terça-feira, 20 de abril de 2021

Coronavírus: Witzel já assinou despesas de R$ 1,9 bilhão — sem licitação


Por: Berenice Seara em
10/04/20 12:00


O governador do Rio, Wilson Witzel (PSC) Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo

Levantamento realizado pelo gabinete do deputado estadual Anderson Moraes (PSL) verificou que até quarta-feira (8), o governo do estado já tinha comprometido R$ 1.918.344,23 com despesas relacionadas à pandemia do coronavírus.

Tudo sem licitação.


O maior contrato, de R$ 835,7 milhões, é com a organização social (OS) Iabas, para o gerenciamento de 1.400 leitos em hospitais de campanha.

A OS é velha conhecida do setor de saúde da cidade do Rio de Janeiro, com histórico de denúncias de má gestão e de irregularidades financeiras.

Chama a atenção ainda empresas pequenas escolhidas para contratos milionários, como a A2A Comércio, Serviços e Representações, que vai receber R$ 59,4 milhões por 300 ventiladores pulmonares.

Outro exemplo para lá de curioso é o da Total Med Comércio e Importação de Produtos Médicos Hospitalares.

Sediada em Niterói, a empresa ganhou um contrato de R$ 36 milhões para fornecer testes rápidos para a Covid-19 — ao custo de R$ 180 por unidade.

Ainda nas despesas sem licitação, constam R$ 4,9 milhões para atendimento telefônico e R$ 9,6 milhões num contrato com a Shields Sistemas de Defesa para o desenvolvimento de programa que mostre um mapa de expansão da doença.

E isso porque, depois de muito ser criticado, o governador Wilson Witzel (PSC) anunciou que cancelaria os R$ 10 milhões para criar o "app do coronavírus".
Fiscalização

O bolsonarista Anderson Moraes já enviou um ofício à Procuradoria Geral do Estado (PGE) pedindo que analise todos os contratos. E protocolou um projeto de lei para que toda contratação emergencial tenha fiscalização prévia da PGE.

"A crise e a doença são reais, mas desvios e superfaturamentos não podem ser legitimados pelo coronavírus", criticou.

A empulhação da pandemia: O hospital de campanha do Anhembi está vazio



6 de junho de 2020

Cinco deputados do grupo PDO (Parlamentares em Defesa do Orçamento) foram impedidos de fiscalizar o Hospital de Campanha do Anhembi em São Paulo na tarde de quinta-feira, 04/06. Segundo o deputado coronel Telhada (PP), os seguranças que trabalham no local tentaram impedir os deputados que compareceram no Hospital de verificar irregularidades do governador João Doria (PSDB).


Os deputados Adriana Borgo (Pros, de Campinas), Marcio Nakashima (PDT), Leticia Aguiar (PSL), Coronel Telhada (PP) e Sargento Neri (Avante) forçaram a entrada nas instalações hospitalares do Anhembi, e divulgaram vídeos em suas redes sociais. Os deputados encontraram leitos vazios, sem respiradores e criticou as medidas de isolamento social impostas no Estado. Por que os deputados foram impedidos de fiscalizar os gastos milionários de João Doria? E Por que o hospital de campanha está vazio enquanto pessoas morrem?



Outros governadores e prefeitos defensores do cárcere privado da população para “salvar vidas”, também foram denunciados por desviar os recursos sem licitação do “Combate ao Covid”. Como disse o escritor e filósofo Albert Camus: “O Bem-Estar do povo, sempre foi o álibi dos tiranos. Conheça a “nova imagem” do marketeiro que finge governar São Paulo:


E a gestão “super eficiente” de Doria e outros governadores no “combate ao Covid”.




O deputado estadual Filippe Poubel, foi verificar um hospital de campanha construído pelo governador Wilson Witzel, onde estão sendo gastos R$ 60 milhões de reais, e descobriu que o hospital não passa de um amontoado de lona imprestável. Tudo indica que a fortuna utilizada foi desviada. A tirania de Witzel começa a fazer sentido. Parece ser mera encenação com fins inconfessáveis.

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, desprezou dois pareceres jurídicos contrários à aceitação da empresa acusada de superfaturar contratos de construção de hospitais de campanha. Gente com “mal feitos” no currículo, velhos conhecidos do governo de Sérgio Cabral.





O jornalista brasileiro Cláudio Lessa desvenda o que chama de “empulhação da pandemia do vírus chinês”. Enumera todas as contradições da Organização Mundial de Saúde (OMS), segundo ele, dirigida por um “comunista capachildo da China” e questiona:

“Quantas mortes, falências e custo astronômicos, que a hidroxicloroquina teria evitado se não fosse a canalhice irresponsável e assassina desse Tedros Adhanon e da China?” Na questão da pandemia no Brasil, o jornalista resume como “politicagem safada dos governadores ladrões”, que, segundo ele, ficou evidente nos números. O vídeo foi censurado no Youtube do Google.

Braga Netto: ‘Brasil precisa estar unido contra qualquer tipo de iniciativa de desestabilização institucional que altere o equilíbrio entre os podere

Gazeta Brasil

20 de abril de 2021

Foto: divulgação

Nesta terça-feira (20), o ministro da Defesa, Walter Braga Netto, afirmou que o Brasil “precisa estar unido contra qualquer iniciativa de desestabilização institucional” e que “é preciso respeitar” o “projeto escolhido pela maioria dos brasileiros” para governar o país.

“O momento requer um maior esforço de união nacional, com foco no combate à pandemia e no apoio à vacinação. Hoje, o país precisa estar unido contra qualquer tipo de iniciativa de desestabilização institucional, que altere o equilíbrio entre os poderes e prejudique a prosperidade do Brasil”, disse o ministro.

A fala do general ocorreu durante solenidade de transmissão do comando do Exército, em Brasília. O general Edson Pujol passou o posto para Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira.

“Enganam-se aqueles que acreditam estarmos sobre um terreno fértil para iniciativas que possam colocar em risco a liberdade conquistada por nossa nação. É preciso respeitar o rito democrático e o projeto escolhido pela maioria dos brasileiros para conduzir os destinos do país. A sociedade, atenta a essas ações, tenha a certeza que suas forças armadas estão prontas a servir aos interesses nacionais”, continuou o general.

“Neste período de intensa comoção e incertezas, que colocam à prova a maturidade e a independência das instituições democráticas brasileiras, o Exército, a Marinha e Força Aérea mantêm o foco em suas missões constitucionais, permanecendo sempre atentas à conjuntura nacional”, concluiu o ministro”, finalizou.


Em Alta

Sincericídio de Luiz Inácio. Ou da cópia dele.

Sim, no dia 24 de março de 2026, durante a cerimônia de sanção do "PL Antifacção" (projeto de lei que endurece regras para facções...

Mais Lidas