terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Cristina Kirchner: Peço respeito e muita solidariedade a Chávez



Cristina Kirchner
A presidenta da Argentina, Cristina Fernández de Kirchner, declinou falar sobre a saúde de Hugo Chávez, ao conversar com a imprensa depois de um encontro com o vice-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, pouco antes de partir de Cuba.
“Ontem lhes fiz um comentario do que faria hoje. Esclareci muito bem que vinha com uma imensa solidariedade e respeito para com Chávez, quem é um grande amigo da Argentina”, disse Kirchner à imprensa ao sair do Hotel Nacional de Cuba rumo ao aeroporto.
Por meio de sua conta Twitter @CFKArgentina a mandatária informou que deixou alguns obséquios a Chávez.
“Alem da Bíblia deixei a imagen da Virgem de Luján e a de São Benedito, de parte de alguém que ele quer muito, na Argentina”, anunciou em seu Twitter
“Porém, quero sim agradecer ao Comandante Fidel Castro e a sua familia o almoço que me ofereceram ontem, muito íntimo, em sua casa. Também agradeço ao presidente de Cuba, Raúl Castro, pelo afeto e carinho com que fui tratada”, acrescentou a presidenta argentina.
Fonte: Patria Grande

Debate aponta desafios para Conselhos de Comunicação




Com o objetivo de aprofundar e ampliar a discussão sobre o papel dos conselhos estaduais de comunicação, o Intervozes realizou nesta segunda (14/01) um bate-papo pela internet, com foco nas diversas propostas em andamento que incentivam a participação popular nas políticas de comunicação.

Entre os temas debatidos os convidados destacaram as funções que os conselhos podem desempenhar como a de auxiliar na construção da agenda local das políticas de comunicação (hoje centralizada no nível federal), na democratização da distribuição das verbas publicitárias governamentais, na reflexão sobre políticas de comunicação e na construção de programas de inclusão digital, além de fiscalizar as emissoras públicas e privadas no cumprimento de seus deveres legais e a reflexão cotidiana sobre a comunicação (produzindo levantamento de informações, seminários e audiências públicas etc.).

Os diferentes processos e experiências estaduais foram relatados e discutidos por Pedro Caribé, um dos representantes da sociedade civil no Conselho Estadual de Comunicação Social da Bahia (CECS-BA), Claúdia Cardoso, diretora de Políticas Públicas de Comunicação do Governo do Rio Grande do Sul, além de Jackson Segundo, da coordenador de articulação social do Governo do Distrito Federal e Jonas Valente, do Sindicato dos Jornalistas do DF, uma das entidades que articularam a proposta de conselho em Brasília.

De acordo com Cláudia Cardoso, um grupo de trabalho está finalizando a formalização do projeto de lei de criação do conselho estadual gaúcho deve encaminhar até fevereiro o texto ao governador Tarso Genro. O projeto recebeu as contribuições da sociedade civil por meio de consulta pública. A representante do governo afirma que “não houve, porém, consenso sobre o regimento e a forma de eleição dos conselheiros, que deve ser elabora pela primeira gestão indicada pelo governador”.

“O Conselho pode auxiliar  na formulação de políticas para comunicação digital e internet banda larga e pode ajudar a fortalecer os meios de comunicação públicos”, defendeu Jackson Segundo. Segundo o representante do governo do Distrito Federal, o órgão pode servir também como canal direto da sociedade civil para encaminhar suas demandas. “O cidadão pode acionar o conselho no momento em que ele achar conveniente”, disse.

Jonas Valente anunciou que a sociedade civil se reuniu para discutir o andamento do processo de implementação do conselho do Distrito Federal e deve entrar com um pedido de prorrogação do prazo da consulta pública. Além disso, defendeu que as atribuições do órgão deveriam ser mais amplas do que as já previstas na Constituição do Distrito Federal. Segundo ele, “ defendemos que a lei orgânica deve ser respeitada. Nossa interpretação é de que o conselho de comunicação deve cumprir a função de órgão de assessoramento, mas não deve se restringir a isso, pois não há esse tipo de restrições na lei”.

Para Pedro Caribé, o CECS-BA - único conselho estadual em funcionamento - ainda sofre de várias deficiências de estrutura e metodologia e até agora efetivou pouca coisa, no ano passado apenas aprovou seu regimento interno e o orçamento 2012/2013. O conselheiro defende que o órgão poderia desempenhar um papel importante de forma complementar e horizontal às ações federais, como de fiscalização e de implementação da universalização da banda larga, por exemplo. Todavia, não se restringem a essas suas funções. “Tratando da questão da verba pública aplicada em publicidade podemos desenvolver políticas para fomentar a diversidade e não entrar na lógica da tiragem e da audiência”.

Entenda:

Com a redemocratização do país, a Constituição de 1988, previu a criação de um Conselho de Comunicação Social que funcionaria em nível federal, mas que só foi colocado em funcionamento em 2002. No mesmo sentido, algumas constituições estaduais prevêem a implementação de conselhos de comunicação. Apesar disto, somente em um período recente, impulsionados também pela mobilização que resultou na I Conferência Nacional de Comunicação, essas propostas passaram a sair do papel. O Conselho Estadual de Comunicação Social da Bahia surge neste momento, criado em maio de 2011 (e empossado apenas em 10 de janeiro de 2012), vinte e dois anos depois de ter sido incorporado à constituição baiana. No Rio Grande do Sul e Distrito Federal, o processo encontra-se em andamento. No Ceará, aprovado na Assembléia Legislativa, proposta foi vetada pelo governador em 2010.

Confira a íntegra do debate: http://www.youtube.com/watch?v=BQOaBeEVNfE&feature=plcp

by Observatório do Direito à Comunicação

Rafael Correa em campanha envia saudações solidárias a Hugo Chávez


rafael e hugoO presidente equatoriano, Rafael Correa, enviou hoje uma saudação solidária, quanto ao humano e ao político, ao comandante Hugo Chávez Frías e ao povo venezuelano, no ato público pelo 6º aniversário da Revolução Cidadã. Diante de milhares de pessoas concentradas na Praça Vermelha da capital andina da província de Bolívar, Correa reiterou ao povo venezuelano que o “Equador está com vocês, com o Comandante, está com a Revolução Bolivariana”. Reiterou seu compromisso com “esta integração latino-americana, processo que levamos à frente com vigor e que permitiu aos irmãos da Pátria Grande retomar o belo sonho de unidade e soberania que Antonio José de Sucre, Simón Bolívar, José de San Martín e tantos outros forjaram”.
Em seu discurso de balanço desses 6 anos, o candidato à reeleição pelo Movimento Alianza PAIS recordou que esta Revolução tirou do Equador a base militar estrangeira de Manta e confirmou que jamais haverá outra porque assim o proíbe a Constituição de 2008.
“Somos sonhadores compatriotas, somos revolucionários, com capacidade crítica para afiançar este projeto de transformação radical, profundo e pacífico”, ressaltou Correa.
“Hoje iniciamos a caminhada da esperança por todos os rincões do Equador, para celebrar  vida, para encontrarmo-nos com a Pátria nos rostos dos descapacitados, dos trabalhadores nunca mais explorados, camponeses, aposentados, donas de casa, jovens, estudantes”, ressaltou.
“Temos de defender o que já se conquistou, temos de sustentaer as mudanças, esta é tua Revolução e não pode ter marcha à ré”, enfatizou Correa depois de conclamar estarem todos alertas contra as manobras daqueles que querem fazer o país voltar a um passado que pediu não esquecer para comparar.
“Este é um vendabval de sonhos, este é o momento e o lugar para nos darmos as mãos, para unir forças, para radicalizar, reforçar a unidade a fim de consolidar o novo amanhecer que vive Equador”, concluiu Correa que estava de membros de seu governo e de candidatos à Assembleia Nacional.

by  INTERNACIONALNOTÍCIAS

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