domingo, 3 de novembro de 2013

Essa colossal caverna tem um ecossistema próprio

A caverna Er Wang Dong é realmente grande – tão grande que possui um ecossistema próprio, incluindo plantas, rios e nuvens. Cientistas já sabiam que a caverna de Chongqing, na China, era um dos maiores sistemas de cavernas do mundo, mas eles não sabiam o que estava escondido nas suas profundezas inexploradas.



Mineradores já haviam extraído nitrato da caverna, mas apenas perto de sua entrada. Ninguém nunca havia ido mais longe, já que a caverna é muito grande e requer uma grande quantidade de equipamentos para os exploradores descerem. Há apenas uma pequena passagem no teto da maior câmara da caverna, mas é preciso grandes cordas – a caverna possui mais de 25o metros de altura e 50.586 metros quadrados. Isso equivale a 12 campos de futebol, e é quase 3 vezes mais alta do que a Estátua da Liberdade.

Cientistas não tinham ideia do quão grande era esse enorme mundo subterrâneo. Mas quando a equipe de 15 espeleólogos (pessoas que estudam cavernas) finalmente entrou na caverna, seus membros ficaram deslumbrados quando notaram que não podiam ver o teto da caverna. Não exatamente porque a caverna era muito grande, mas sim porque uma grande nuvem havia se formado e ficado presa por lá.

A caverna é tão vasta que permitiu a existência de uma flora particular, bem como água corrente. A caverna é lar de uma ampla vida vegetal que inclui até árvores. Os rios são fortes, largos e profundos.

Se você de alguma forma ainda não está convencido sobre o quão gigantesco este sistema de cavernas é, tenha em mente que os 15 espeleólogos passaram um mês inteiro para explorá-lo, e eles nem sequer viram tudo. Apesar de passar um mês explorando um ecossistema subterrâneo possa soar como uma grande aventura, também foi extremamente perigoso. Há uma série de perigos habituais em cavernas, como a queda ou deslizamento de grandes rochas.

Veja abaixo algumas fotos registradas no local (clique para ampliar):






















Fonte: Knowledge Nuts

Círculos voltam a aparecer em plantações de trigo em Ipuaçu

Círculos voltam a aparecer em plantações de trigo em Ipuaçu

Um dos agroglifos possui 13 anéis em pé e se equipara a um campo de futebol

Marcas misteriosas em formato circular foram encontrados na manhã deste sábado (2) em duas plantações de trigo na cidade de Ipuaçu, no Oeste de Santa Catarina. Os agroglifos, como são conhecidos no meio científico, foram registrados em duas propriedades, a cerca de um quilômetro do centro do município.
 De acordo com o ufólogo Ivo Hugo Dohl, que já esteve no local nesta manhã, um dos círculos tem 13 anéis em pé, um dentro do outro. A estrutura do agroglifo é enorme e se equipara a um campo de futebol, segundo o ufólogo.
A cerca de um quilômetro de onde foi registrado o primeiro agroglifo, outras marcas foram encontradas. De acordo com Dohl, as formas são diferentes e formam círculos, triângulos e losangos, medindo aproximadamente 50 metros.
Este é o sexto ano que os agroglifos são registrados em Ipuaçu e, ainda segundo o ufólogo, é o caso mais complexo e mais parecido com as formas registradas na Inglaterra. Ivo destacou ainda que a cidade de Ipuaçu é a que mais registra o fenômeno, que apareceu na primeira vez em 2008. 

Reprodução RICTV Meio-Oeste/ND Oeste
Agroglifos em Ipuaçu
O outro agroglifo possuiu formas mais estranhas


Reprodução RICTV Meio-Oeste/ND Oeste
Círculos voltam a aparecer em plantações de trigo em Ipuaçu
Um ufólogo já esteve no local para registrar o fenômeno

 Divulgação/Reprodução RICTV Meio-Oeste/ND Oeste
Círculos voltam a aparecer em plantações de trigo em Ipuaçu
Este é o sexto ano que o município de Ipuaçu registra o fenômeno

 Reprodução RICTV Meio-Oeste/ND Oeste
Círculos voltam a aparecer em plantações de trigo em Ipuaçu
Os agroglifos foram registrados pela primeira vez em 2008 no município 

Beba na Fonte:
Publicado em 02/11/13-11:32



"O Pensador Coletivo não concorda com esse princípio democrático: seu imperativo é rebater a crítica imediatamente, evitando que o vírus da dúvida se espalhe pelo tecido social". Aprenda a reconhece-los nas REDES SOCIAIS. E elimine-os.



Você sabe o que é MAV?  Inventada no 4º Congresso do PT, em 2011, a sigla significaMilitância em Ambientes Virtuais.  São núcleos de militantes treinados para operar na internet, em publicações e redes sociais, segundo orientações partidárias.  A ordem é fabricar correntes volumosas de opinião articuladas em torno dos assuntos do momento.

Um centro político define pautas, escolhe alvos e escreve uma coleção de frases básicas.  Os militantes as difundem, com variações pequenas, multiplicando suas vozes pela produção em massa de pseudônimos.  No fim do arcoíris, um Pensador Coletivo fala a mesma coisa em todos os lugares, fazendo-se passar por multidões de indivíduos anônimos. 

Você pode não saber o que é MAV, mas ele conversa com você todos os dias.

O Pensador Coletivo se preocupa imensamente com a crítica ao governo. Os sistemas políticos pluralistas estão sustentados pelo elogio da dissonância: a crítica é benéfica para o governo porque descortina problemas que não seriam enxergados num regime monolítico. 

Pensador Coletivo não concorda com esse princípio democrático: seu imperativo é rebater a crítica imediatamente, evitando que o vírus da dúvida se espalhe pelo tecido social.

Uma tática preferencial é acusar o crítico de estar a serviço de interesses de malévolos terceiros: um partido adversário, "a mídia", "a burguesia", os EUA ou tudo isso junto.
É que, por sua própria natureza, o Pensador Coletivo não crê na hipótese de existência da opinião individual.

Pensador Coletivo abomina argumentos específicos.
Seu centro político não tem tempo para refletir sobre textos críticos e formular réplicas substanciais.  Os militantes difusores não têm a sofisticação intelectual indispensável para refrasear sentenças complexas.

Você está diante do Pensador Coletivo quando se depara com fórmulas genéricas exibidas como refutações de argumentos específicos. O uso dos termos "elitista", "preconceituoso" e "privatizante", assim como suas variantes, é um forte indício de que seu interlocutor não é um indivíduo, mas o Pensador Coletivo.

Pensador Coletivo interpreta o debate público como uma guerra. 
"A guerra de guerrilha na internet é a informação e a contrainformação", explica o deputado André Vargas, um chefe do MAV.

No seu mundo ideal, os dissidentes seriam enxotados da praça pública.  Como, no mundo real, eles circulam por aí, a alternativa é pregar-lhes o rótulo de "inimigos do povo".

Você provavelmente conversa com o Pensador Coletivo quando, no lugar de uma resposta argumentada, encontra qualificativos desairosos dirigidos contra o autor de uma crítica cujo conteúdo é ignorado.  "Direitista", "reacionário" e "racista" são as ofensas do manual, mas existem outras.  Um expediente comum é adicionar ao impropério a acusação de que o crítico "dissemina o ódio".

Pensador Coletivo é uma máquina política regida pela lógica da eficiência, não pela ética do intercâmbio de ideias.

Por isso, ele nunca se deixa intimidar pela exigência de consistência argumentativa. Suzana Singer seguiu a cartilha do Pensador Coletivo ao rotular o colunista Reinaldo Azevedo como um "rottweiler feroz" para, na sequência, solicitar candidamente um "bom nível de conversa".

Nesse passo, trocou a função de ombudsman da Folha pela de Censora de Opinião. Contudo, ela não pertence ao MAV.  Os procedimentos doPensador Coletivo estão disponíveis nas latas de lixo de nossa vida pública: mimetizá-los é, apenas, uma questão de gosto.

Existem similares ao MAV em outros partidos?

O conceito do Pensador Coletivo ajusta-se melhor às correntes políticas que se acreditam possuidoras da chave da porta do Futuro.

Mas, na era da internet, e na hora de uma campanha eleitoral, o invento será copiado. Pense nisso pelo lado bom: identificar robôs de opinião é um joguinho que tem a sua graça.


by Demétrio Magnoli é Sociólogo
Fonte: blog Alerta Total 

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