domingo, 6 de novembro de 2011

É o máximo. e chorei de tanto rir. Porque imagino, nao só Fernando Jorge, inteligente, culto, historiador, lendo estas asneiras. E após escrevendo isso com uma raiva que muitas vezes eu sinto,. Gostaria de ouvi-lo. Ele é punk. by Deise

Sou um colecionador de frases cretinas
Fernando Jorge

Eu coleciono as frases imbecis das pessoas mais famosas do Brasil. Já tenho centenas dessas frases e pretendo publicar um livro, ao qual darei este titulo:
Dicionário das frases cretinas dos brasileiros celebres.
Baseado em frias análises, cheguei à uma conclusão: o poder, diversas vezes, também emburrece, cretiniza. Foi a única explicação lógica que eu encontrei para compreender as frases idiotas de pessoas famosas, cujos nomes se acham em evidência nos jormais, nas revistas, nos programas das emissoras de televisão.
Há vários anos, aliás, as besteiras dessa gente frequentam os noticiários.
Após assumir a presidência da Republica em 15 de março de 1985, o maranhense José Sarney vomitou a seguinte asneira:
“Realmente, estamos importando alimentos, mas isso é ótimo, porque significa que quem não comia está comendo." Oh raciocínio genial!
Cérebro privilegiado, o do senhor José Sarney!
Ele merece, não há duvida, ser membro da estéril Academia Brasileira de Letras. Amigo leitor, curve a cabeça diante da robusta inteligência do singular poeta do livro Maribondos de fogo, obra onde a poesia foi assassinada por esses insetos chamejantes!
Ficaram célebres as frases cretinas do senhor Mário Amato, na época em que era presidente da FIESP. No mês de abril de 1989, por exemplo, ele fez este elogio à senhora Dorothéia Werneck, ministra do Trabalho do presidente Sarney:
-Ela é muito inteligente, apesar de ser mulher.
A frase é tão cretina, mas tão cretina, que dispensa qualquer comentário.
 E comentar o quê?
 Assim como uma rosa é apenas uma rosa, conforme dizia a Gertrude Stein, a m. é apenas uma m.
Mais tarde, em 21 de junho de 1992, justificando a sonegação de impostos como "a defesa da sociedade contra a elevada carga tributária”, o senhor Mário Amato garantiu:
-Sonegar impostos é proteger a sociedade brasileira. O crime compensa. Ninguém pode atirar a primeira pedra: somos todos corruptos
.
Estas frases imorais, insultuosas, cretinas, geraram o protesto indignado de 150 empresários gaúchos e do senhor Luíz Carlos Mandelli, presidente da Federação de Indústrias do Rio Grande do Sul. Vários gângsteres de Chicago e Nova York, inclusive o impiedoso Al Capone, enviaram do Inferno, onde cumprem as suas penas eternas, calorosos telegramas de aplauso ao senhor Mário Amato.
Três meses depois, em outubro de 1992, o Amato expeliu outra frase cretina:
-Quando a mocidade, que está despontando para a cidadania, sai para as ruas, isso me amedronta e apavora.".
Sentir medo da mocidade consciente, patriótica! Olhem aí o cúmulo do reacionarismo!
 Mário Amato deveria tremer, borrar as calças, se fosse o contrário. Se os jovens se acomodam diante do erro, do arbítrio, da corrupção, da patifaria, da injustiça, isto sim é condenável e maléfico. Viva pois a mocidade estuante, vibrante, apaixonada, a bela e generosa mocidade que sai das escolas, das universidades, e vai às ruas para reagir, protestar, combater a opressão, defender a democracia, lutar pela liberdade, a indômita e esplêndida mocidade de quente e rubro sangue novo! Ela é que é a verdadeira esperança de meu país, o seu futuro radioso!
Durante a campanha pelas eleições diretas, no ano de 1989, o doutor Paulo Salim Maluf deu este conselho em Belo Horizonte, na Faculdade de Ciências Médicas:
-O que fazer com um camarada que estuprou uma moça e matou?
 Tá bom, tá com vontade sexual, estupra, mas não mata.
Frases soberbas, notáveis!
 Eu soube que o presidente da Sociedade Brasileira de Estupradores convocou uma reunião extraordinária para os sócios desse grêmio poderem aplaudir de pé, entusiasticamente, o doutor Paulo Salim Maluf, defensor dessa nova e revolucionária prática sexual, chamada "Estupra, mas não mata".
 Convém dizer: o “Maniaco do Parque”, o Francisco de Assis Pereira, tentou acatar o conselho do doutor Maluf, porém ele não se dominava na hora "H" e acabou estuprando e matando dezenas de moças nas clareiras do Parque do Estado, uma das maiores áreas verdes da cidade de São Paulo. Francisco, menino mau, por que você não se limitou a estuprar as moças, seguindo o excelente conselho do doutor Maluf, por quê? Em 1995, o doutor Maluf confessou:
-Me orgulho muito dos povos árabes, mas sou de origem libanesa.
Ora, eu pergunto, e o Líbano não é um país árabe? É tão árabe que 75 por cento da sua população é muçulmana. Basta salientar: em 1945 o Líbano ingressou na Liga Árabe.
 Eis os nomes árabes de localidades do país dos cedros: Al Laban, Batrum, Bent Jbail, Dayr al Qamar, El Khiyam, Qurnat al-Hamrã, etc, etc.
Bem, e qual é a minha firme conclusão? A minha firme conclusão é simples: de fato o poder em nosso país muitas vezes burrifica, imbeciliza. Os miolos de certos fulanos que exercem o poder se desconjuntam e ficam soltos, boiando nas suas cabeças. Eles passam a ter os cérebros em compotas.
Devido a esta metamorfose, começam a defecar pela boca.

Japonesa Kirin paga US$1,4 bi por restante da Schincariol

Por James Topham
TÓQUIO (Reuters) - A cervejaria japonesa Kirin anunciou nesta sexta-feira que vai pagar 1,4 bilhão de dólares para comprar ações dos minoritários da brasileira Schincariol, consolidando o controle sobre a companhia na primeira expansão da empresa para o Brasil.
Um mercado doméstico altamente competitivo e em diminuição tem forçado a Kirin e a rival Asahi Group a buscarem crescimento de lucro no exterior, mas só tinham concluído pequenas transações em meio à falta de grandes alvos de aquisição.
O pagamento da Kirin envolve os restantes 49,54 por cento da Schincariol, segunda maior cervejaria e terceira maior produtora de refrigerantes do Brasil. A operação acontece depois da compra de participação de 50,45 por cento da empresa em agosto, por 2,6 bilhões de dólares.
Na véspera, uma fonte informou a Reuters que a Kirin havia acertado a compra da participação restante na Schincariol, com o valor da transação entre 2,2 bilhões e 2,3 bilhões de reais.
A Jadangil Participações, holding que detém os 49,54 por cento da Schincariol, tinha questionado a venda do controle da empresa para a Kirin na Justiça, mas a cervejaria japonesa afirmou que os dois lados resolveram o desentendimento.
A Kirin planeja colocar uma nova estrutura administrativa na Schincariol em janeiro de 2012 e espera consolidar os resultados financeiros da empresa brasileira no primeiro trimestre do próximo ano.
A Schincariol --dona das marcas Nova Schin, Devassa, Glacial, Baden Baden e Eisenbahn, além de refrigerantes, sucos e água-- teve lucro de 54 milhões de reais em 2010 e receita líquida de quase 2,9 bilhões de reais.
No Brasil, a companhia japonesa passará a fazer concorrência com a AmBev, que integra a maior cervejaria do mundo, o grupo Anheuser Busch InBev. A Schincariol encerrou 2010 com quase 12 por cento de participação no mercado brasileiro de cerveja.
O mercado de cerveja do Japão encolheu mais de 15 por cento em termos de volumes durante a última década, em meio a um envelhecimento da populaço e opção dos consumidores por bebidas alcoólicas mais baratas.

Cara sindicalista. Se a senhora sabia disso antes, deveria ter iro aos microfones igualmente antes e DENUNCIAR A FARSA DOS COLETES. Agora a Inês é morta. E a senhora logo se apropria de um microfone para colocar a sua igual ou superior responsabilidade na morte do profissional em cima da TV, que sem sombra de dúvida é responsavel. Mas o sikndicato existe para que, se não for para fazer o errado ficar certo???? A economia por parte das empresas em materiais indisapensaveis aos jornalistas nunca foi novidade, (há 20 anos faltava carro, motorista, fotografo, nunca ganhamos hora extra que eram revertidas em folga, quando a empresa tivesse disponibilidade), e o sindicato no meu tempo já era irresponsavel. Com o tempo somente piorou. Em nenhum momento tiro a responsabilidade da Bandeirantes. Mas se a sindicalista quisesse realmente evitar, teria falando ANTES. Como sempre neste pais de merda, os justos pagando pelos pecadores. A propósito, sabe me dizer como ficou o caso do Jornalista Vitor da Bandeirantes, que teve o GRAVADOR ARRANCADO da mão pelo senador Requião, mais conhecido como "Vaca Louca???? Isso é igualmente grave. Porque ofende e degrada toda uma categoria. Ah, sim, a sindicalista vai dizer que isso nao é de sua alçada... foi em Brasilia. Jornalista cara sindicalista, é Jornalista. Aqui ou na China. E sindicato é sindicato. E se antes faziam de conta que lutavam por algo, agora esta virando moda sindicalistas quererem aparecer, na hora da desgraça alheia. A fantasia de Papagaio nao lhe cabe bem. E não temos Piratas no BRasil. Temos sim, um bando de irresponsaveis. Se fosse meu parente, iniciaria processando o Sindicato e a Presidente como individuo. Conivencia e omissão é crime. E a senhora afirma que ja sabia da fraude dos coletes. Portanto a senhora é ainda mais (ir) responsável do que a TV. Eu nao detesto a mídia por acaso. Eis mais um exemplo do porque. Cale a Boca Jornalista, é bem o que desejo dizer á sindicalista. Deveria ter aberto esta bocona antes. Agora chore a morte de seu colega. E durma sossegada. Se achar uma forma de. Para a familia não tenho nada a dizer. Porque estou mais uma vez morta de vergonha. E quando sinto vergonha, não sei o que dizer. by Deise

Sindicato dos Jornalistas do Rio responsabiliza TV Bandeirantes pela morte de cinegrafista | Agência Brasil
  • Cristiane Ribeiro
  • Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro responsabilizou a TV Bandeirantes pela morte do repórter cinematográfico Gelson Domingos, de 46 anos, ocorrida hoje (06). Ele foi atingido no peito por um tiro de fuzil durante a cobertura de uma operação da Polícia Militar contra o tráfico de drogas na favela de Antares, em Santa Cruz, na zona oeste da cidade.
Gelson Domingos, que também trabalhava na TV Brasil, usava um colete à prova de balas, mas o projétil ultrapassou a proteção. Para a presidenta do sindicato, Suzana Blass, a morte do cinegrafista foi uma tragédia anunciada, porque os coletes fornecidos pelas empresas de comunicação não resistem a tiros de fuzil. Ela disse que o sindicato pode recorrer à Justiça para obrigar a Bandeirantes a amparar a família de Domingos.
'Isso [o colete] é uma maquiagem. Os coletes não oferecem segurança para o profissional porque não protegem contra os tiros de fuzil, a arma mais usada pelos bandidos e também pela polícia no Rio. E as emissoras só dão o colete porque a convenção coletiva de trabalho estabeleceu que o equipamento é obrigatório em coberturas de risco.'
Suzana Blass disse que o sindicato propôs às empresas de comunicação a criação de uma comissão de segurança para acompanhar a cobertura jornalística em situações de risco, mas que a proposta não foi aceita. 'Sabemos que as condições oferecidas são precárias, mas as empresas alegam que a comissão seria uma ingerência no trabalho delas e que iriam sugerir um outro formato, mas até agora nada ofereceram.'
'Também já pedimos que as empresas de comunicação façam um seguro diferenciado para as coberturas de risco, mas elas responderam que já protegem seus funcionários e classificaram a proposta do sindicato como uma interferência em seu trabalho', acrescentou Blass.
Outro problema, segundo ela, é que muitas empresas contratam operadores de câmera externa para exercer a função de repórter cinematográfico, porque os salários são menores, o que acarreta em prejuízos no resultado do trabalho.
Para Suzana Blass, além da falta de condições de trabalho, o profissional de comunicação convive diariamente com uma questão cultural, pois está sempre em busca da melhor imagem. 'Com isso, ele acaba aceitando o trabalho sem pensar no risco que vai correr, sem pensar na necessidade de se prevenir contra os acidentes e também para não ficar com fama de 'marrento' caso se recuse a cumprir a pauta.'
Pela TV Brasil, o cinegrafista Gelson Domingos e o repórter Paulo Garritano ganharam, no ano passado, menção honrosa na 32ª edição do Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, na categoria TV Documentário, com a série sobre pistolagem no Nordeste, exibida no programa Caminhos da Reportagem.
Edição: Andréa Quintiere
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