sexta-feira, 18 de maio de 2012
Perto das 17h, recebi uma uma ligação de Florianópolis, do numero 48 3259611. A pessoa se identificou como Dra. Adriana da Corregedoria de Policia Civil. Depois de desligado, confirmei o numero e realmente é da Fundação de Melhoria da Policia Civil, com endereço à Rua Bento Gonçalves, 193. Seu objetivo: marcar uma hora para que eu fosse falar de um Termo dado a 24 a. Promotoria da Capital, que investiga crimes Policiais em dezembo de 2010. Bem, o caso não seria bizarro, se o crime do primeiro policial não tivesse me direcionado para a Máfia atuando no DETRAN/CIRETRAN de Florianópolis e São José, conforme já amplamente postado e comprovado aqui neste blog. A suposta policial (como saber no momento da ligação se era mesmo policial? Meu fone comercial está na foto inicial de meu blog), queria saber meu endereço. Disse a ela para encaminhar para a DP, da cidade onde me encontro, e que eu responderia aqui. No entanto, deixei claros meus questionamentos muitos mais graves. Assuntos atuais que estou a ver navios. Por exemplo: quando receberei resposta de meu requerimento protocolado em 27 de janeiro passado? O Crime do policial que eles querem se apegar, é pirulito, perto dos envolvidos no DETRAN. Para quem ainda NÃO sabe: Agentes Policiais do DETRAN regulamentam documentos de carros recolhidos ao SINASC.Minha noticia crime foi aceita pelo MP , através da Coordenadoria de Promotores da comarca da Capital. E se encontra hoje, deitado em berço esplendido, novamente em alguma gaveta da 24ª Promotoria , responsável por crimes policiais.V.Sa, numa sexta feira à 16h tarde, 18 meses após os fatos, quando tudo já está resolvido, quer que eu, QUE FIZ TODO O TRABALHO DA POLICIA e do JUDICIARIO, sem receber um centavo, continue a fazer o trabalho de vocês? V.Sa. Acredita realmente ter o direito e poder, quando o assunto já saiu do estado de SC e está em Brasília, quando já está na mão do Judiciário, poder me ligar (já falamos anteriormente lembra? Lembrei-me de V.Sa. Um dia de manha ao fone, depois de mais de dois meses) e me dizer ter poderes para me fazer falar do que não quero? Em nome de procedimento administrativo, que segundo V.Sa., aberto por vocês 18 meses depois? Fale serio Dra. Respeito é bom e todo mundo gosta. V.sa não tem o direito de ligar para meu celular, numa sexta feira, dizendo que precisa que eu vá depor sobre algo que não tenho nada a ver (os criminosos são seus colegas não meus) e achar que vou estar a diposição da policia porque Alguem determinou isso. V.Sa. não acredita nisso não é? Ou a V.sa está me tirando, ou realmente SC está muito mal de corregedores. E um órgão que precisa de correição, não pode acreditar ser corregedor.Eu Dra. Não tenho que nada. Já trabalhei que chega ao lugar de vocês, buscando minhas defesas. O que eu tinha para dizer já disse, já depus, já informei, já escrevi e já assinei. Está tudo no blog. E no Judiciário. E em todos os órgãos corregedores de SC que possui envolvido. E em Brasília em nível de correição Federal. Até agora, não tenho do que me queixar. Se V.Sa. Precisa ouvir novamente que o policial NÃO FEZ O BO, estou dizendo de novo o que disse no depoimento à Promotora Katia Dal Pizzol, em dezembro de 2010 e que nada fez em relação a isso. Nada mais, além disso, sei. Se a V.sa deseja saber mais de SEU COLEGA, vá a Sra., procurar. Já encaminhei esta ligação para o Conselho Nacional de Policia, uma vez que o assunto sobre o DETRAN já está com eles.Não tenho amigos policiais, nem não policiais. Não fale comigo como se eu fosse subalterna, criminosa, detento, sua amiga, ou seu parente. Aja de acordo com as formalidades e protocolos. Registre. Do mesmo lugar onde conseguiu meu fone, tem meu email A corregedoria de policia tem. O corregedor tem endereço, telefone e email.Não marco horinhas com ninguém; Não tenho saco para ouvir discursos sem noção. Como lhe disse moro na Ilha do Mel. Se eu estiver aqui quando a intimação chegar, com certeza comparecerei. Se chegarem perto de mim, aqui ou na Ilha, com certeza estarei esperando. Caso a V.Sa. seja mesmo da Policia Civil, corregedora como disse, encaminhe, por favor, um contato para meu email. E com certeza farei o que for de minha obrigação: comparecer à DP para reintegrar o que já está escrito desde 2010.Se elucidado os crimes pelos agentes policiais do DETRAN/CIRETRAN, levará a todos os envolvidos. Não sei em que esta informação REINTERADA poderá lhe trazer de avanços ou benefícios. E se chegou á esta corregedoria alguma conduta inadequada Dra., foi relacionado ao DETRAN. Se o policial de 2010 está envolvido ou não, não cabe a mim responder. E cá para nós, o crime que ele cometeu, é mumu se comparado o que uma cambada de bandidos legalizados, agentes policiais do DETRAN, praticou ao emitirem documentos falsos e liberam carros apreendidos no SINASC. Delegados e policiais estão envolvidos. A corregedoria inteira sabe o MP, o magistrado, agora como disse, não somente no Estado. Mas fora dele. Digo e repito: Não traga problemas para mim que não me pertencem. As condutas inadequadas de policiais civis de Florianópolis é problema seu. Não meu. by Deise
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Hoje o sol não brilha no lugar onde me encontro. Gosto do acochego da casa, do cobertor. Da chuva e do friozinho. Sinto saudade da lareira, do cheiro da lenha, do barulhinho do fogo. Artigo trocado por ventiladores. O contraste entre as montanhas imponentes que troquei pela sedução das ondas do oceano. Sinto-me bem embora falte algo para que me sinta completa. Alguma parte da historia geral que nao deveria ser como foi. Nao quis eu ir adiante ou mudar o quadro. Raros sao os momentos em que a sensação de impotência se aplaca. Este é um deles. A espera se faz presente. E a necessidade vital de paciência se impõe. by Deise
Manuel Bandeira |
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Vou-me embora pra Pasárgada Lá sou amigo do rei Lá tenho a mulher que eu quero Na cama que escolherei Vou-me embora pra Pasárgada Vou-me embora pra Pasárgada Aqui eu não sou feliz Lá a existência é uma aventura De tal modo inconseqüente Que Joana a Louca de Espanha Rainha e falsa demente Vem a ser contraparente Da nora que nunca tive E como farei ginástica Andarei de bicicleta Montarei em burro brabo Subirei no pau-de-sebo Tomarei banhos de mar! E quando estiver cansado Deito na beira do rio Mando chamar a mãe-d'água Pra me contar as histórias Que no tempo de eu menino Rosa vinha me contar Vou-me embora pra Pasárgada Em Pasárgada tem tudo É outra civilização Tem um processo seguro De impedir a concepção Tem telefone automático Tem alcalóide à vontade Tem prostitutas bonitas Para a gente namorar E quando eu estiver mais triste Mas triste de não ter jeito Quando de noite me der Vontade de me matar — Lá sou amigo do rei — Terei a mulher que eu quero Na cama que escolherei Vou-me embora pra Pasárgada. Texto extraído do livro "Bandeira a Vida Inteira", Editora Alumbramento – Rio de Janeiro, 1986, pág. 90 Manuel Bandeira: sua vida e sua obra estão em "Biografias". |
terça-feira, 15 de maio de 2012
Lei de Acesso à informação entra em vigor nesta quarta-feira
Entra em vigor nesta quarta-feira, 16, a chamada Lei de Acesso
a Informações. Também conhecida como a Lei da Transparência, ela garante a todos
os brasileiros a consulta a documentos públicos e sigilosos da União, Estados,
do DF e dos municípios. Além de criar regras para a divulgação dos dados, a lei
também obriga a criação de uma Comissão Mista de de Reavaliação de Informações a
cada órgão público para a implementação da lei. A Constituição prevê que todos
têm direito a receber dos órgãos públicos informações do seu interesse
particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da
lei, sob pena de responsabilidade.
Sancionada em 18 de novembro de 2011, a lei 12.527 ainda
precisa de um decreto do governo federal para detalhar o seu funcionamento no
Executivo. Segundo a assessoria de imprensa da Presidência da República, a
regulamentação será publicada até a quarta-feira. Quando foi aprovada pelo
plenário do Senado Federal, no dia 25 de outubro de 2011, gerou polêmica a
questão dos documentos classificados como ultrassecretos. Pelo texto aprovado,
eles tiveram o prazo de sigilo reduzido de 30 para 25 anos, com a possibilidade
de uma única prorrogação.
Especialistas alertam que a demora na edição do decreto - seis
meses já se passaram desde a sanção da lei - pode gerar confusão e atrasos na
sua adoção. Por ser bastante ampla, a Lei de Acesso deixou sem solução diversas
especificidades a respeito de seu funcionamento, que dependem do novo documento
para serem regulamentadas.Há dúvidas, por exemplo, em relação à identificação do
cidadão na hora do registro do pedido. A lei fala apenas em 'identificação do
requerente', mas não se sabe ao certo se a pessoa terá que apresentar documento
e, caso sim, qual.
A própria elaboração do pedido ainda não está totalmente
equacionada, já que não há um site em que o cidadão possa fazê-lo. Até lá, as
pessoas terão de encontrar sozinhas e-mail, telefone ou endereço dos órgãos.
Neste último caso, para comparecer ao chamado Serviço de Informação ao Cidadão
(SIC) e fazer a pergunta no balcão./Com informações da Agência Senado.
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