária da Terra a uma altura de 36 mil km.

O que arrepia nesse caso não é a distância, mas o tamanho de HQ124. Ele tem aproximadamente 352 metros de diâmetro e tinha sido descoberto apenas no final de abril, com um telescópio espacial que não faz monitoria do céu.

Explicando: existem hoje vário projetos de monitoria de objetos particularmente perigosos, no sentido de colisão conosco. Segundo consta, todos os asteroides com algum risco de colisão com a Terra que tenham mais de 100 metros diâmetro já haviam sido catalogados. Mas o HQ124 escapou desse catálogo. Mais ainda, nenhum projeto de monitoria do céu conseguiu observá-lo! Todas as noites, telescópios de diversos países, formando uma rede de observação, apontam para o céu e identificam esses objetos. Nesse caso, nenhuma dessas redes pegou essa "Besta", como foi apelidado, mas coube a um telescópio espacial que observa no infravermelho chamado WISE disparar o alerta.

O tamanho de HQ124 assusta, se ele ou qualquer outro irmão de tamanho semelhante acertasse a Terra, o impacto seria o equivalente ao de uma bomba H, muito mais poderosa do que uma bomba nuclear. Isso não seria suficiente para aniquilar a vida, mas certamente causaria estragos imensuráveis, principalmente se caísse em alguma região densamente povoada. Ou mesmo causando um tsunami gigantesco se caísse no mar. O que daria no mesmo.

Durante sua passagem, uma rede de radiotelescópios se mobilizou para obter imagens de radar de HQ124. As imagens mostram detalhes da sua superfície com tamanho de 4 metros. Com essa precisão, seu tamanho foi revisado para 370 metros pelo menos, mas as imagens mostram algo mais intrigante.

A forma alongada demais do asteroide sugere que ele seja na verdade composto por duas rochas encostadas uma na outra. Isso formaria um sistema duplo de contato, um sistema visto pela primeira vez.

O HQ124 passou por nós no último dia 8, a uma velocidade de mais de 50 mil km/h. Ainda que o impacto não fosse trágico o suficiente para dizimar a vida na Terra, ele causaria muitos estragos e provavelmente milhões de vítimas. Mas o que assustou mesmo foi o fato de ser um asteroide de quase meio quilômetro que foi descoberto a menos de 2 meses de sua maior aproximação. Não teríamos como evitar o impacto, se fosse o caso. O máximo que daria para fazer é bolar alguma estratégia de evacuação que minimizasse o número de vítimas.

Ainda bem que passou longe!

(Foto: NASA/JPL-Caltech/Arecibo Observatory/USRA/NSF)

Justiça manda caso Pesseghini ser analisado pela Vara da Infância de SP

13/06/2014 13h34 - Atualizado em 13/06/2014 13h40

Juiz alegou que crime foi cometido por menor de idade em 2013. 

Advogada da família discorda que Marcelo matou família e se suicidou.

Kleber TomazDo G1 São Paulo
O casal de policiais militares Andréia Regina Bovo Pesseghini, de 36 anos, e Luís Marcelo Pesseghini, com o filho, Marcelo Pesseghini, de 13 anos (Foto: Reprodução/TV Globo)O casal de policiais militares e o filho Marcelo
Pesseghini (Foto: Reprodução/TV Globo)
A Justiça de São Paulo determinou neste mês que o caso Pesseghini seja remetido à Vara da Infância e Juventude da capital. Apesar de o juiz Paulo de Abreu Lorenzino, do 2º do Tribunal do Júri, estar “convencido” de que Marcelo Pesseghini, de 13 anos de idade, matou a família e se suicidou em 2013, ele não irá arquivar o caso, como pediu o Ministério Público.
Essa decisão judicial trouxe “nova esperança” à advogada Roselle Soglio, que defende os interesses dos parentes do adolescente. Os avós paternos do estudante não acreditam na investigação da Polícia Civil que concluiu que o neto cometeu a chacina e se matou. Por isso, ela cobra a abertura de um novo inquérito para identificar quem teria sido o assassino dos Pesseghini.
Essa tese, no entanto não convenceu o juiz Lorenzino. Para ele, Marcelo Pesseghini, usou a pistola .40 da mãe para executar os pais, que eram policiais militares, a avó materna e a tia-avó, e depois se matou com um tiro na cabeça na casa onde a família morava. O crime ocorreu em 5 de agosto do ano passado, na Brasilândia, Zona Norte de São Paulo.

Mas alegando que o autor do crime se matou, o magistrado entendeu que o correto é pedir a retirada da punibilidade, já que existe a impossibilidade de punir alguém que esta morto. Ainda segundo Lorenzino, o fato de o responsável pelas mortes ser adolescente o obriga a encaminhar o caso a uma das Varas da Infância e Juventude.
Crime em família SP 08/08 (Foto: Arte/G1)
“Tendo esse magistrado se convencido que a autoria dos homicídios fora de Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, seguido de seu suicídio, não se trata de hipótese de arquivamento do presente inquérito policial mas sim de extinção de punibilidade pela morte do agente (...), entretanto, em sendo o autor dos fatos menor de idade, reconheço de ofício minha incompetência determinando a remeesa dos presentes autos a uma das Varas da Infância e Juventude”, escreveu o juiz em 4 de junho.

Quando o inquérito chegar à Vara da Infância, novos juiz e promotor serão designados para analisar o caso. Se concordarem com o resultado, poderão dar sequência a sugestão feita por Lorenzino, senão existe a possibilidade de pedirem uma nova investigação policial.
"Como defensora da família Pesseghini contesto a versão da polícia e pedirei a abertura de novo inquérito", disse Roselle nesta sexta-feira (13) ao G1. Ela trabalha na capital paulista, e defende os interesses dos avós paternos de Marcelo, que moram em Marília, interior do estado.

A equipe de reportagem havia conversado por telefone com os avósem março deste ano. "É mentira. É lógico que não foi o Marcelinho", disse a avó paterna de Marcelo, a dona de casa Maria José Uliana Pesseghini, 62. "Ele amava a todos e jamais faria isso. Sequer sabia atirar ou dirigir."
"Querem culpar o menino porque ele não está mais aqui", completou o avô do adolescente, o aposentado Luís Pesseghini, 65.

Roselle estuda a possibilidade de pedir uma nova apuração do caso à Vara da Infância. “Isso terá de ser estudado antes”, disse a advogada. ““Traz uma nova esperança, vez que ali se iniciará nova análise do caso e certamente, se poderá dar novo rumo a esta triste história, fazendo Justiça.”

O caso
Após nove meses de investigações, o Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) concluiu que Marcelo matou a família e se matou em seguida.
Uma das provas de que o adolescente matou a todos se baseia em um laudo psiquiátrico sobre a personalidade do garoto.

O resultado apontou que complicações de uma doença mental aliadas a fatores externos levaram o estudante a atirar no pai, o sargento das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) Luís Marcelo Pesseghini, de 40 anos; na mãe, a cabo Andréia Bovo Pesseghini, de 36 anos; na avó materna, Benedita de Oliveira Bovo, de 67 anos; e na tia-avó Bernadete Oliveira da Silva, de 55 anos. O documento foi feito pelo psiquiatra forense Guido Palomba.

Segundo a polícia, o adolescente dirigiu o carro da mãe até uma rua próxima ao colégio onde estudava, dormiu dentro do veículo e então foi para a aula. Lá, contou para os amigos que havia matado a família, mas ninguém acreditou nele. Em seguida, o adolescente voltou para a residência e se matou. Todos foram mortos com tiros na cabeça.
De acordo com o exame psiquiátrico, o estudante sofria de uma doença chamada "encefalopatia hipóxica" (falta de oxigenação no cérebro), que o fez desenvolver um "delírio encapsulado” (ideias delirantes). Além disso, ele teria sido influenciado por jogos violentos de videogame.

O laudo apontou que, no ano passado, esse quadro de delírios se agravou quando Marcelo quis se tornar um "justiceiro", um "matador de aluguel de corruptos", inspirado no game "Assassin's Creed". Um mês antes dos crimes, o estudante passou a usar a imagem do assassino do jogo em seu perfil no Facebook e também a usar um capuz como o personagem do game Desmond Miles – um barman que volta no tempo na pele de seus ancestrais, encarna o matador Altair e se envolve na guerra entre assassinos e templários ao longo de diversos eventos.

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