domingo, 4 de dezembro de 2011

Michael Jackson e Justin Bieber: Tem comparação ?

by Léo Queiroz
mj0justin
Michael Jackson, 2 dias antes de morrer,
e Justin Bieber , em Outubro de 2011.
Há cerca de  1000 dias, Michael Jackson estava vivo e queria merecidamente voltar ao topo da música. Era 2009, e Michael lutava incessantemente com a insônia e com suas limitações da idade para ensaiar pra sua prometida ultima turnê em vida, This is it. Mas o dia fatídico e trágico pra música, ocorreu na manhã de 25 de junho de 2009.
Apos não conseguir dormir, o seu médico pessoal Dr. Conrad Murray, aplica por via ointravenosa uma excessiva quantidade de anestesia (Propofol) mesclada com vários medicamentos contra insônia, acarretando numa parada respiratória e consequente cárdia. O despreparo e o desleixo do médico no socorro provocou sua triste morte.
Em sua turnê que não chegou a estrear, Michael vendeu os incríveis e estratosféricos 800 mil ingressos só no Reino Unido em 5 horas, nunca e até hoje, se fez isso em uma arena, restando ainda 264 mil pessoas a espera do ingresso. Sem contar o resto do mundo que o esperava ansiosamente. É totalmente infeliz compara-ló á outro artista, ele foi simplesmente o maior e o melhor de toda a história. E sem exagero chamo-o de Rei da Música.
É bom deixar claro que quanto ao seu envolvimento com crianças, nada se pode declarar pois nunca houve provas, ele sempre amou as crianças e sempre se dedicou ao mundo. "Michael Jackson é o artista que mais contribuiu para obras de caridade na história" segundo os registro do Guiness Book. O primeiro caso de pedofilia foi com o garoto Jordan Chandler que apos a morte do astro, afirmou ter mentido por ordem do pai, Jordan Chandler, que suicidou-se meses apos (seria remorso?).
Mas hoje, infelizmente, á pessoas que insistem em compara-ló a novos pop star’s que não tem um milésimo de seu talento. Como por exemplo, o garoto prodígio Justin Bieber. É inimaginável o absurdo dizer que o Justin é ou será um dia maior que Michael Jackson. A contribuição de Michael é totalmente inegável á musica, recordes e mais recordes imbatíveis perpetuaram seu nome até dos tempos e Bieber não fez nada além do que se acha incrível na imaginação de seus fãs.
No twitter vários de fãs ingênuos (a palavra mais educada que achei) de Justin Bieber, afirmam aos ventos que Justin é maior, pois “lotou” o Madison Square Garden em menos tempo que Michael Jackson.
Veja como é falsa essa afirmação: No dia 3 de março de 1988, Michael Jackson realizou um concerto privado na mesma arena em Nova Iorque, 19 mil pessoas comparecem ao local, o astro de thriller doou 100% da arrecadação para a caridade United Negro College Fund. Em 2001, comemorando 30 anos de carreira ele volta ao ginásio que é lotado (quase 50 mil lugares) em apenas 5 horas (atentando que nesta época não existia vendas pela internet e os preços eram caríssimos chegando ao melhor lugar ser a bagatela de 5 mil dólares), dias depois bate recorde de 25.7 milhões de telespectadores americanos com a exibição pela CBS.
Já o “grande” Justin Bieber com a ajuda internet vendeu os limitados 22 mil ingressos em 22 minutos, um recorde, mas nada comparado com as apresentações do Rei da Música. Justin Bieber pode ser uma sensação no YouTube ou rede social. Mas sua carreira não teve sequer 1% do impacto que tinha na época o grande Rei do Pop, Michael Jackson. Entendeu fãs do Justin Bieber?.
Vocês, como todos, devem ser respeitados, mas o mereçam, ok?!.

O PiG e a corrupção em SP: não vi, não quero ver, tenho ódio …

by Conversa Afiada 



O Conversa Afiada reproduz email de amigo navegante:
Prezado Paulo Henrique Amorim – Conversa Afiada

Assunto: o PiG e a corrupção em São Paulo

Segue ótimo artigo do Ricardo Kotscho sobre o denuncismo seletivo do PIG contra o governo federal.

Em relação à corrupção em São Paulo, o PIG – Partido da Imprensa Golpista (Folha, Estadão, rede Globo, Veja), parece adotar a postura: ” não sei, não quero saber e tenho ódio de quem sabe.”

Por que será, hein ?

Abraço

Donizeti – SP

Quem faz as denúncias?


[Ricardo Kotscho é jornalista]

Com os malfeitos municipais (licitação do Controlar) e estaduais (contratos do Metrô) tomando nas últimas semanas [em São Paulo] o lugar dos casos federais que dominaram o noticiário durante todo o ano, deu para notar uma importante diferença na origem das denúncias.


No plano federal, quem toma a iniciativa das investigações, das denúncias e, às vezes, até dos julgamentos de ministros, é a imprensa, quer dizer, os principais veículos de comunicação do país, com interesses econômicos contrariados ou com medo do fantasma do “controle social da mídia”.


A Polícia Federal, o Ministério Público e a Justiça vão a reboque do clamor da imprensa e dos partidos de oposição, tomando providências em função do noticiário e da opinião publicada (não confundir com opinião pública).


Já em São Paulo dá-se exatamente o contrário. Tanto no plano municipal como no estadual, quem investiga, denuncia e julga são os órgãos competentes e é a imprensa que vai a reboque dos fatos, limitando-se a registrar o resultado das investigações policiais e dos inquéritos do Ministério Público.


Donos e prepostos


O denuncismo seletivo e o tratamento diferenciado, oferecido principalmente pelos jornalões paulistas, acaba se refletindo também nas revistas semanais e nos telejornais de maior audiência, que só costumam repercutir e amplificar as denúncias contra o governo federal.


É verdade que a Folha de S.Paulo foi quem levantou a lebre do contrato das obras de um trecho da Linha 5 do Metrô, ao provar que os vencedores da concorrência já eram conhecidos seis meses antes. Depois disso, porém, ninguém mais foi atrás do assunto, até que a Justiça determinasse a suspensão das obras e o afastamento do presidente do Metrô, que já voltou ao cargo.


No caso do estranhíssimo contrato da Prefeitura com o Consórcio Controlar (das empreiteiras Camargo Correa e Serveng) para inspeção de veículos, assinado em 2007 por Gilberto Kassab, dez anos depois da licitação feita ainda nos tempos de Paulo Maluf, a imprensa só se interessou pelo assunto depois que o Ministério Público terminou suas investigações e a Justiça tomou providências, decretando o bloqueio dos bens do prefeito.


O destaque dado no noticiário às denúncias contra ministros, que já levaram à demissão de cinco deles, é desproporcional aos valores e à natureza dos ditos malfeitos, se comparados aos prejuízos causados aos cofres públicos pelo Metrô (em torno de R$ 300 milhões nos cálculos do Ministério Público) e pela Controlar (os promotores calcularam o valor da ação em R$ 1 bilhão).


Não se trata de mensurar a corrupção, mas de questionar o tratamento desproporcional dado pela grande imprensa a casos de igual gravidade no governo federal, no estadual e no municipal.


Só os donos da mídia e seus prepostos não estão se dando conta de que, com a internet, não dá mais para ter este tipo de comportamento sem que todo mundo perceba. É isso que explica a crescente perda de freguesia e de credibilidade da velha mídia.



          Abaixo postei os  comentários relativos à materia.

o que é Infecção generalizada?


Sinônimos: sepse, choque séptico
Sepse é uma síndrome clínica decorrente de complicações de infecções graves sendo caracterizada por uma resposta infamatória sistêmica e lesão tecidual difusa. Está associada a uma desregulação da resposta in?amatória normal, com liberação maciça e descontrolada de mediadores infamatórios, criando uma cadeia de eventos que levam à lesão tecidual.

Infecção provocada por bactéria
 Infecção provocada por bactéria
Causas
Normalmente a sepse é causada por uma infecção bacteriana, mas também pode ser causada por outros microorganismos como vírus e fungos. Esta síndrome é considerada grave quando associada à disfunção orgânica, hipoperfusão (manifesta-se como acidose lática, oligúria, alteração do estado mental) ou hipotensão (pressão arterial sistólica inferior a 90 mmHg ou uma queda de 40mmHg ou mais).
No Brasil, estudo publicado em 2004 demonstrou que 61,4% dos pacientes internados em unidades de tratamento intensivo desenvolveram sepse, e 35,6% desenvolveram sepse grave. Em 2005, segundo dados do DATASUS, ocorreram 54.365 internações para tratamento de sepse no SUS, representando aproximadamente 0,5% do total de internações no SUS, sendo que 38,02% destes pacientes vieram a óbito.

Complicações possíveis

Caso o paciente não responda ao tratamento, ele pode evoluir para um choque séptico, que é deinido pela presença de hipotensão refratária à ressuscitação volêmica combinada com sinais de hipoperfusão.
A morte associada à sepse advém de disfunção orgânica aguda ou falência de múltiplos órgãos devido a infecções secundárias ou complicações decorrentes da doença de base.

Diagnóstico de Infecção generalizada

Para avaliar a gravidade da sepse e estimar a probabilidade de algumas complicações e desfechos para grupos de pacientes, o questionário mais utilizado é o APACHE II (AAcute cute Physiology, Age and Chronic Health Evaluation), no qual, a partir da pontuação obtida, estima-se a probabilidade de morte do paciente.
Embora a prevalência de sepse venha aumentando nos últimos anos, a mortalidade a ela associada vem diminuindo. O prognóstico é também dependente da gravidade do quadro clínico, com mortalidades de 7% para síndrome in?amatória de resposta sistêmica, 16% para sepse, 20% para sepse grave e 46% para choque séptico.

Tratamento de Infecção generalizada

De maneira geral, não há tratamento especí?co para a sepse. Seu manejo envolve o tratamento da infecção subjacente com antimicrobianos e drenagem cirúrgica, além de edidas de suporte, de acordo com as manifestações apresentadas pelos pacientes.
A escolha apropriada do agente antimicrobiano é de fundamental importância, pois o uso não criterioso está associado a um aumento de mortalidade de 10 a 15% Inicialmente, utiliza-se um antibiótico de amplo espectro até a determinação do agente causador da infecção e do tecido atingido, o que possibilita a administração de um antibiótico mais especí?co.
O tratamento de suporte depende do estado e dos sintomas do paciente, e pode incluir reposição volêmica, uso de esteróides, vasopressores, suporte renal e respiratório, uma vez que a sepse gera sobrecarga nos pulmões, freqüentemente evoluindo para taquipnéia e hipóxia. Cerca de 85% dos pacientes necessitam de algum suporte ventilatório, como intubação e ventilação mecânica.

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