sábado, 1 de novembro de 2014

Em ato contra Dilma, manifestantes pedem intervenção militar


01 de novembro de 2014

Manifestantes se reuniram na tarde deste sábado na Avenida Paulista, região central de São Paulo, para protestar contra a reeleição de Dilma Rousseff (PT). Enquanto parte dos participantes carregava faixas defendendo o impeachment da presidente, outra parte levava cartazes com pedidos de intervenção militar no País.

Alguns homens chegaram a ser fotografados exibindo a frase "Agradeço as Forças Armadas do Brasil por nos livrarem do terror comunista em 1964" em referência ao golpe que instaurou a ditadura.

Entre o público estava o músico Lobão, conhecido por ser crítico assíduo do PT. Em suas redes sociais, ele compartilhou com os fãs alguns registros. "Fora Dilma", "Vai pra Cuba" e "Aéciooo" foram algumas das legendas de suas fotos.


De acordo com a CET, a via foi interditada no sentido Consolação e, em seguida, Paraíso. Atos semelhantes foram realizados em outras regiões do País, como em Brasília, na Esplanada dos Ministérios, e em Curitiba, na UFPR.

Protesto pede impeachment de Dilma Rousseff


Manifestantes se reuniram por volta das 14h na Avenida Paulista, em frente ao MASP, e seguiram sentido Consolação

Foto: Fernando Zamora / Futura Press

Lances da mobilização em Sao Paulo, Paraná e Brasília









Sucessão de Fraudes

sábado, 1 de novembro de 2014




Houve fraude nas eleições presidenciais de 2014? Sem o menor temor de errar, afirmo categoricamente: Houve não uma, nem duas, nem mil, mas a mais longa e assombrosa sucessão de fraudes que já se observou na história eleitoral de qualquer país, em qualquer época.

Essa afirmação, que soará hiperbólica aos ouvidos de quem não conhece os fatos o suficiente para poder medi-la, traduz uma verdade literal e simples que qualquer um, se quiser investigar um pouco em vez de julgar sem conhecimento de causa, poderá confirmar por si próprio.

Primeira série de fraudes:

A Lei dos Partidos Políticos de 1995, Art. 28, alínea II, afirma taxativamente que será cassado o registro de qualquer partido que se comprove subordinado a uma organização estrangeira.

O PT, segundo a propaganda do seu III Congresso, reconhece o Foro de São Paulo como “coordenação estratégica da esquerda latino-americana”.
Ao subscrever e colocar em prática as decisões das assembléias gerais do Foro, esse partido reconhece sua subordinação a um plano internacional que não somente jamais foi discutido ou aprovado no nosso Parlamento, como também advoga, sem dar disto a menor ciência ao povo brasileiro, a dissolução da soberania nacional mediante a integração do país num monstrengo internacional chamado “Pátria Grande”, cuja capital é Havana e cuja língua oficial é o portunhol.

A sra. Dilma Rousseff, em especial, chegou a ser louvada pelo ditador venezuelano Hugo Chávez como “grande patriota... patriota da Pátria Grande”. Será possível não entender que ninguém pode ser ao mesmo tempo um patriota da pátria brasileira e um servidor leal da organização internacional empenhada em engolir essa pátria e governá-la desde assembléias e em reuniões secretas realizadas em Havana, em Caracas ou em Santiago do Chile?

Quando digo “reuniões secretas”, não é uma interpretação que faço.  É o traslado direto da confissão cínica apresentada pelo sr. Luís Inácio Lula da Silva, não numa conversa particular, mas em dois discursos oficiais transcritos na página da Presidência da República (v. um deles emhttp://www.olavodecarvalho.org/semana/050926dc.htm).

Se ainda vale o princípio de que de duas premissas decorre uma conclusão, esta só pode ser a seguinte:
O PT é um partido ilegal, que não tem o direito de existir nem muito menos de apresentar candidatos à presidência da República, aos governos estaduais ou a qualquer câmara estadual ou municipal.

Segunda série de fraudes:

Tão óbvia e gritante é essa conclusão, que para impedir que o cérebro nacional a percebesse foi preciso ocultar da opinião pública, durante dezesseis anos seguidos, a mera existência do Foro de São Paulo, para que pudesse crescer em segredo e só se tornar conhecido quando fosse tarde demais para deter a realização dos seus planos macabros. Nesse empreendimento aliaram-se todos os órgãos da “grande mídia”, reduzindo o jornalismo brasileiro a uma vasta e abjeta operação de desinformação e forçando o povo brasileiro, em sucessivas eleições, a votar em candidatos cujo programa de ação desconhecia por completo e, se o conhecesse, jamais aprovaria.

Terceira série de fraudes:

O Foro de São Paulo é a mais vasta, mais poderosa e mais rica organização política que já existiu no continente.

Seu funcionamento – assembléias, grupos de trabalho, publicações, viagens e hospedagens constantes para milhares de agentes – é inviável sem muito dinheiro que até hoje ninguém sabe de onde vem e cuja origem é feio perguntar. É praticamente impossível que verbas do governo brasileiro não tenham sido desviadas em segredo para essa entidade.  É mais impossível ainda quegrossas contribuições não tenham vindo de organizações de narcotraficantes e seqüestradores como as Farc e o MIR chileno, que ali são aceitas como membros legítimos e tranqüilamente discutem, nas assembléias, grupos de trabalho e encontros reservados, a articulação dos seus interesses criminosos com o de partidos políticos como o PT e o PC do B.

Quarta série de fraudes:

A sra. Dilma Rousseff, servidora dessa geringonça imperialista, jamais poderia ser candidata a qualquer cargo eletivo no Brasil.
Urnas que votam sozinhas ou que já chegam à seção eleitoral carregadas de quatrocentos votos para a candidata petista, como tantos eleitores vêm denunciando, são apenas subfraudes, ou pedaços de fraudes, em comparação com a fraude magna que é a presença, na lista de candidatos presidenciais, da agente notória e comprovada de um esquema estrangeiro empenhado em fagocitar e dissolver a soberania nacional.

Quinta série de fraudes:

Eleição com contagem de votos secreta não é eleição, é fraude.
O sistema de ocultações montado para isso, sob a direção de um advogadinho chinfrim sem mestrado, sem obra notável publicada e sem qualquer currículo exceto serviços prestados a um dos partidos concorrentes, viola um dos princípios mais elementares da democracia, que é a transparência do processo eleitoral.

Como observou uma advogada que tentou denunciar em vão a anomalia imposta ao eleitor brasileiro, “é o crime perfeito: o acusado se investiga a si próprio”.

Que mais será preciso para concluir que, sob todos os aspectos, a eleição presidencial de 2014 foi em si uma fraude completa e majestosa, coroamento da longa sucessão de fraudes em série em que se transformou a política brasileira desde o ingresso do PT no cenário eleitoral?



Artigo no Alerta Total 
Por Olavo de Carvalho

IMPEACHMENT DE DILMA PODE SUPERAR RECORDE DA PETIÇÃO CONTRA RENAN, NO AVAAZ

QUE VEXAME, AVAAZ

RECORDE É 1,6 MILHÃO DE ASSINATURAS EM PETIÇÃO CONTRA RENAN CALHEIROS
Publicado: 1 de novembro de 2014 
Por: 
Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo
Dilma Rousseff
Aproximando-se de 1,5 milhão de adesões, a petição pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) no site Avaaz já superou o triplo das 450 mil assinaturas contra o deputado Pastor Marcos Feliciano (PSC-SP), acusado de homofobia, e pode superar o recorde do senador Renan Calheiros (PMDB-AL), cuja pretendida destituição da presidência do Senado atingiu a R$ 1,6 milhão de assinaturas.
O site Avaaz, que é dirigido no Brasil por um conhecido militante do PT, Pedro Abramovay, tem sido acusado de manipular a petição pelo impeachment de Dilma. Ao contrário de todas as demais petições no próprio Avaaz, a do impeachment não exibe um contador em tempo real, registrando as adesões à medida em que são feitas pelo internauta.
O Avaaz alega “grande quantidade de tráfego” para curiosamente transferir a petição para “outro servidor”. Com isso, mantém a contagem “congelada” durante todo o tempo, com “atualizações” periódicas sem qualquer controle externo. Há indícios de que os números são mantidos artificialmente abaixo do ritmo real de adesões.
Apesar das evidências de manipulação, na madrugada deste sábado (1º) a petição pelo impeachment de Dilma somava 1.445.447 adesões.
Além do Avaaz, há petições em sites como o Petição Pública pelo impeachment de Dilma. Para aderir à petição do Avaaz, clique aqui. O petista Abramovay, responsável pelo Avaaz, foi genro do ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos e assessor no Ministério da Justiça no governo Lula. No governo Dilma, acabou demitido da secretaria nacional Antidrogas ao defender a “descriminalização de pequenos traficantes”.
Abramovay tem sido denunciado à sede na ONG, em Nova York, EUA, por supostamente manipular e “segurar” as adesões à petição pelo impeachment de Dilma, com possibilidade de esconder os números reais de assinaturas. No começo da semana havia 500 mil adesões à petição, que triplicaram em cinco dias.
by diariodopoder

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