12/01/2013

Passageiros do Metrô de São Paulo enfrentaram instantes de pânico na manhã de ontem, durante um tumulto no túnel...


MP investiga túnel do Metrô, após 11 feridos em tumulto

Passageiros do Metrô de São Paulo enfrentaram instantes de pânico na manhã de ontem, durante um tumulto no túnel de integração entre as Estações Consolação e Paulista, ambas lotadas. Na confusão, pessoas acabaram pisoteadas: 11 usuários precisaram ser levados para prontos-socorros da região, com ferimentos leves. O episódio levou o Ministério Público Estadual (MPE) a abrir inquérito para investigar a segurança da passagem subterrânea, aberta em 2010.

As versões divergem sobre o que provocou a correria, por volta das 7h45. A estrutura integra as Linhas 2-Verde e 4-Amarela.

Alguns relatos indicam que uma pessoa gritou que outra estava armada, alarmando os passageiros. Outros dizem que uma idosa caiu em uma das esteiras rolantes do corredor, que tem 195 metros de extensão e somente 8 de largura, causando alvoroço no local. A veracidade dessas hipóteses não foi confirmada.

A assistente financeira Mariana Bianchini, de 24 anos, testemunhou o corre-corre. Ela conta ter ouvido alguém gritar, sem, no entanto, identificar o que foi dito. "Nessa hora, todo mundo começou a correr na minha direção, a voltar para a Estação Paulista." Ela diz ter se machucado ao trombar com uma das catracas situadas no corredor. "Algumas pessoas começaram a passar mal. Vi mulheres chorando."

Um dos que se desequilibraram foi o técnico em informática Jonatan Ramos, de 25 anos. Ele foi pisoteado, o que levou uma ferida a se abrir no rosto. "Sangrei e minha mochila sumiu."

O excesso de passageiros no túnel apertado é uma realidade diária, nos horários de pico. A publicitária Flávia de Alencastre Hernandez, de 22 anos, trabalha na área, mas tenta não passar por ali. "O caminho é separado por faixas e é muito lotado. As pessoas pisam no pé, empurram."

Com o objetivo de apurar o funcionamento desse túnel - por onde circulavam 98 mil pessoas por dia no fim de 2011, em média -, o promotor de Habitação e Urbanismo Maurício Ribeiro Lopes instaurou um inquérito ontem. "Estou convocando a direção do Metrô e da ViaQuatro (responsável pela Linha 4-Amarela) para prestar esclarecimentos sobre essa ocorrência. Também vou determinar uma perícia quanto à capacidade de suporte dessas instalações."

O Metrô divulgou quantos passageiros usam túnel hoje em dia. A empresa, do governo do Estado, também não disse se ainda estuda criar, como no passado, alternativa ao corredor, com mais saídas para a Av. Paulista.

by Estadão

Morre aposentado atacado por abelhas


Morreu ontem o aposentado Antônio Monteiro, de 92 anos, que foi picado por mais de mil abelhas no início da semana em Bebedouro, no interior de São Paulo. O ataque ocorreu na Avenida da Justiça. O enxame estava em um poste de iluminação pública na frente de um terreno onde um trator fazia a limpeza. Bombeiros que socorreram a vítima acreditam que o barulho do veículo tenha agitado os insetos. Duas pessoas que tentaram ajudar o idoso também foram picadas, mas acabaram liberadas após serem medicadas.

O ataque

Aposentado caminhava pela rua quando foi surpreendido pelos insetos Um idoso de 92 anos sobreviveu a um ataque de abelhas nesta segunda-feira (7) no bairro Santo Antônio em Bebedouro (SP). Segundo o Corpo de Bombeiros, o aposentado levou cerca de mil picadas dos insetos e foi levado para o Hospital Municipal Júlia Pinto Caldeira, onde foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Segundo relato médico, a vítima levou aproximadamente mil picadas por todo o corpo.
by passeiaki.com

Estudo diz que metade da comida produzida no mundo acaba no lixo



São dois bilhões de toneladas de comida que vão para o lixo a cada ano. O suficiente para alimentar toda a população faminta do mundo.

Um estudo divulgado nesta quinta-feira (10) por engenheiros britânicos traz um número ao mesmo tempo assustador e triste, metade dos alimentos produzidos no mundo é jogada fora.
São dois bilhões de toneladas de comida que vão para o lixo a cada ano. O suficiente para alimentar toda a população faminta do mundo.
Nos países em desenvolvimento, o problema está na colheita, na estocagem dos alimentos e na falta de estrutura para transporte. A perda no plantio de arroz em regiões do Vietnã, por exemplo, pode chegar a 80%.
Já nos países ricos, grande parte do desperdício se dá porque o consumidor só quer pagar por alimentos de ótima aparência. 30% dos vegetais plantados no Reino Unido sequer são colhidos, porque não atenderiam ao gosto dos compradores, que exigem frutas e verduras visualmente perfeitas.
As promoções do tipo ‘compre um, leve dois’ também estimulam o desperdício. As pessoas compram mais do que precisam e muita comida acaba no lixo.
Robert Van Otterdijk, da Organização para a Agricultura, da ONU, disse que na Europa e nos Estados Unidos, o desperdício médio dos consumidores por ano é de cem quilos, dez vezes maior do que entre os consumidores dos países mais pobres.
Para a ONU, é preciso transferir tecnologia para os países em desenvolvimento reduzirem a perda na produção, além de conscientizar os consumidores dos países ricos. Estimular comportamentos como o de uma organização não-governamental de Nova Iorque.
Lá são distribuídos dois milhões de refeições por ano.  A maior parte é de doações de restaurantes, supermercados e feiras, comida com prazo de validade quase vencido ou que não atende às exigências dos consumidores.
O que alguns jogariam fora diariamente vira o sustento de milhares de pessoas
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by G1

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