terça-feira, 30 de agosto de 2016

PORTO ALEGRE DO PASSADO É D+

GLAMOUROSA ÉPOCA DA RUA DA PRAIA

Galeria Chaves, Casa Coelho, Masson, Casa das Sedas, Sloper (meu primeiro emprego na loja de discos com a Cristina uma vendedora cult da época), Casa Lyra, os cinemas, varejo Bromberg, Confeitaria Princesa ( o melhor cachorro quente do mundo!) , pertinho do Instituto de Artes, a Casa Louro, bailes do Club do Comércio, glamourosos tempos que nunca mais voltarão.

NA DÉCADA DE 1970, A RUA DA PRAIA TINHA FLORES E ERA LIMPA

Porto Alegre, de 1976, na época do prefeito Guilherme Socias Vilella.
A publicação era para divulgação da gestão do prefeito e de empresas que patrocinaram.

O calçadão da rua dos Andradas (Rua da Praia) possuía grandes vasos com flores, e era relativamente bem organizada, limpa.


Outra foto do mesmo material mostra também o piso, sem remendos.



Os quiosques esféricos de bancas de revista e os ‘orelhões’ em acrílico, de certa forma modernos e ousados para a época, ficaram somente na lembrança…
Mais uma foto da mesma época, retirada da capa de um guia antigo da CRT.



Foto em preto e branco aparecendo bem os quiosques de jornais e revistas esféricos (retirada do livro Porto Alegre, a Cidade e Sua Formação, Clovis Silveira de Oliveira):


PORTO ALEGRE NOS ANOS 1970


5 POINT´S GASTRONÔMICOS QUE MARCARAM OS ANOS 1980


JOE’S

O comandante da Varig Omar Silveira da Cruz fazia a rota Rio-Nova York em um Boeing 707.
Na metrópole americana, espantava-se com a popularidade das lanchonetes que serviam hambúrguer e milk shake.
Botou na cabeça que ia montar uma igual em Porto Alegre.
Em sociedade com dois amigos, importou todo o maquinário dos Estados Unidos. Em 1960, na Rua Ramiro Barcelos, inaugurou o Joe’s.
Provocou uma revolução.
O Joe’s era a moda, o sucesso.
Todo mundo fazia uma boquinha antes de ir para as casas noturnas.
O fechamento do Joe’s ocorreu no dia 4 de junho de 2011.
Anunciado para as 20h, teve de ser puxado para as 15h, porque os fãs, saudosos por antecipação, consumiram tudo o que puderam até o começo da tarde. O último proprietário, Luís Filipe Veiga da Costa, 44 anos, ficou comovido:
— Muita gente foi tirar fotos, inclusive comigo. Diziam: “Tenho de tomar o último milk shake”.

RIB’S


Há gente que atravessa Porto Alegre de uma ponta à outra só por causa de um milk shake.
Só para saborear a bebida na lanchonete The Best Food do Boulevard Strip Center.
A razão é que lá, no fim da cidade, operaa máquina que, no passado, produziu o famoso milk shake do Rib’s.
O The Best Food é, por si só, um monumento à saudade que o Rib’s deixou.
Fundado por ex-funcionários que compraram o maquinário da antiga rede, serve nas três filiais as mesmas receitas dos anos 1980.
— Estou para garantir que, na loja da 24 de Outubro, 80% da clientela é de antigos frequentadores do Rib’s — afirma Osvaldo Ribeiro da Paixão, 55 anos, um dos proprietários.
O Rib’s nasceu em 1974 e virou uma instituição para a magrinhagem dos anos 1980 na Capital.
Durou até 2002. Um dos aficionados era o cineasta José Pedro Goulart, de 51 anos, autor do livro Confissões de um Comedor de X.
— O Rib’s praticamente inaugurou para o pessoal da minha geração a lanchonete que servia hambúrguer à maneira americana.
Na cabeça de um jovem de 18 anos, era um restaurante chique que servia hambúrguer. Era o X com status. Quando um espaço como esse fecha, é uma parte da história da cidade que se perde — afirma Goulart.

PAGODA



No fim de cada noite, depois de servir frango à xadrez e barbatana de tubarão aos seus clientes, o senhor Woodah Tong fechava o Restaurante Pagoda, na Protásio Alves, e seguia até o bairro Menino Deus.
Terminava o dia em uma churrascaria, saboreando um típico assado gaúcho.
— Só comida chinesa não dá — explicava.
Quem relata a história é o fotógrafo Flavio Del Mese, frequentador do restaurante.
A partir do final dos anos 1970, Flavio reunia-se uma vez por semana com um grupo de amigos no Pagoda.
Conta que Tong não os deixava escolher os pratos. Olhava para a cara dos fregueses e decidia por si mesmo qual o mais adequado. Flavio faz uma revelação que pode espantar os muito apaixonados pela comida do extinto Pagoda (fechou em 2011): a mulher do dono, que preparava os pratos, não era chinesa. Era japonesa.

SANDUÍCHE VOADOR



O Sanduíche Voador, como o nome sugere, nasceu para ser uma telentrega de sanduíches.
O serviço a domicílio não deslanchou.
O que a clientela queria era aproveitar o ambiente do local, na Praça Dr. Maurício Cardoso, no Moinhos de Vento.
Aos poucos, a proprietária, Doris Grossman, e sua filha, Ana, criaram no Sanduíche um restaurante inovador.
As particularidades eram muitas, incluindo a decoração despojada, com louças diferentes para cada mesa. Os garçons, em geral estudantes que trabalhavam poucas vezes por semana, adicionavam um ingrediente de informalidade ao serviço. A originalidade se estendia à comida, com pratos do dia que não se repetiam por anos a fio. Os sábados eram especiais: uma figura da sociedade era convidada a se assenhorar da cozinha e preparar os pratos.
O Sanduíche fechou em 2009.

FLORESTA NEGRA



O freguês do Restaurante Floresta Negra pediu um filé capa preta.
— O que o senhor vai beber? — perguntou o proprietário, Fredolino Schirmer.
— Uma Coca-Cola.
Fredolino fez de conta que não ouviu, esperou algum tempo e repetiu a pergunta:
— O que o senhor vai beber?
— Coca-Cola.
O dono perdeu a paciência.
— Com o meu filé capa preta ninguém toma Coca-Cola! — vociferou.
E expulsou o cliente do restaurante. Não foi um caso isolado.
O Floresta Negra era famoso pela rispidez do seu dono.
Mas era mais famoso ainda pelas delícias da cozinha alemã, preparadas pela mulher de Fredolino, Christa.
— Realmente, marcou época, nos anos 1970 e 80. Fredolino parecia rude, mas era o jeito alemão dele.

By Enio B.

BM e Força Nacional fazem ação após tiroteio com morte em Porto Alegre


Foi montada barricada na Rua Dona Maria, no Morro Santa Teresa.
Brigada Militar e Força Nacional ocuparam o local para averiguação.

Do G1 RS

Viaturas da Força Nacional durante ação no Buraco Quente, no Morro Santa Teresa (Foto: Batalhão de Aviação BM/Divulgação)Viaturas da Força Nacional durante ação no Buraco Quente, no Morro Santa Teresa (Foto: Batalhão de Aviação BM/Divulgação)
Um tiroteio no Morro Santa Teresa, na Zona Sul de Porto Alegre, na manhã desta terça-feira (30), resultou na morte de um homem ainda não identificado. De acordo com a Brigada Militar, agentes da Força Nacional auxiliam os policiais militares na ação.
A polícia foi notificada pouco depois das 9h sobre uma barricada montada na Rua Dona Maria, na localidade conhecida como Buraco Quente. Teve início uma troca de tiros entre suspeitos, que resultou na morte de uma pessoa.
A Brigada Militar foi ao local acompanhada da Força Nacional para iniciar o trabalho de ocupação do local em busca de suspeitos de terem participado da troca de tiros.
Os 136 agentes da Força Nacional começaram a atuar na manhã desta terça-feira em Porto Alegre. De acordo com a Brigada Militar, a tropa federal vai reforçar o efetivo da Operação Avante, por meio da qual são realizadas blitzes e abordagens em pontos considerados mais críticos.
Os 160 homens da Brigada Militar que já atuam na Operação Avante realizam ações que visam o combate ao roubo de veículos, de pedestres e de estabelecimentos comerciais.

A saga do Impeachment prossegue. 30 de agosto de 2016.


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