segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Não foi noticiado nos jornais nem na TV

Transcrevo, infelizmente com grande atraso, correspondencia chegada do Paraná com uma notícia que nos consternou. A morte do escritor Yves Hublat. 
É muito triste saber da morte de um amigo tão especial. A informação é que Hublat , de 72 anos, faleceu no dia 26.07.2010 . Mas o pior é saber que, segundo relato do seu editor Airo Zamoner, ele morreu em circunstancias estranhas em um presídio de Brasilia.
O Brasil tomou conhecimento de Hublat em 2005 , quando atacou a golpes de bengala, o então deputado José Dirceu (PT) que estava sendo processado por liderar o escandalo do mensalão, chamando-o publicamente de corrupto e mal caráter. 
Hublat estava no exterior mas teve que voltar a Curitiba para tratar de assuntos particulares, e depois passou por Brasilia, antes de retornar ao exterior.
Segundo seu editor, assim que desceu do avião, Yves foi preso de imediato , algemado e levado incomunicável a um presido federal. Lá “teria adoecido” e falecido.
“-Estava com câncer!” foi a informação simplória da administração do presídio.
Uma amiga do escritor em Curitiba, foi avisada por uma assistente social da morte do escritor.
E o pior. Seu corpo foi rapidamente cremado, mesmo sem qualquer autorização da família.
Seria para encobrir a real causa da morte de Yves? Mais uma morte misteriosa e insolúvel com outras (lembram-se do Celso Daniel)
Amigos de Curitiba pretendem desvendar tudo por via judicial, pois o governo federal nada informou.
Por enquanto fica a imagem do amigo Yves, fazendo o que muito brasileiros gostariam de poder fazer. Dar bengaladas nos políticos corruptos que infestam essa nação.
Yves , homem de coragem, adeus.!!!
De Curitiba , Naym Libos, 30 de julho de 2010
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Amigos reflitam sobre os acontecimentos. Vejam o que nos espera. E não esqueçam da escalada de Stalin. Foi exatamente igual no início. Depois Stalin e seus camaradas (versão russa dos companheiros) mataram 20 milhões de pessoas.
by - Portal Militar

Genoino: ‘Não vou para prisão de cabeça baixa’

À espera do veredicto do STF, o ex-presidente do PT José Genoino deixou impressionado um colega de partido que foi à casa dele para prestar solidariedade. O correligionário imaginara que encontraria um amigo abatido. Deu-se o oposto.


Ante a perspectiva de ser sentenciado à pena de prisão, Genoino disse ao companheiro: “Não vou para a cadeia de cabeça baixa.” Considera que, na hipótese de confirmação do pior cenário, será vítima de uma “punição injusta.”

Por quê? “Não corrompi ninguém e não enriqueci”, afirmou Genoino. A conversa ocorreu antes do cateterismo a que o ex-deputado submeteu-se há seis dias. O exame afastou o risco de uma receada cirurgia cardíaca.

Para desassossego do interlocutor, a suspeita de complicações coronanianas não havia apartado Genoíno do vício do fumo. Atravessou quase toda a conversa com o cigarro entre os dedos.

O julgamento do mensalão será retomado nesta segunda (24). O revisor Ricardo Lewandowski dará sequência à leitura do pedaço do seu voto que trata dos políticos e prepostos que receberam dinheiro das valerianas arcas.

Estima-se que Lewandowski concluirá o voto apenas na sessão de quarta (26), empurrando a manifestação dos demais ministros para quinta (27). Vencida essa etapa, o Supremo se debruçará sobre a segunda ‘fatia’ desse capítulo do processo.

Envolve Genoino, José Dirceu e Delúbio Soares. São acusados de corrupção ativa. Pesa contra os três também a acusação de formação de quadrilha. Mas essa imputação só será julgada noutro capítulo.

No caso de Genoino, a defesa suspenta que ele não respondia pelas finanças do PT na época em que presidia a legenda. Cuidava de política, não de dinheiro. Nessa versão, o caixa era da responsabilidade do então tesoureiro Delúbio. Porém…

Genoino assinou como avalista um dos empréstimos do Banco Rural que o STF já tachou de “fictício”. Sustenta-se na peça acusatória da Procuradoria da República que ele tinha plena ciência da origem fraudulenta e do destino criminoso das verbas.

Ex-guerrilheiro do PCdoB no Araguaia, Genoino foi preso em abril de 1972. Sob a ditadura militar, puxou cinco anos de cana. Orgulha-se desse pedaço de sua biografia. Confirmando-se o revés no STF, pode retornar ao cárcere por motivos menos ideológicos e nada dignificantes.

by - Josias de Souza

Aqui é tudo alegria: quem ganha 291 reais por mês virou classe média

Se o caro leitor não puder almoçar seu arroz com feijão, salada, bife e sobremesa, resolva o problema com uma folha de alface, duas ervilhas e um grão de milho. Pode não ser satisfatório, mas o caro leitor não deixou de almoçar.

Se o caro leitor ganha muito pouco e está abaixo da linha da pobreza, resolva o problema com as estatísticas do governo federal: de acordo com a Secretaria de Assuntos Estratégicos da presidente Dilma Rousseff, quem ganha mais de 291 reais por mês integra a classe média.

Assim foi possível fazer com que 35 milhões de brasileiros se alçassem à classe média nos dez anos de governo petista.

É simples assim: uma pessoa não precisa ganhar mais de dez reais por dia para entrar na classe média. Um casal que ganhe, em conjunto, 582 reais por mês será também de classe média.

Pronto: no Brasil, só é pobre quem quer.

Mas há limites para ser de classe média. Quem ganhar a partir de 1.019,10 reais por mês será de classe alta. A história de achar que classe alta é coisa para Eike Batista está errada: neste país em que se plantando tudo dá (especialmente notícias), até professor, mesmo ganhando o que ganha, pertence à classe alta.

O pessoal que tem recursos para comprar deputado mensaleiro, dar carona de jatinho a quem toma decisões sobre concorrências, fotografar a esposa usando sapatos de sola vermelha, esse nem chega a ter classificação.

Político corrupto, dos que trocam apoios por Ministérios, está tão alto que a verdade se restabelece sozinha: este não tem classe, nem categoria.

A classe média (de verdade) paga a conta.
by - Carlos Brickmann

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