domingo, 20 de janeiro de 2013

(...)"Orlando Zapata Tamayo foi um ativista político cubano, membro do Movimiento Alternativa Republicana, opositor do governo de Fidel e Raúl Castro e prisioneiro político que morreu após realizar uma greve de fome de mais de 80 dias em protesto ao regime castrista, às condições desumanas na prisão e ao estado de outros presos políticos no presídio de Holguín. Após sua morte, cinco outros dissidentes cubanos presos começaram uma greve de fome em protesto. Orlando Zapata ganhava a vida como pedreiro e encanador.Foi preso em 2003 por desacato e condenado a 3 anos de prisão. Suas atitutes revolucionárias de desafio as autoridades desencadearam uma série de julgamentos, tendo sua pena aumentada para 30 anos"(,,,)




Nome completo Orlando Zapata Tamayo
Conhecido(a) por Ativismo anti Fidel Castro
Nascimento 15 de Maio de 1967
Santiago, Santiago de Cuba, Cuba
Morte 23 de fevereiro de 2010 (42 anos)
Havana,
Nacionalidade Cubano
Etnia Hispânico
Ocupação Dissindente, ativista
Principais trabalhos Criação do partido (1989 (24 anos) já extinto em 2003 (14 anos)
Principais críticos Fidel Castro
Raúl Castro (vice-presidente)
Título Pós-graduação , recebido em 22 de fevereiro de 1988 (24 anos) - 3 de novembro de 1989 (23 anos)
Criação do partido
Extinção, recebido em 1989(24 anos)
2003 (14 anos)
Detenção
Morte por anorexia nervosa , recebido em 2003 (10 anos)
23 de fevereiro de 2010 (2 anos)


Bandeira do Partido
Religião Catolicismo romano

Referências

a b Síntesis Biográfico de Orlando Zapata Tamayo. Payolibre.com. Página visitada em 16 de março de 2010.
El régimen pone cerco al funeral de Zapata (em espanhol). El País. Elpais.com. Página visitada em 16 de março de 2010.
Cinco dissidentes fazem greve de fome por morte de Zapata. Estadão. Estadão.com.br. Página visitada em 10 de março de 2010.
a b Oposição denuncia prisões para evitar protestos contra morte de Orlando Zapata.Globo.com. Moglobo.globo.com. Página visitada em 10 de março de 2010.

Ligações externas

O Commons possui multimídias sobre Orlando Zapata
¿Quién mató a Orlando Zapata? www.elpais.com

by Wikipédia

Quem faz o controle? Vão dizer que é o exército desta vez? Toque de recolher JAMAIS FOI ou SERA SOLUÇÃO. Reassentamento, trabalho, escola, saude e dignidade é a saída. by Deise


Sem-teto de SP têm disciplina rígida e toque de recolher


Normas básicas regem a convivência dos sem-teto em antigos hotéis no centro: nada de drogas, armas, briga ou prostituição. A entrada é só até as 22h; depois disso, só quem trabalha ou estuda até tarde. E ninguém entra bêbado

No Othon, na rua Líbero Badaró, os 800 sem-teto ocupam os 26 andares 
do antigo cinco estrelas desde outubro de 2012. A água não é potável e a energia elétrica não chega a todos os quartos.
Amanda Cunha, 15, sobe todos os dia com 20 litros de água no colo até o quarto andar, onde vive com a família.


Centro de São Paulo tem 31 prédios invadidos por sem-teto


Com sua barriga de nove meses de gravidez abrindo caminho, a cabeleireira Eline Brenda da Silva Matos, 29, sobe cinco lances de escada do antigo hotel Cambridge até chegar ao seu quarto, com direito a flores na entrada e um berço de madeira no canto.


Esse é seu lar desde novembro do ano passado, quando, sem ter onde morar, resolveu aderir à FLM (Frente de Luta por Moradia) e participar da invasão do edifício abandonado, na avenida Nove de Julho.
Agora, ela faz parte do grupo de sem-teto organizado em diversas entidades que ocupa, atualmente, ao menos 31 imóveis no centro de São Paulo --além de hotéis, há casarões e edifícios comerciais.

Ocupação em antigo hotel

 Ver em tamanho maior »
Marlene Bergamo/Folhapress
AnteriorPróxima
Antigo hotel Othon Palace é ocupado por sem-tetos; edifício fica em frente à Prefeitura de São Paulo
As invasões mais recentes são as da rua General Couto Magalhães e da avenida Celso Garcia, as primeiras realizadas na gestão de Fernando Haddad (PT) e que motivaram uma reunião do prefeito com os sem-teto na semana passada.
Mas há também velhas conhecidas dos paulistanos, como a do número 340 da rua Mauá, invadido há quase seis anos. "O número de ocupações é alto e, infelizmente, mostra a ineficiência para resolver a questão habitacional", diz Carmen da Silva Ferreira, 25, uma das coordenadoras da FLM.
Em comum, todos os imóveis estão vazios e têm problemas como dívidas de IPTU ou apresentam atraso na reforma e na implantação dos programas de moradia.
É o caso do próprio Cambridge e do hotel Lord, na esquina da rua das Palmeiras com a Helvétia, hoje pertencentes à Cohab (Companhia Metropolitana de Habitação).
Ambos integram o principal programa de habitação local, o Renova Centro, que listou mais de 60 edifícios para moradia popular --mas que ainda patina.
Desses, 17 ainda estão com projeto em desenvolvimento, outros 26, em fase de desapropriação e mais 20, em fase de estudo de viabilidade técnica.
Editoria de arte/Folhapress
REINTEGRAÇÃO
Para este mês, estão marcadas sete reintegrações de posse. Os movimentos querem negociar com a nova gestão o adiamento dessas ações.
"Se a gente tiver que sair de um prédio, vai entrar em outro. Agora não tem mais meio-termo, a gente não tem mais o que falar para as bases [do movimento]", afirma Edinalva Franco, 40, do Movimento Moradia para Todos.
Outra reivindicação é o reajuste do bolsa-aluguel para R$ 700 --hoje varia entre R$ 300 e R$ 500 mensais. "Não se aluga nem uma vaga de pensão por esse valor", diz Carmen.
Atualmente, a prefeitura trabalha com três programas de subsídio para locação, atendendo 29.907 famílias.
A Secretaria Municipal de Habitação não soube informar se haverá reajuste. Afirmou, porém, que está em contato com as entidades e reafirmou o projeto de construir 55 mil moradias na cidade.

Antes tarde do que nunca. by Deise



Médicos vão recorrer à OEA


 contra situação da rede pública


Frente ao que considera um "cenário calamitoso" na rede pública de saúde, a Fenam (Federação Nacional dos Médicos) vai à Comissão Interamericana de Direitos Humanos para buscar uma resposta do país.

Foi essa comissão, vinculada à OEA (Organização dos Estados Americanos), que responsabilizou o Brasil, há mais de uma década, pelo caso da violência doméstica cometida contra Maria da Penha --pressão que culminou na aprovação de uma lei para a proteção da mulher.
Geraldo Ferreira Filho, presidente da Fenam, diz que a motivação é o histórico de macas em corredores, condições precárias de trabalho, filas de meses até o atendimento e até casos como o de Adrielly, menina morta após ter sido baleada na cabeça e esperado oito horas por uma cirurgia, no Rio.
A Fenam preparou dossiês que mostram que problemas como esses já foram levados à Justiça local em cinco Estados (RJ, MT, ES, RN e PA), mas não tiveram solução.
Mostrar que houve tentativa de solução do conflito na esfera local é pré-requisito para que o caso seja analisado na comissão internacional.
Segundo Ferreira, os dossiês serão levados para uma conversa informal, em fevereiro, com membros da Corte Interamericana de Direitos Humanos --também ligada à OEA.
Kweitel lembra que o Brasil tem condenações internacionais recentes relacionadas à saúde --caso de uma grávida que morreu após negligência.
O Ministério da Saúde não se pronunciou. Em dezembro, o ministro Alexandre Padilha reconheceu que ao menos um hospital no Rio tinha "sistema arcaico de marcação de consultas" e anunciou mudanças.

by Folha de SP

Em Alta

"Nós saímos de 1534. Mas 1534 nunca saiu da gente"

"No Brasil, em quase todos os estados, o poder político é transmitido como uma herança de sangue. As mesmas famílias atravessam geraçõe...

Mais Lidas