12/01/2013

Bispo chileno afirma que Bíblia autoriza matar cachorros de rua






"Está em Gênesis: podemos nos desfazer
dos problemas criados pela natureza"
O bispo chileno Bernardo Bastres (foto) sugeriu que o problema do excesso de cachorros de rua pode ser resolvido com o extermínio deles.

“Deus criou todas as coisas e as colocou à disposição do ser humano, esse é um princípio do Gênese, tudo está ao nosso serviço, e, portanto, também podemos nos desfazer problemas criados pela natureza”, escreveu ele em um artigo que foi publicado no jornal regional Hoy Por Hoy.

O bispo é de Punta Arenas, capital da província de Magallanes, no extremo sul do Chile. A cidade tem cerca de 12 mil cachorros, contra a média de 5,5 mil das demais províncias. Trata-se de “uma praga”, disse o bispo.



No artigo, Bastres informou que no sábado, dia 5, um homem de 73 anos tinha sido atacado por seis cachorros ao sair da igreja e que isso pode ocorrer de novo.

Ele argumentou que algumas cidades europeias têm autonomia para matar os cachorros de ruas quando se tornam um incômodo para a sociedade.

by paulopes.com.br

Vou à praia. Me despeço com este recado, que resume tudo que nós, seres pensantes e ativistas desejamos dizer. Namastê by Deise


Estudante gaúcha vê correção da redação do Enem, diz Justiça





Após ter recurso indeferido, Inep cumpriu decisão judicial nesta quinta-feira.
Notas da redação do exame têm sido questionadas judicialmente

Uma estudante gaúcha conseguiu ter acesso à correção da prova de redação do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem), informou nesta quinta-feira (10) a Justiça Federal do Rio Grande do Sul. A aluna havia obtido liminar na última sexta-feira (4) na 1ª Vara Federal dePorto Alegre.
Segundo a Justiça Federal, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo Enem, havia recorrido, mas teve o pedido de suspensão da liminar indeferido. A autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC) informou o cumprimento da decisão nesta quinta-feira.
A estudante gaúcha se junta a pelo menos outros dois candidatos que conseguiram, via judicial, ver a correção da prova escrita até a tarde de segunda-feira (07). A assessoria de imprensa do MEC foi procurada, mas ainda não informou o número total de alunos que já tiveram acesso à correção da prova em decorrência de decisões judiciais. 
Os detalhes da correção incluem as notas parciais e finais de cada um dos dois corretores que analisaram a prova, além de informar se ela passou por um terceiro corretor – caso a diferença na nota final tenha sido superior a 200 pontos – ou se chegou até a banca examinadora, último recurso administrativo previsto no edital do exame.
Entenda a polêmica em torno da redação do Enem
Desde a divulgação das notas do Enem, usadas como critério de seleção para a admissão em universidades, no dia 28 de dezembro de 2012, o acesso à correção da prova de redação tem sido questionado judicialmente por candidatos que sentiram prejudicados pela correção.
No dia 3 de janeiro, a Justiça Federal no Ceará determinou que o Inep deveria antecipar para todos os candidatos do país o espelho da correção previsto para divulgação apenas em 6 de fevereiro. A Justiça fixou prazo de 48 horas para o cumprimento da decisão e determinou multa diária de R$ 10 mil para o caso de descumprimento.
O MEC apresentou recurso da decisão no dia 4. No dia seguinte, o presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região acolheu o recurso. Ele baseou sua decisão no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado anteriormente pela Subprocuradoria Geral da República, pela União e pelo Inep, determinando que, a partir de 2012, os candidatos teriam acesso à correção da redação apenas para fins pedagógicos, sem possibilidade de pedir revisão da nota. 
Na quinta-feira (9), uma estudante de Bagé entrou com ação pedindo vista da prova de redação do Enem na Justiça Federal do Rio Grande do Sul e obteve decisão favorável. A diferença dessa para outras decisões, porém, foi que o juiz que concedeu a liminardeterminou também a suspensão do prazo de inscrição e a divulgação dos resultados do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) em todo o país.
Como em outras liminares, o MEC recorreu e conseguiu derrubar parcialmente a decisão nesta quinta-feira no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, embora o relator tenha mantido a determinação para que o Inep dê vistas da prova a autora da ação. Entretanto, um outro estudante de Bagé obteve liminar idêntica nesta quinta-feira, concedida pelo mesmo juiz, o que, na teoria, mantém os prazos do Sisu suspensos. O novo caso será julgado nesta sexta-feira (11).
by G1

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