18/01/2013

E criar um partido politico?



por cristof » 04 nov 2012 03:10


Pensem com logica. Como se cria um partido sem partidarios? E pelo que percebi acham que o problema e os partidos defenderem os seus interesses. E o que forem criar vai defender o que? Para que haja alteracao no regime que temos os eleitores tem que estar bem informados para que possam votar bem.

Convido todos os que tem vontade de contribuir para melhorar que divulguemos boa informacao nos nossos blogs, facebook e conhecimentos em colaboracao entre todos para que nao se contnue a votar como quem reza a santa ou apoia o clube do coracao onde o papa o inscreveu logo que nasceu. contem comigo contactem que eu colaboro com quem queira informar/formar cidadaos conscientes. mais partidos ja temos uns quinze penso que ja sao demais cristof

Re: E criar um partido politico?

por Vitor Hugo » 16 nov 2012 17:22

Estou praticamente a 100% de acordo, pois o Polvo é gigantesco!
O que urgentemente necessitamos são soluçoes como as vossas.
Eis o que penso e acredito profundamente embora incompleto,
1- liquidar oGoverno e partidos
2- Escrever uma nova Constituição cidadã laïca INTOCAVEL, temida para quem Representará e não governará o POVO com risco de graves sancções.
3- O POVO terá que participar em TUDO o que diz respeito ao Paìs via referendo para toda questão, seja ela qual for.
4- A independencia monetária, alimentar e energética são capitais para a estabilidade Nacional e do POVO.
5-O banco central nacional DEVE emprestar dinheiro raoavelmente sem interesse a todo cidadão.
6- Qualquer tipo de pressão deve ser punida severamente por uma transparencia total e nunca negociavel.
7- O debate publico aberto a todo o tipo de ideias sem qualquer censura.
8- Limitar o salario mais alto a cinqo vezes mais que o minimo.
9- Educação e Trabalho garantido para todos via o Estado.
10- Na justiça, jury exclusivamente civil.
Não está completo pois sozinho é um pouco complicado
Mas, penso que no fundo voces percebem onde quero chegar.
Saudações a todos e nao hesitem a contactar-me.

Viva Portugal e viva os Portuguêses. Vitor Hugo

Re: E criar um partido politico?

por cristof » 16 nov 2012 20:02

Como ja temos partidos ate demais e os que criamos se tornaram tao autosuficientes que nao precisam de dar resposta aos repetidos pedidos dos cidadaos para que reduzam o tamanho das A. Republica = despesa, reduzam numero de camaras = despesa, reduzam gastos com financiamento publico dos partidos = despesa; proponho que os voluntarios criem um comite permanente a porta da Assemebleia da Republica em Lisboa e Av Aliados no Porto com livro de assinaturas para quem queira aderir e cartazes com estas exigencias de reducao de despesas =deputados/partidos. Comoos cidadaos estao impedidos pelos burocratas partidarios de se candidatar livremente vamos nos (os anonimos) mostrar que sabemos unir-nos em defesa do que achamos correcto. A minha prioridade sera o caracter pacifico e linguagem cordata das propostas/exigencias.

Podemos usar o Tugaleaks para contacto enquanto nao se encontrar melhor opcao.Se voluntarios de outras cidades quizerem aderir tambem o poderao fazer nas suas terras. Eu estou disposto a dar um dia por mes em Lisboa ou caso se organize um em Cascais na praca do Municipio. cristof

Partido X – Partido do Futuro

por azex1963 » 09 jan 2013 22:05

Este é o caminho a seguir:

http://www.publico.pt/mundo/noticia/partido-x--partido-do-futuro-quer-democracia-e-ponto-em-espanha-1579893?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+PublicoMundo+%28Publico.pt+-+Mundo%29

"Começaram por querer “Democracia Real Já”. Agora, alguns querem “Democracia e Ponto”. É com esta frase que os membros de um novo partido espanhol que hoje foi apresentado na Internet, seguidores do 15-M e defensores de cultura e software livres, resumem o seu programa.

Chama-se Partido X – Partido do Futuro e não é o partido dos Indignados e do 15-M, o movimento de contestação que nasceu em Espanha com o acampamento de milhares nas Portas do Sol de Madrid, em Maio de 2011. É o partido que alguns activistas do movimento quiseram fazer, aliados a movimentos que defendem o software livre, e pode ser conhecido no site partidodelfuturo.net, lançado nesta terça-feira de manhã com alguns atrasos e pedidos de desculpa.

O Partido X – Partido do Futuro, “é um método ao serviço de todos que toma a forma de partido para levar a cabo a mudança”, explica-se na página de Facebook. É um partido em duas partes, “um dispositivo de trabalho, comunicação e acção, e um partido latente registado no Ministério do Interior”.

“O Partido X – o Partido do Futuro é o partido que já ganhou no futuro. O Partido X é uma incógnita. É o partido que ganha porque aplica o programa que permite instaurar uma verdadeira democracia com a qual as pessoas possam defender os seus interesses. O Partido X entra no Parlamento, abre as suas portas e devolve directamente o poder soberano através do cumprimento de todos os pontos do seu programa: a Democracia e Ponto”, anuncia-se no site.

No vídeo de apresentação há um homem e uma mulher que vão explicando o programa numa “conferência de imprensa a partir do futuro para anunciar o vosso passado”: os objectivos do partido são, enumeram, “ganhar tudo” – “referendos”, “direito a voto real e permanente”, “legislação elaborada diante de todos e com as colaborações dos que sabem de cada tema”… Para quê? “Para decidir e impedir que a terrível crise que estamos a viver não seja paga por vocês, por nós, mas pelos especuladores que a provocaram.”

“Se os políticos são o problema, nós seremos o grande problema dos políticos”, avisa-se. Sempre na lógica de contar o passado a partir do futuro, dizem-nos que entraram no Parlamento e os "despediram a todos". “Nem deputados nem senhorios. Empregados públicos ao serviço do bem comum”, é assim que os políticos deveriam ser.

Isto não é uma piada nem é o 15-M

A dada altura, os porta-vozes explicam não ser porta-vozes de nada. “Eu sou uma professora desempregada […] e, na realidade, o que pediam no anúncio eram actores e actrizes diferentes […]. Não creio que tenham problemas em encontrar, somos tantos no desemprego.”

“Por aí, no presente, estão a viver um grande movimento de mudança, chamaram-se 15-M. Tem razões, atitude, as propostas para mudar o rumo da sociedade, mas choca sempre com um tecto de vidro: o do poder”, diz um dos “porta-vozes. “O 15-M não quer ser um partido. Nem quer nem pode ser representado porque é muitas coisas diferentes”, afirmam.

Enquanto o 15-M “faz o seu trabalho era preciso alguém para desalojar os políticos do espaço eleitoral em que estavam entrincheirados”, e é aqui que entra o Partido X.

“No futuro”, “não se está nada mal”: “a elite política foi substituída”, “os banqueiros que roubaram foram presos”… “Isto não é uma piada. É uma promessa”, garantem. “A melhor maneira de garantir um bom futuro é criá-lo."

Formas de intervenção e propostas que já existem

A Internet é a ferramenta de trabalho natural de um partido que diz ser em grande parte “um dispositivo de comunicação e acção”.

A partir daí, a ideia é experimentar em Espanha formas de intervenção cidadã na gestão política como foi a redacção da Constituição islandesa ou os gabinetes digitais da capital da Islândia, Reiquejavique, ou Porto Alegre, em Rio Grande do Sul. No fundo, levar à prática muitas das propostas do 15-M, como a participação directa dos cidadãos na elaboração de leis e a transparência dos processos políticos.

As Iniciativas de Legislação Popular, como a proposta de uma nova lei das hipotecas que o movimento anti-despejos se preparara para conseguir ver discutida no Parlamento de Madrid (depois de reunir mais de 600 mil assinaturas) são outro método possível de intervenção.

Mais importante do que as pessoas – para já, não há porta-vozes nem líderes oficiais, como também o 15-M recusou ter – são as propostas, e o Partido X incorpora no seu programa as propostas sobre habitação da Plataforma de Afectados pelas Hipotecas ou a proposta de alternativa à privatização de hospitais e centros de saúde feita pelo Comité Profissional de Saúde de Madrid.

Se for a votos – não é ainda certo que o faça nas próximas eleições – acabar-se-á o anonimato e os impulsionadores da nova formação irão então dar-se conhecer."

Ver também http://es.wikipedia.org/wiki/Partido_X,_Partido_del_Futuro azex1963


Re: E criar um partido politico?

por cristof » 10 jan 2013 09:52

Gosto do pouco que li. Inspirado neste movimento colaboro num identico em Portugal, A web permite ser eficiente sem deslocacoes e com acesso e resposta pronta, Venham dai as adesoes e vamos para a frente. As posicoes dos patroes da opiniao do povo ja cheiram mal. cristof@sapo.pt cristof


by http://forum.tugaleaks.com

Governo ignora decisão do Supremo e repassa a estados parcela de FPE


Vocês devem se lembrar do tema, que a alguns pode parecer quase etéreo, mas que é central para a tal governabilidade. Já escrevi dois textos a respeito (aqui eaqui). Do que falo? Existe um Fundo de Participação dos Estados. O Supremo considerou inconstitucional a forma como vinha sendo distribuído e deu ao Congresso um prazo de 35 meses para votar um novo modelo. TRINTA E CINCO MESES! Não se votou nada! Mesmo o governo tendo a maior base de apoio do mundo ocidental — e do oriental também… Ninguém se mexeu.
Muito bem. Agora, com base num parecer do TCU, ao arrepio do que decidiu o Supremo, o governo repassou a parcela do FPE. Postas as coisas de outro modo e como devem ser postas: o governo federal considera que o TCU, que não pertence ao Judiciário, é uma instância superior à corte máxima de Justiça e manda o Supremo plantar batatas. Entenderam?
Leiam trecho de reportagem de João Villaverde, da Agência Estado. Volto ao tema e a seu alcance no próximo post.
*
O governo fez, nesta quinta-feira à noite, o repasse da segunda parcela dos recursos do Fundo de Participação dos Estados (FPE), dividido com todos os 27 Estados a cada dez dias, desde 1966. O STF considera os critérios de rateio do fundo ilegais, mas o governo se baseia em parecer do Tribunal de Contas da União (TCU), que libera o repasse. O repasse pode dar início a uma nova polêmica entre governo e STF.
O primeiro repasse do ano, feito no dia 10 de janeiro, recebeu o sinal verde do presidente do Supremo, ministro Joaquim Barbosa, uma vez que o dinheiro repassado fora arrecadado pela União ainda em 2012. O FPE é formado com 21,5% dos recursos arrecadados com o Imposto de Renda (IR) e o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).
Decisão de fevereiro de 2010 do STF considerou os critérios de rateio do FPE inconstitucionais, e, naquela ocasião, concedeu prazo de 35 meses ao Congresso Nacional para criar novas regras. Esse prazo venceu em 31 de dezembro e nenhuma nova lei foi aprovada pelo Legislativo.
Para evitar uma crise nos Estados — ao menos seis deles (Acre, Rondônia, Roraima, Amapá, Piauí e Tocantins) têm no FPE cerca de 70% do orçamento anual —, o governo federal resolveu descumprir a decisão do Supremo, e se basear no parecer do TCU. Nesta quinta-feira, o secretário de Fazenda do Acre, Mâncio Lima, confirmou que o dinheiro já estaria disponível para saque, nesta sexta, no Banco do Brasil (BB), onde o dinheiro, transferido pelo Tesouro Nacional, é mantido.
(…)
by  Reinaldo Azevedo

Ator foi encontrado morto por um funcionário na tarde desta sexta-feira, 18. Circunstâncias da morte serão investigadas pela polícia.


Walmor Chagas morre aos 82 anos



O ator Walmor Chagas, de 82 anos, foi encontrado morto na chácara onde vivia na cidade de Guaratinguetá, no interior de São Paulo, na tarde desta sexta-feira (18). As circunstâncias da morte ainda serão investigadas, mas a polícia disse acreditar que pode ter sido suicídio.
Com mais de 60 anos de carreira, o gaúcho Walmor de Souza Chagas atuou em mais de 40 peças, cerca de 20 filmes e mais de 30 novelas. Era considerado um dos grandes atores do teatro brasileiro.

Segundo o relato de um funcionário, o caseiro José Arteiro de Almeida, o corpo do artista foi achado caído na cozinha com um tiro na cabeça por volta das 16h30. Almeida disse ainda ao G1, por telefone, que, no momento da morte, Walmor estava sozinho dentro da casa. Ele diz também que uma empregada e uma cozinheira haviam acabado de deixar o local.
Almeida, que trabalha há 30 anos com o ator, diz que Walmor Chagas não demonstrava nenhum indício de que poderia tirar a própria vida. "Ele apenas relatou nos últimos dias que estava preocupado com o diabetes. As pernas também já não estavam tão firmes, mas ele estava bem", disse.

O tenente Reis, do Corpo de Bombeiros, informou que no momento que a equipe de resgate chegou ao local, o ator estava sentado em uma cadeira na sala, já sem vida, e com uma perfuração na cabeça.

O sítio onde o ator vivia fica no bairro Gomeral, na zona rural de Guaratinguetá. O local é de difícil acesso. Bombeiros dizem que receberam um chamado às 17h15, mas só conseguiram chegar ao local por volta das 18h30. Policiais civis estavam junto com os bombeiros e a Polícia Científica também está no local para a realização da perícia.
Carreira 
Walmor Chagas nasceu em Alegrete, no Rio Grande do Sul, em 28 de agosto de 1930. No começo dos anos 50, foi para São Paulo em busca de uma chance no cinema.
(Ao lado, veja entrevista do ator ao programa "Starte", da Globo News.)
Em 1952, Chagas fundou o Teatro das Segundas-Feiras, com Ítalo Rossi, encenando “Luta até o amanhecer”, de Ugo Betti. Ele estreou no Teatro Brasileiro de Comédia em 54, na peça “Assassinato a domicílio”, de Frederick Knott, com direção de Adolfo Celi.
Ao lado de Eva Wilma, o ator estreou no cinema em “São Paulo Sociedade Anônima” (1965), de Luís Sérgio Person, interpretando Carlos, um jovem da classe média. Sua primeira novela foi na TV Globo em 1974, na trama de “Corrida do ouro”.

Em 1992, Chagas chegou a apresentar o programa “Você decide”. Após oito anos afastado dos palcos, o ator retornou em 1999 na peça “Um equilíbrio delicado”.

Seus últimos trabalhos foram “Cara ou Coroa” e “A Coleção Invisível”, no cinema; e as novelas “A favorita” e “Os mutantes”, na televisão. Chagas era viúvo da atriz Cacilda Becker, com quem teve uma filha, Maria Clara Becker Chagas.

A organização do Prêmio Shell de Teatro anunciou no dia 21 de dezembro de 2012 que Walmor Chagas seria o grande homenageado na edição de 2013 do evento, que deve acontecer em março, "por seu papel histórico como ator e produtor em 64 anos de atividade no teatro brasileiro".
by G1

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