domingo, 15 de abril de 2012

Morre o herdeiro do grupo Camargo Corrêa

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Morre o herdeiro do grupo Camargo CorrêaFoto: João Sal/Folhapress

O empresário Fernando de Arruda Botelho faleceu num acidente de ultraleve, ocorrido nesta tarde, na cidade de São Carlos; grupo é um dos maiores do País, com receitas superiores a R$ 10 bilhões

13 de Abril de 2012 às 17:22
247 – Faleceu, na tarde desta sexta-feira 13, o empresário Fernando de Arruda Botelho. Ele é um dos três donos do grupo Camargo Corrêa, um dos maiores do País, com receitas superiores a R$ 10 bilhões. Botelho se acidentou num acidente de ultraleve, na cidade de São Carlos, no interior paulista.
A Camargo Corrêa é a segunda maior empreiteira do País, atrás apenas do grupo Odebrecht. Tem também negócios em diversas áreas. Recentemente, o grupo adquiriu a cimenteira Cimpor. A Camargo também é dona da marca Havaianas e, na área de energia, toca as obras das usinas de Jirau e Belo Monte.
Recentemente, a empreiteira foi alvo de uma Operação da Polícia Federal, a Castelo de Areia, que acabou sendo invalidada pelo Superior Tribunal de Justiça. Botelho era casado com uma das três filhas do lendário Sebastião Camargo, fundador da construtora.
Leia abaixo nota divulgada pela assessoria de imprensa da Camargo Corrêa:
Uma aeronave particular em voo local na região da cidade de São Carlos com 02 ocupantes a bordo sofreu um acidente neste dia (13/04/2012). Estavam a bordo da aeronave Fernando de Arruda Botelho, acionista do Grupo Camargo Corrêa, e Sérgio Luiz Robattino, piloto da Morro Vermelho Taxi Aéreo.
Expressamos os mais sinceros sentimentos, trabalhando em conjunto com as Autoridades competentes. Faremos o possível para auxiliar no processo de investigação, bem como assistir as famílias dos ocupantes da aeronave.

Cineasta Paulo Cezar Saraceni morre no Rio aos 79 anos

by Terra

Saraceni é considerado um dos precursores do Cinema Novo brasileiro. Foto: Ricardo Stuckert/PR/Divulgação

                         Saraceni é considerado um dos precursores do Cinema Novo brasileiro
                                                Foto: Ricardo Stuckert/PR/Divulgação

 
O cineasta e roteirista Paulo Cezar Saraceni morreu neste sábado (14), aos 79 anos, no Hospital da Lagoa, na zona sul do Rio de Janeiro, vítima de disfunção múltipla dos órgãos. A informação foi divulgada pela Secretaria Estadual de Cultura do Rio de Janeiro.
Saraceni estava internado desde outubro do ano passado, por ter sofrido um acidente vascular cerebral (AVC). Seu corpo será velado neste domingo (15) na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, na zona sul do Rio.
Saraceni é considerado um dos precursores do Cinema Novo brasileiro, junto com Nelson Pereira dos Santos e Cacá Diegues. Em sua carreira, o cineasta recebeu prêmios como o melhor filme do Festival de Brasília, com A Casa Assassinada, de 1970, e o Prêmio Especial do Júri do Festival do Cinema Brasileiro em Miami, com O Viajante, de 1998.
Seu último trabalho foi o filme O Gerente, produzido no ano passado e baseado em um conto de Carlos Drummond de Andrade. Por meio da nota, a secretária de Cultura, Adriana Rattes, lamentou a morte de Saraceni ao dizer que "o cinema brasileiro perde um de seus artistas mais arrojados e provocadores, um pioneiro e um rebelde eternamente indomado".

Deic fará devassa em dados fiscais e telefônicos de suspeitos

 
 
Deic fará devassa em dados fiscais e telefônicos de suspeitos Divulgação/Polícia Civil
São apuradas suspeitas de fraude no contrato da SSP que deveria vender sucata para trituração Foto: Divulgação / Polícia Civil


Justiça abre sigilo de possíveis envolvidos em irregularidades no caso do ferro-velho


by Diogo Vargas *


Jogadas ao relento da imensidão do pátio da Secretaria de Segurança Pública (SSP), no Bairro Areias, em São José, na Grande Florianópolis, peças como motores de caminhões e automóveis saíram da tutela do Estado para protagonizar suspeitas de crimes, afastamento de autoridades públicas e investigações complexas sobre os envolvidos. Um desvio cujas ramificações a polícia buscará esclarecer com a quebra de sigilos autorizada pela Justiça.

Documentos, troca de e-mails, fotografias e depoimentos — associados ao clima de descontentamento político por trás — fazem parte do polêmico inquérito da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic). São apuradas suspeitas de fraude no contrato da SSP que deveria vender sucata para trituração, mas no qual acabaram sendo descobertos desvios de peças que seriam revendidas.

Uma tentativa de se aprofundar e descobrir até que ponto foram essas suspeitas será intensificada a partir de segunda-feira pela Deic. De acordo com o delegado Alexandre Carvalho de Oliveira, da divisão de furtos e roubos de veículos, a Justiça de São José autorizou a quebra, pedida pela Deic, de sigilos fiscais, bancários e telefônicos de sete suspeitos no caso.

A polícia ainda não recebeu as informações, mas poderá ter acesso aos dados confidenciais de servidores públicos e empresários nos próximos dias. Um dos objetivos é esclarecer a relação entre a Comissão de Leilões do Detran e empresa G-Truck, de Joinville, um dos destinos das peças que saíram irregularmente do complexo de São José e de Tijuquinhas.

A G-Truck é a dona do maior pátio em que ficam os veículos apreendidos em Joinville. Nos últimos anos, o local também sediou leilões de veículos feitos pelo Estado. Até quinta-feira, a comissão era presidida pelo tenente-coronel José Theodósio de Souza Júnior, afastado pelo secretário da SSP, César Grubba, por omissão na fiscalização do contrato da sucata. Além de Theodósio, outros quatro integrantes da comissão foram afastados e sofrerão processos administrativos. O DC não conseguiu localizá-los, nem pela assessoria de imprensa.

A G-Truck, de acordo com a Deic, apareceu de forma ainda não esclarecida no transporte das peças do complexo para Joinville. A Gerdau, quem venceu a licitação para a trituração das peças, disse à polícia em depoimento que contratou verbalmente o serviço.

A polícia ainda não sabe a dimensão da parceria entre Estado e G-Truck. O DC procurou na sexta-feira o dono da empresa, Sidney Martins, mas ele não foi encontrado por telefone. Em manifestações na semana passada, Sidney disse que tinha nota fiscal, que os motores estariam velhos e não poderiam mais ser comercializados. Por isso, os devolveria ao Estado.

Além dos dados dos investigados, a Deic vai ouvir o próprio secretário Grubba e o seu secretário-adjunto, coronel Fernando de Menezes. Ele prestarão depoimento como testemunhas em data ainda não definida.

                                                                                                                  * Colaborou Gabriela Rovai

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